Sem categoria

Brian May escolheu o lugar para descansar depois de morto

brianmay_3284340b
Além de guitarrista do Queen, Brian May é um dos cientistas mais badalados do momento. FOTO:DIVULGAÇÃO

 

Brian May,  astrofísico e guitarrista do Queen, revelou ao Telegraph o local que espera ser enterrado após sua morte, o lugar para seu descanso final. May, autor da canção Who Wants to Live Forever (Quem quer viver para sempre?), disse ao jornal que seu desejo é ser colocado para descansar na ilha de Tenerife, no arquipelago das Ilhas Canárias, território espanhol.

“Ali é um local que chama o meu espírito”, disse.  “É uma sensação de estar perto do céu lá em cima no parque nacional e é um lugar que é muito espiritual para mim – é provavelmente o lugar onde eu gostaria que minhas cinzas fossem espalhadas”, acrescentou.

May revelou o local para que suas cinzas sejam jogadas durante a promoção do terceiro Festival Starmus, que reúne os astronautas, astrônomos e fãs do espaço. O evento é cheio  de apresentações sobre a astrofísica e festas, e será  realizado em Tenerife no próximo ano. O artista e físico completa 68 anos em julho e não é apenas considerado um dos maiores guitarristas de todos os tempos, mas também um cientista altamente respeitado.

teide2_3284305b
Para o artista, a ilha é um dos melhores lugares do mundo para descansar.

 

Ele visitou Tenerife pela primeira vez em 1970 para trabalhar no Observatório Delteide como parte de seus estudos de doutorado. Desde então, ele visitou o local muitas vezes  para férias em família e trabalho. “Os pontos de vista do cosmos lá em cima [Observatorio del Teide] são surpreendentes”, disse ele. “Você tem uma bela vista para a Via Láctea e a luz zodiacal.”

Tenerife ocupa um lugar especial no coração de Brian May

“Eu também vi o gegenschein [um brilho fraco ou mancha no céu à noite associado com a luz zodiacal] lá, que é algo que poucos astrônomos já viram.  A atmosfera acima de Tenerife é muito transparente e lá também é bom devido a pouca poluição luminosa, por isso é um lugar maravilhoso para olhar para as estrelas”, acrescentou.

O que resta na lista de May?

o-STARMUS-570
Brian May e Hawking, em evento no ano passado. FOTO: DIVULGAÇÃO

 

“Uma das minhas ambições é caminhar até o Monte Teide. Eu fiz isso uma vez quando eu era um estudante e eu adoraria ser capaz de andar de novo. Eu tive um monte de problemas com meus joelhos nos últimos anos, mas já está restaurado, então seria ótimo para poder fazê-lo”, acrescentou.

Se o desejo de May se concretizar, Tenerife pode se tornar um local de peregrinação para os fãs do Queen, diferente do que aconteceu com Freddie Mercury. As cinzas do lendáro vocalista da banda foram espalhadas em um lugar nunca divulgado por banda ou por seus familiares.

Brian May também escreveu a canção 39’, que conta a história de um astronauta que viaja através do espaço só para voltar à Terra 100 anos mais tarde e encontrar-se uma vítima do paradoxo relógio de Einstein, segundo a qual ele envelheceu apenas um ano, mas todos os seus entes queridos estão mortos. Ele também manifesta interesse em viajar pelo espaço.

“Eu adoraria sentar-se na Estação Espacial Internacional com tranquilidade e olhar para a Terra a partir do espaço. Que música que eu iria tocar? Eles dizem que não há atmosfera. Eu suponho que teria que ser 39 ou I Want It All (Eu quero isso tudo). Mas eu não sei se isso vai acontecer, porque eu estou ficando um pouco velho para isso agora “,  disse.

O tema para Starmus Festival do próximo ano é “Beyond the Horizon – Uma Homenagem a Stephen Hawking”. Brian May e Hawking participarão do evento em 2016. Outros oradores do festival serão  o astronauta Chris Hadfield, mais conhecido por sua interpretação de Space Oddity de David Bowie, realizada a bordo da Estação Espacial Internacional, e Lorde Martin Rees, astrônomo real.

O festiva culminará com a Starmus Party Teide, com um show especial com Brian May e Rick Wakeman. Os dois fecharam o evento em 2014.   O  Starmus acontecerá em Tenerife de 27 Junho a 2 de julho de 2016. Para obter mais informações e reservar, consulte: starmus.com.

do telegraph

Anúncios
Literatura

Luiz Ruffato será Escritor Galego Universal de 2015

10672217_824097354342024_7419005864283580178_n

O escritor Luiz Ruffato será o Escritor Galego Universal, galardão que o distingue como autor que combina a excelência literária com o compromisso ético que o converte em referência na defesa da dignidade humana. Com a premiação da Asociación de Escritoras e Escritores en Lingua Galega , o escritor soma-se a uma  lista com outros nomeados, como: o palestino Mahmoud Darwish, o angolano Pepetela, a mexicana Elena Poniatowska, o argentino Juan Gelman e a portuguesa Lídia Jorge, entre outros.
A cerimônia terá lugar no dia 9 de maio em Lugo na comunidade autônoma da Galiza na Espanha. Nascido  em Cataguases, Minas Gerais, em 1961, Ruffato é filho de um pipoqueiro e de uma lavadeira de roupas. Formou-se em tornearia-mecânica pelo Senai e trabalhou como operário da indústria têxtil, pipoqueiro e atendente de armarinho durante a juventude .

Graduou-se em Comunicação pela Universidade Federal de Juiz de Fora e trabalhou em diversos jornais mineiros até se mudar para São Paulo. Na capital paulista trabalhou no Jornal da Tarde . Em 2003 abandonou a carreira de jornalista para se tornar escritor em tempo integral.

Obras

Contos
Historias de Remorsos e Rancores – São Paulo: Boitempo, 1998.
(os sobreviventes) – São Paulo: Boitempo, 2000.
Romance
Eles eram muitos cavalos – São Paulo: Boitempo, 2001.
Mamma, son tanto felice (Inferno Provisório: Volume I). Rio de Janeiro: Record, 2005.
O mundo inimigo (Inferno Provisório: Volume II). Rio de Janeiro: Record, 2005.
Vista parcial da noite (Inferno Provisório: Volume III). Rio de Janeiro: Record, 2006.
De mim já nem se lembra. São Paulo: Moderna, 2007.
O livro das impossibilidades (Inferno Provisório: Volume IV). Rio de Janeiro: Record, 2008.
Estive em Lisboa e lembrei de você. São Paulo: Cia das Letras, 2009.
Domingos sem Deus (Inferno Provisório: Volume V). Rio de Janeiro: Record, 2011.
Flores Artificiais. São Paulo: Cia das Letras, 2014.
Poesia
As máscaras singulares – São Paulo: Boitempo, 2002 (poemas)
Paráguas verdes – São Paulo: Ateliê Acaia, 2011.
O amor encontrado – São Paulo – Edição do autor.
Ensaio
Os ases de Cataguases (uma história dos primórdios do Modernismo) – Cataguases: Fundação Francisca de Souza Peixoto, 2002.

da assessoria com Wikipedia 

Lançamentos

Soco na cara, de Arthur Conan, chega às livrarias este mês

unnamed

Do mesmo criador de Sherlock Holmes, livro traz histórias e aventuras dos bastidores
dos primórdios do boxe na Inglaterra

Obra praticamente desconhecida do público brasileiro,Soco na Cara – romance de Arthur Conan Doyle, o mesmo autor de Sherlock Holmes – chega às prateleiras este mês pela Nova Fronteira, do Grupo Ediouro. Escrito em 1896, num período em que Arthur decidira dar um tempo nas aventuras do incansável detetive, o título ganha tradução para o português e promete agradar não só os fãs da saga Sherlock Holmes, mas também apreciadores do boxe, esporte que é pano de fundo para o enredo do livro.

Soco na cara retrata de forma envolvente a sociedade vitoriana, seus valores, preconceitos e costumes. O romance conta a história de Rodney Stone, filho de um oficial da Marinha Inglesa, retratando suas descobertas e emoções envolvendo apostas no ringue. Apresentado à arte do pugilismo pelo tio aristocrata aos 17 anos, Rodney logo quer rodar o mundo, desde os subúrbios de Londres até a alta sociedade inglesa, em busca da próxima luta. O que ele não esperava, porém, é que o passatempo o envolvesse em uma investigação de assassinato que deixaria marcas em seus entes queridos.

Em uma mistura de romance e mistério, o livro apresenta os bastidores do esporte considerado de elite na época, e mostra os desafios envolvendo os primórdios da luta na Inglaterra. Com uma temática atual, por conta da evidência do Ultimate Fighting Championship (UFC) no Brasil, a obra traz a mesma prosa instigante que eternizou Sherlock Holmes no mundo.

 

Sobre o autor

Arthur Conan Doyle foi um escritor e médico britânico. Nascido na Escócia em 1859, ficou mundialmente famoso por suas 60 histórias sobre o detetive Sherlock Holmes, que revolucionaram a literatura criminal. Versátil, seus trabalhos incluem também obras de ficção científica, novelas históricas, peças, romances, poesias e obras de não ficção. Conan Doyle teve cinco filhos e morreu em 1930 em Crowborough, no sudeste da Inglaterra.

 

FICHA TÉCNICA

Título: Soco na cara

Autor: Arthur Conan Doyle

ISBN: 9788520921159

Preço: R$ 34,90

Formato: 15,5 x 23 cm

Páginas: 256 páginas

Caiu na rede · Lançamentos · Música

Eis que o Figueroas lança “Lambada Quente”

zzzzz

O disco mais aguardado do ano pelos manos zoeira das redes sociais, Lambada Quente, enfim foi lançado e disponibilizado totalmente free na net. O disco conta com 11 faixas, dentre elas as já conhecidas Melô do Jonas e Bangladesh. Surgida em Maceió, a banda mistura brega, psicodelismo e muita, muita lambada. Há, inclusive, uma homenagem ao mestre da guitarrada Aldo Sena.

Confira o disco na íntegra:

1 – Gatinha Gatinha
2 – Lambada Quente
3 – Bangladesh
4 – Lomba Da Massa
5 – Graças A Aldo Sena E Edson Wânder
6 – Fofinha
7 – Melô Do Jonas
8 – Lambada Italiana
9 – Melô Do HD
10 – Titinena
11 – Bicho Feroz

Voz: Givly Simons
Órgão, Teclados e Programações: Dinho Zampier
Guitarras: Rafa Moraes
Bateria e Percussão: Raphael Coelho
Baixo: Felipe Barros
Sopros: Natan Oliveira
Vocais: Alvinho Cabral, Cris Braun, Dinho Zampier, Wado e João Jones.

Composições de Givly Simons e Dinho Zampier, exceto as faixas “Titinena”, de Givly Simons, “Lambada Quente” de Dinho Zampier, “Gatinha Gatinha” de Fábio Mozine e “Graças a Aldo Sena e Edson Wânder”, de André Vitório.

 

Caiu na rede · Lançamentos · Literatura

“A Seleção” vai virar filme

a-selecao

Finalmente chegou a notícia que os fãs de America e Maxon tanto esperavam: A Seleção vai virar filme!  Os direitos de adaptação dos livros de Kiera Cass foram comprados pela Warner Bros. O time de produtores inclui Denise DiNovi & Alison Greenspan (Se eu ficar, Edward Mãos de Tesoura, Amor a toda prova, Golpe duplo) e Pouya Shahbazian (Divergente, Insurgente). O roteiro será escrito por Katie Lovejoy, da série Drácula.

Ainda não há informações sobre elenco ou previsão de estreia, mas em breve os atores serão anunciados.  Pra quem ainda não conhece a história, segue aí uma breve  sinopse do livro.

Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China, e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças entre dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço.

É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha. Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela.

Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes. Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma — e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.

Lançamentos · Música

Manassés inicia nova temporada de shows

Manassés - Foto Alta Resolução

Um dos mais renomados músicos de todo o Brasil, o multiiinstrumentista cearense Manassés inicia nesta quarta-feira, 29/4, uma nova temporada de shows, começando em Sobral, no tradicional Theatro São João, com entrada franca.

O universal pelo regional. Poucos artistas conseguiram assimilar e praticar este lema quanto Manassés de Souza, violonista, violeiro, guitarrista, compositor, arranjador e produtor musical cearense que está lançando seu 13º disco, o CD “Mana Mano”. Aplaudido pelo público cearense, nacional e internacional, aclamado entre os colegas instrumentistas e intérpretes, Manassés, autor de clássicos como “Briga de foice”, “Menino de rua” e “Palavra de amor”, apresenta o disco em uma temporada de shows que inclui apresentações no Ceará e na Paraíba. A estreia é nesta quarta-feira, 29/4, em Sobral, às 20h, no tradicional Teatro São João (Praça São João, 156, Centro), com entrada franca. A apresentação tem produção da Modo Maior e apoio exclusivo da Prefeitura Municipal de Sobral.

A temporada inclui ainda apresentações em Fortaleza, nos dias 6 e 23 de maio, no Centro Cultural Banco do Nordeste, e em Sousa-PB (dia 20/5) e Juazeiro do Norte (dia 21/5), também nas unidades do CCBN em cada cidade, sempre às 19h. A produção também é da Modo Maior, de Olímpio Rocha, letrista e parceiro de Manassés, e conta com patrocínio exclusivo do Banco do Nordeste, por meio da Lei Rouanet, viabilizando a circulação do show e a realização de uma temporada capaz de descentralizar o acesso ao trabalho do grande violonista cearense.

Embora “Mana Mano”, o disco que dá nome ao novo show, tenha sido gravado exclusivamente por Manassés, somando em cada canção camadas musicais em violões de nylon e aço e no violão de 12 cordas responsável pelo timbre imediatamente associado ao músico natural de Maranguape, o show trará o artista na companhia de outros grandes nomes atuantes na cena instrumental cearense. Cristiano Pinho (guitarra e rabeca), Miqueias dos Santos (contrabaixo), Jorge Levi (acordeom), Jones Cabó (percussão) e Adriano Azevedo (baterista). Uma formação mais enxuta e com nomes diferentes daqueles com que Manassés se acostumou a dividir o palco, ao longo dos últimos anos.
Manassés - 2
“É um show novo, que traz quatro músicas do novo CD, algumas outras mais antigas e algumas releituras escolhidas entre músicas internacionais que o público gosta, ajudam a gerar uma comunicação, ali no meio do show. Quando eles reconhecem a música, chega o olho brilha” comenta Manassés.

“Fiquei muito satisfeito com esse disco. A princípio ia fazer um disco solo, só com um instrumento, mas acabei resolvendo colocar vários violões, fazendo overdubs, até pra depois poder chamar mais músicos pra fazer o show. Gostei muito do resultado, logo de cara, o que não costuma acontecer”, revela, descontraidamente, sobre o álbum que inclui releituras de “Lamento sertanejo”, em tributo a Dominguinhos, e “Légua tirana”, em tributo a Luiz Gonzaga e ao cearense Humberto Teixeira, cujo centenário é comemorado em 2015.

De “Mana Mano”, o público poderá apreciar temas como “Retirantes” (composta sob a lembrança das levas de migrantes singrando o sertão e aportando nas cidades, em tempos de seca e precisão) e “A terceira ponte”, escrita em homenagem a Brasília, para onde o próprio Manassés migrou, há quatro anos, mantendo-se então em uma ponte entre a capital federal e Fortaleza, com visitas regulares a Paris, cidade que também mereceu duas composições.

Ontem e hoje

Temas mais conhecidos do público que acompanha a trajetória de Manassés também farão parte do show, em que, além do CD, será lançado o livro de partituras intitulado “A Música Universal de Manassés”. “Menino de rua”, “Passeio de ônibus” e “Nanasalturas” pertencem a esta safra inspirada e definitiva, que marcou de modo perene o nome de Manassés entre os grandes instrumentistas e autores, dono daquilo que todo grande artista almeja e persegue: uma sotaque próprio, uma estética definida, uma assinatura.

O reconhecimento amealhado ao longo de uma carreira que remonta aos anos 70, quando após tocar guitarra em bailes embarcou com Rodger Rogério, Téti e Édson Távora rumo ao sul de sorte e estrada a seduzir, hoje oferece a Manassés a tranquilidade para acrescentar outras possibilidades – mais descontraídas e abrangentes – a seu fazer musical.

Das longas temporadas compartilhadas na década de 80 com o cantor e compositor Raimundo Fagner, cujo grupo voltou a integrar há três anos, aos inúmeros discos produzidos quando do retorno a Fortaleza nos anos 90 (incluindo trilhas para cinema e balés da Edisca), tempos do estúdio Olho D´água e do “boom” de CDs de músicos independentes cearenses, na esteira da lei estadual de incentivo à cultura. Caminhos ao longo dos quais dividiu estúdios e palcos com nomes como Luiz Gonzaga, Roberto Carlos, Nara Leão, Mercedes Sosa, Pablo Milanez, Gal Costa, Chico Buarque, Zé Ramalho, Elba Ramalho, Moraes Moreira, Dominguinhos, Geraldo Azevedo e Raul Seixas, entre tantos outros.

Em todo esse tempo, Manassés construiu uma obra de grande apuro e repercussão e consolidou sua assinatura artística, no timbre das 12 cordas, em temas instigantes e imagéticos, plenos de referências tanto à música nordestina quanto a sons do mundo. Reflexos de suas passagens por outros países da América Latina, pela Europa e até mesmo pela então União Soviética, estações de uma trajetória que fez de Manassés um dos instrumentistas brasileiros de maior reconhecimento nacional.

Repertório diversificado

Hoje, essa sensação de “dever cumprido” Manassés se sente à vontade para acrescentar a suas próprias composições algumas releituras que o público reconhecerá do rádio. “Time after time”, pérola pop do repertório de Cindy Lauper, “Fragile”, lírico folk de Sting, e “Wish you were here”, de David Gilmour e Roger Waters, um dos grandes sucessos do Pink Floyd levam Manassés e banda por outras sonoridades. Todas ganham releituras diferenciadas, incluindo novos arranjos e espaço para a improvisação.

Viola, guitarra e rabeca

A convivência com Cristiano Pinho, sedimentada na banda de Raimundo Fagner, é outro diferencial da nova temporada de shows de Manassés, que une sua viola à guitarra e à rabeca de Cristiano. “Essa ideia de tocar com o Cris surgiu quando a gente fez uma temporada na Caixa Cultural, com a Téti e o Rodger. Temos novos projetos para fazer juntos, e esta temporada do ‘Mana Mano’ é o primeiro”, aponta Manassés. “Gosto demais de tocar com o Cris, porque ele só dá nota certa, não dá uma nota a mais. É espetacular”. A nova temporada promete.

da assessoria

Caiu na rede

Conheça os músicos mais ricos do Reino Unido

Paul McCartney Performs At The Joint At The Hard Rock
O ex-Beatle não é só um dos maiores da história, mas também o mais rico do Reino Unido. FOTO/DIVULGAÇÃO

O ex-beatle Paul McCartney segue sendo o músico vivo mais rico do Reino Unido e Irlanda. Foi o que apontou a lista do Sunday Times das pessoas mais ricas, onde foi publicado que a fortuna de sir Paul McCartney é estimada em 730 milhões de libras, um aumento de 20 milhões em relação ao que ele tinha até o ano passado.

O músico acabou por se beneficiar com a fortuna de sua esposa, Nacy Shevell, que tem participação no negócio de caminhões nos Estados Unidos, o que dá um incremento de mais 150 milhões de libras à fortuna do ex-beatle.

Ed-Sheeran
Ed Sheeran já tá lá entre os mais ricos do Reino Unido. FOTO/DIVULGAÇÃO

McCartney é seguido na lista por Lord Lloyd-Webber (650 milhões libras) e pelo grupo U2 (431 milhões). A lista não é formada apenas por veteranos, e Calvin Harris entra no páreo na 30º posição, com fortuna estimada 70 milhões de libras, o que o faz tão rico  quanto Pete Townshend e Mark Knopfler.

Em pouco mais de um ano, Sam Smith conseguiu acumular 12 milhões de libras. Adele, apesar de não liberar qualquer música por quase quatro anos, ganhou mais 4 milhões de libras, elevando sua fortuna para 50 milhões de libras.

Os quatro membros do One Direction, além de seu ex-companheiro Zayn Malik, tem cada um 25 milhões, enquanto que Ed Sheeran viu sua conta bancária inchar em mais de $ 13 milhões, passando para 20 milhões de libras em um ano.

Veja a lista completa

1 Sir Paul McCartney and Nancy Shevell £730m

2 Lord Lloyd-Webber £650m

3 U2 £431m

4 Sir Elton John £270m

5 Sir Mick Jagger £225m

6 Keith Richards £210 m

7 Michael Flatley £195m

8= Ringo Starr £180m

8= Sting £180m

10 Roger Waters £160m

11 Eric Clapton £155m

12= Sir Tom Jones £150m

12= Sir Tim Rice £150m

12= Rod Stewart £150m

15= David Bowie e Iman Abdulmajid £135m

15= Robbie Williams £135m

17 Ozzy and Sharon Osbourne £130m

18= Phil Collins £110m

Britain Badger Battle
Brian May, do Queen, está na 18º colocação, juntamente com Phil Collins. FOTO/ DIVULGAÇÃO

 

18= Brian May £110m

18= Charlie Watts £110m

21= George Michael £105m

21= Roger Taylor £105m

23 = Jimmy Page £100m

23 = Robert Plant £100m

25 = Enya £90m

25 = David Gilmour £90m

27 John Deacon £85m

28 Noel and Liam Gallagher £77m

29 Nick Mason £75m

30= Calvin Harris £70m

30= Mark Knopfler £70m

23_1pete_townshend_2
Pete tá na 30ª posição, com 70 milhões de libras na conta. FOTO/DIVULGAÇÃO

 

30= Pete Townshend £70m

33= Gary Barlow £65m

33= Engelbert Humperdinck £65m

35= Barry Gibb £60m

35= John Paul Jones £60m

37= Kylie Minogue £55m

37 = Sir Cliff Richard £55m

39 = Guy Berryman £52m

39 = Jonny Buckland £52m

39 = Will Champion £52m

39 = Chris Martin £52m