Parte do meu eu

Onironauta

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O motorista freou abruptamente sem avisar, tão forte foi o impacto que acordei atordoado. Peguei o livro no chão, no rádio alguma coisa sobre cada pedra vai voar, um coral insano, vozes femininas e  letras inalcançáveis. Eu, o cobrador e o motorista. Já avistava a parada. Parei em frente ao cobrador, cabeça baixa, respiração ofegante e olhos cerrados. Estava sonhando? Toquei com na bancada, não queria acordar, não queria acordá-lo, estava sonhando?

 

Bati com mais força. Queria acordar. Queria acordá-lo.

Moço preciso descer, disse em alto tom.

Onde estou? , balbuciou o homem. Apenas os lábios se moviam.

Estamos perto de eu passar da  minha parada, é onde estamos.

E esse prédio? De quem é esse prédio?

Achava que ele estava delirando, quando olhei para o motorista e por trás dele apareceu, como que num piscar de olhos, um prédio de uns vinte ou mais andares, nem contei tamanho foi o susto. Em cima do prédio, lá no alto um homem com um revólver na mão.

Não, você não vai entrar para a história. Vai sair da vida e tudo será pó, insistia o cobrador, olhos fechados.

Assim que seus lábios cerraram, o homem atirou contra o peito e caiu feito uma pedra em cima do viaduto que surgiu do lado do motorista. Tentei pular a catraca, mas o cobrador me pegou pelo braço tão forte que senti todo o corpo doer.

 

A passagem, disse com sorriso no rosto.

 

Passei no registrador a carteira estudantil , o cobrador autorizou. Voltou a dormir, dessa vez de forma mais profunda. Sentei ao lado da janela, curioso para saber o que acontecera com o homem caído na minha frente, em cima do viaduto, ao lado do motorista. Levantei da poltrona e fui ver o corpo. Revirei de lado para ver de quem se tratava. Era um senhor de sessenta e poucos anos, gordo, baixo, calvo e que ainda respirava. Disse para ficar acordado, pois pediria ajuda ao motorista. Não quero acordar. Não queria acordar, um tiro no peito. Chorava ele amargamente, tinha morte nas mãos, fome na testa e pobreza pelo corpo.

Levantei, olhei-o com mais cuidado e lembrei já ter viso aquele homem nos livros de história: Getúlio Vargas!!! Tremi.

 

Moleque!, gritou o cobrador sonâmbulo.

Então ouvi um choro tão forte e agudo que me assustei. Olhei para o lado e uma moça, loira, branca, de uns16 anos talvez, estava deitada entre os dejetos e lixo do dia anterior. Não era reciclável, e há dias que o caminhão não vinha busca-la. Já até cheirava mal. Fiquei preocupado com a demora do caminhão, pois a Prefeitura, geralmente não demora a recolher o lixo quando tem pessoas lá jogadas aguardando a reciclagem. Passava da meia noite e o motorista seguia viagem. Mas ele estava tão distante que eu não conseguia avisá-lo do corpo de Getúlio e nem da jovem que aguardava ser recolhida.

Subi na caçamba e a retirei de dentro, com cuidado para não ser visto, pois poderia ser multado em estar sujando a rua novamente. Andaluzia foi o nome que deram a ela antes de ser jogada, confessou. Pedi ajuda para tirar o corpo de Getúlio da rua e colocar no lugar dela. Todos os humanos jogados no lixo têm um registro junto à Prefeitura, e caso não tivesse ninguém no latão, outro parente de Andaluzia seria jogado no lugar dela, e mesmo indiferente à sua história de vida, não me custaria desovar o  corpo de Getúlio  e deixar a garota solta pela cidade.

 

Pegamos o corpo do ex-presidente e jogamos na caçamba, dei o revólver para Andaluzia que me beijou os dois ombros. Agora ela precisava ir embora. Eu tinha que chegar em casa antes que toda aquela poeira entrasse no meu quarto. Saí correndo em direção ao motorista, talvez por dez minutos sem parar. Ele ainda estava distante quilômetros e não parava o ônibus para que eu pudesse descer. O cobrador sonolento sorria ainda com os olhos fechados, cansado da correria do dia. Não queria acordar, não quero acordar.

 

Olhei ao redor e vi terra e mais terra. No horizonte pude perceber que já estava quilômetros de distância de casa, do motorista, de Getúlio, da garota, do prédio que surgiu de repente, do viaduto por trás do motorista e até do cobrador. No meio da tempestade de areia que foi se formando surgiu uma silhueta, me assustei. Não tinha como me esconder no meio do nada. O vulto se aproximava cada vez mais, e percebia-se que estava com uma arma em punho. Pensei na segunda morte. Vi que era Andaluzia, percorreu toda aquela distância para se encontrar comigo.

 

Disse ela que queria sair daquele lugar, mas não sabia como. Achava que eu tinha a solução. Expliquei que era preciso chegar até o motorista, mas como ele estava distante, e quanto mais corríamos em sua direção mais distante parecia ficar. Sentei no chão, fechei os olhos e procurei meditar. Dormi.

 

Acordei deitado em um prédio, de uns vinte andares, creio eu. Uma voz surgiu na minha cabeça, lembrando de todos os males que fiz à sociedade. Já estava triste com tudo o que tinha acontecido, e o homem falava de todas traições que cometi, as pessoas que matei e os amigos que persegui. Levantei cambaleante, toquei o bolso e senti uma arma guardada nele, calibre 38? Não, era uma arma pequena. Mas que me faria deixar tudo aquilo para trás, saindo da vida para entrar para a história. Um tiro no peito. Cai feito uma pedra, mas flutuei como papelão enquanto ia de encontro ao chão, e enquanto caia,  vi uma moça jogada no lixo, pobre desgraça de um Governo que não sabe mais cuidar de seus resíduos. Apaguei.

 

Quando dei por mim, a moça junto a um rapaz branco, cabelos castanhos e mochila nas costas me levavam nos braços e me jogaram na caçamba de lixo. Era a mesma moça que eu tinha visto há alguns minutos enquanto voava rumo ao nada. Agonizei por horas, e sempre lembrando das pessoas que matei, das brigas que vivi e dos amores que roubei. O sol já queimava meu corpo, e eu chorava baixinho, baixinho como um recém-nascido que há pouco desmamou.

O sol não deixava ver o mundo  fora, e aos poucos ele foi descendo, descendo. Olhei novamente para cima e vi um homem de terno, calvo, baixo, gordo, com uma arma na mão. Ele atira contra o peito e cai como uma pedra. Ou seria suave como um papelão?

 

Não o vejo mais. Me assusto, sinto dor. Começo a chorar mais alto, mais alto. Queria que alguém me acordasse. Quera? Ouço passos. Um homem põe a cabeça para dentro da caçamba onde estou, recua e depois volta. Tira-me da do meio do lixo. Digo meu nome: Andaluzia. Ele me desdenha sabe que não passo de um lixo descartável. Mas humanos são recicláveis, penso. Mostra-me o homem no chão e pede ajuda para colocá-lo na lata de lixo. Quer me ajudar. Ama-me. Ama-me? Acorda, pensei. O rapaz branco, cabelos castanhos está atordoado, me dá a arma e corre tão rápido que mesmo tentando não consigo alcançá-lo.

 

Ele quer ir pra casa, mas está cansado e não dorme. Dorme? Corro atrás dele, talvez uns dez minutos ou mais. Encontro ele em uma tempestade de areia. O rapaz está cansado, quer alcançar um motorista que só ele visualiza. Senta, fecha os olhos, medita. Aproximo-me dele e ele me beija os ombros, ainda de olhos cerrados. Sorri. Diz que não vou entrar para a história. Eu o amo tanto. Aproximo o cano do revólver do peito dele e dou apenas um disparo. Ele cai. Morto. Dorme profundamente. Fecho os olhos, choro. Mas passa. Está tudo escuro agora. Respiro ofegante, tento abrir os olhos e não consigo. Olhos cerrados. Ouço um barulho na minha frente.

Acorda. Acordo? Acorda.

Quando dou por mim, vejo um rapaz branco, de olhos e cabelos castanhos, mochila nas costas, tentando pular a catraca do ônibus sem pagar. Pego ele pelo braço com muita força. A passagem!, digo a ele com um sorriso no rosto. Moleque!

Caiu na rede · Lançamentos

Chatô, filme de produção mais demorada da história do Brasil, ganha trailer

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E não é que o filme Chatô: o rei do Brasil vai sair. Pelo menos é o que garante o autor do livro que deu origem ao longa, o escritor Fernando Morais. Foi ele quem divulgou, na tarde deste domingo, “com exclusividade”, o primeiro trailer do longa que começou a ser produzido em 1995, há vinte anos.  “Tenho más notícias para os coleguinhas que urubuzaram o Guilherme Fontes nos últimos anos: o filme “Chatô, o rei do Brasil”, está pronto. Quem viu disse que é o máximo. Para quem não viu, como eu, aqui vai, com exclusividade e em primeiríssima mão (com cacófato), o trailer ainda sem finalização”, disse Morais em sua página no Facebook.

>> Fernando Morais e “Chatô” ganham ação na Justiça; filme completa 20 anos de produção

É nítido a passagem de tempo para alguns atores, como Leandra Leal, que ainda era uma menina quando do início das filmagens do filme. Se depender do que é visto no trailer (ainda sem finalização, como disse Fernando Morais), o filme não vai empolgar nenhum pouco. Poderia-se, quem sabe, escrever um roteiro agora sobre a difícil tarefa de um diretor para lançar um filme que custou milhões para ser feito e mais de vinte anos para ser lançado.

Caiu na rede · Programação

Dicas de uma stalker para você se dar bem nos shows que vêm por aí

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Marília Ramos com Math Bellamy. Para ela um dia inesquecível. FOTO: FACEBOOK

 

Marilia Ramos ficou muito feliz ao saber que o Muse vai voltar ao Brasil em outubro próximo. Não apenas porque vai sorrir e cantar ao som de Math Bellamy e companhia, mas porque terá a oportunidade de poder, mais uma vez, tocar e abraçar. A jovem é aquilo que se pode dizer de uma stalker profissional, e no currículo de autógrafos, selfies e toques já se encontrou com os caras do Keane, Muse, Panic! At The Disco e o mais recente, James Blunt.

Eu conversei com ela para saber quais os truques para ser um bom seguidor e conseguir um momento ao lado do ídolo. Papel e caneta na mão porque as dicas, apesar de simples devem ser seguidas à risca para não ocasionar constrangimentos e até uma antipatia por parte do artista.

Como foi que você fez para chegar em todos esses caras? Tem algum mecanismo especial ou é ficar no pé deles direto?
– James,Keane e Muse consegui na segunda vez que os vi. O Panic! At The Disco é que foi de primeira.

Tom Chaplin (Keane) também não escapou das garras da moça. FOTO: FACEBOOK
Tom Chaplin (Keane) também não escapou das garras da moça. FOTO: FACEBOOK

Mas como é o esquema?
– Bom, a base de tudo é a sorte mesmo. É como uma loteria. (risos) A primeira coisa que fazemos é pesquisar em que hotel eles vão ficar. Em alguns casos descobrimos o voo de chegada e de ida também. Na maior parte é tudo dedução ,sabe? Vemos qual foi o local que ficaram da última vez e tal. Não é nem preciso seguir os caras pra todo lado ou algo assim. Geralmente eu vou com certeza de onde estão.

E acerta sempre?
– Sim, acaba que sempre acertamos. E também a prática, né?

E tem toda uma turma que faz isso?
– Quando vi James pela primeira vez, eu ainda consegui falar com ele no final do show, isso lá em Porto Alegre, mas não rolou foto, embora eu tenha conseguido autógrafo. Mas eu não tinha prática de stalker, por isso nem fui atrás da foto em aeroporto ou hotel. Tem muita gente quer isso.

E quem vai ser a próxima vítima?
– Eu queria que fosse o Ed Sheeran. Mas o show do James me quebrou, então vai ficar pra próxima. Os próximos da lista são Matt,Dom e Chris. Três marmanjos que tocam numa banda chamada Muse.

Teve um chameguinho com James Blunt também. FOTO: FACEBOOK
Teve um chameguinho com James Blunt também. FOTO: FACEBOOK

Isso em outubro?
– Espero que sim

E quais suas dicas para quem quer stalkear também?
– Tem o lance do comportamento nessas abordagens, sabe?

Não pode se descabelar, gritar, dar uma de louca?
– Isso!

E como tem q ser?
– Tipo, no dia antes do Lollapalooza, uma galera foi no (Hotel) Fasano, e estavam fazendo um mega barulho pelo o que eu soube. Até cantaram! O Muse não desceu, nem na janela eles apareceram. Não pode haver gritos ,histeria essas coisas porque quem não gosta disso, principalmente, são os seguranças. Eles ficam p… da vida. Temem pela segurança dos artistas.
Então… Fiquei sabendo por uma amiga que eles iriam embora 22h do dia 6 de abril (de 2014). Daí fui com outra amiga que me levou pro Fasano porque eu não sei andar em São Paulo.
Chegamos lá umas 13h mais ou menos. Nem sinal deles. Já tinham uns fãs, uns dez. Ficamos lá de plantão. Alguns outros fãs chegaram e erámos uns 13 agora. As 15h, o Chris saiu. Pela frente do hotel com um amigo da banda que eu não sei quem é. Enfim, como estávamos todos entretidos conversando, não vimos, mas uma fã da Argentina sim. Então, corremos atrás dele.
Mas nem todos foram porque ficaram na dúvida. Acharam ele muito diferente e tal. Só tinham umas seis pessoas quando corremos. Todos calmos, tranquilos, Chris atendeu de boa, e deixamos que ele fosse pra padaria. Voltamos para a calçada que ficava de frente para o hotel. O Chris voltou lá pelas 16h, de novo pela frente do hotel, e nos atendeu de novo. Ele estava adorando conversar com a gente. Gostou da nossa educação, com certeza, e eu dei graças a Deus pelo bom comportamento da galera.
Umas 17h:30 uma van veio pegar Tom Kirk e Morgan Nicholls. Ainda falei com eles, mas não rolou foto. Eles estavam com pressa. Acho que foram na frente pra fazer o check in dos outros. As 18h duas vans chegaram. Todos na expectativa, muita tensão. Eu estava pálida. A minha amiga que avisou que eles iam embora 22h,foi lá pra me ajudar. Achávamos que eles iriam entrar na van,e nem falar com a gente.
As 19hs,o tour manager saiu, ficou na calçada do hotel,fez uma contagem de quantas pessoas tinham e voltou pra dentro. Dez minutos depois, um cara brasileiro da staff veio com a boa notícia : Façam uma fila organizada, calmamente, sem desespero, porque Dominic e Matthew vão atender um por um. Nunca, nem em meus sonhos mais loucos, eu teria imagino algo assim acontecendo.

O que é Stalker?
Stalker é uma palavra inglesa que significa “perseguidor”. É aplicada a alguém que segue de forma insistente e obsessiva uma outra pessoa que, em muitos casos, é uma celebridade.

Lançamentos · Literatura

Rubem Fonseca lança Histórias curtas

Ao completar 90 anos, Rubem Fonseca lança, hoje, pela Editora Nova Fronteira, mais uma obra inédita: Histórias curtas. A coletânea, que reúne 38 contos bem concisos, trata de temas como a velhice, o excesso de peso e outras questões que envolvem a decadência humana. Desta vez, porém, Rubem dá ênfase especial à loucura e à desordem mental do ser humano. Esquizofrênicos que tomam choque elétrico, um sujeito que se apaixona por uma árvore, um palhaço que destrambelha, pessoas que têm complexo de perseguição são alguns dos personagens marcantes deste livro.

As histórias também contam com o humor já conhecido do escritor e assuntos improváveis ganham reflexão, como no conto “O peido”: “Não há quem não ame o perfume do próprio peido. Mas todos odeiam o das outras pessoas, acham-no de um fedor desagradável, insuportável mesmo. Até o dos respectivos consortes, com quem invariavelmente dividem o mesmo lençol.”

Desde que chegou à editora, em 2009, o autor lançou três inéditos: JoséAxilas e outras histórias indecorosas; e Amálgama, vencedor do Prêmio Jabuti 2014 na categoria Contos e Crônicas. Autor que levou vários escritores a seguirem o mesmo caminho, Rubem Fonseca escreveu 29 livros, entre os quais romances, novelas, coletâneas de contos e O romance morreu, que reúne crônicas publicadas no Portal Literal. Entre suas principais obras estão Lúcia McCartney (1969), O caso Morel (1973), Feliz Ano Novo (1975), O cobrador (1979),A grande arte (1983) e Agosto (1990). Rubem Fonseca recebeu seis vezes o Jabuti e, em 2003, os prêmios Juan Rulfo e Camões.

FICHA TÉCNICA

Título: Histórias curtas

Autor: Rubem Fonseca

ISBN: 9788520933992

Preço: R$ 34,90

Formato: 13,5 x 20,8 cm

Páginas: 176 páginas

Caiu na rede

Live Action de Shingeki no Kyojin estreia dia 1º de agosto no Japão

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Maior fenômeno no Japão em 2013, o anime Shingeki no Kyojin vai virar filme live action e já tem estreia marcada para o dia 1º de agosto na terra do sol nascente. A animação ocorre num mundo onde a população humana vive dentro de cidades cercadas por enormes muros construídos como defesa para o súbito aparecimento dos Titãs, criaturas humanoides gigantescas que devoram humanos sem motivo aparente.

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O foco inicial é Eren Yaeger, sua irmã adotiva, Mikasa Ackerman, e seu amigo de infância, Armin Arlert, que se tornam militares para combater os Titãs após terem sua cidade destruída e a mãe de Eren ser morta. O filme deve sofrer algumas alterações, como a inclusão de novos vilões e caracteres de personagens. Nada que desagrade aos otakus de plantão, ou não.

A segunda temporada do anime foi anunciada em novembro do ano passado e está prevista para ser lançada em 2016. Vale a pena conferir a primeira.

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Elenco:

Eren: Haruma Miura;
Mikasa: Kiko Mizuhara;
Armin: Kanata Hongo;
Hanji/Hange: Satomi Ishihara;
Sasha: Nanami Sakuraba;
Jean: Takahiro Miura;
Shikishima: Hiroki Hasegawa;
Hiana: Ayame Misaki;
Souda: Pierre Taki;
Kubal: Jun Kunimura;
Fukushi: Shu Watanabe;
Sannagi: Satoru Matsuo;
Lil: Rina Takeda.

Segue um aperitivo  do longa

 

 

Caiu na rede

Veja imagens inéditas (e em cores) da Alemanha pós-guerra

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Foi disponibilizado no último dia 28 de abril, um vídeo com  imagens de uma Alemanha que tentava se reerguer após a Segunda Guerra Mundial. O vídeo de sete minutos já obteve quase 3 milhões de visualizações e mostra um País destruído e uma população envergonhada tentando recuperar a imagem perdida naquela que foi a pior de todas as batalhas já enfrentadas até então. Da glória à destruição total. Vale a pena dar uma conferida.