Programação

Seca no Ceará é tema de exposições

O Arquivo Público e a Biblioteca Pública Espaço Estação, equipamentos da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, seguem com exposições sobre a Seca no Ceará.  Cada uma das mostras, traz um olhar sobre as secas de 1877, 1915, 1932  e, ainda, as secas da década de 70 no Estado.

Em cartaz até 20 de agosto, no Arquivo Público do Ceará, a exposição “Memórias das Secas em Documentos de Arquivo”, retrata através de documentos de época, o drama vivenciado nos períodos de estiagem, a migração de milhares de flagelados, a repercussão em cidades como Fortaleza e até a instalação de campos de concentração. A mostra inclui 30 documentos referentes às secas de 1877, 1915, 1932 que marcaram a história do Ceara. O Arquivo Público do Ceará fica na Rua Senador Alencar, 348, Centro), funcionando de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.e segue

O outro equipamento que traz exposição sobre o tema é a Biblioteca Pública do Estado Espaço Estação. Lá é possível conferir “100 Anos da Seca de 1915”, mostra composta por fotografias do Interior cearense, de autoria de Ricardo Schmitt. A Biblioteca segue aberta à visitação na Rua 24 de Maio, 60, Centro, ao lado da Praça da Estação), de segunda a sexta das 8h às 17h e aos sábados de 8h às 18h. Toda as exposições são gratuitas.

Últimos dias para conferir a Exposição Mostra da Gravura Brasileira

Em cartaz até 1º de agosto, sábado, no Sobrado Dr. José Lourenco, a mostra “Traços da Gravura Brasileira” reúne obras de artistas como Abraão Batista, Aldemir Martins, Babinski, Cícero Dias, Clóvis Graciano, J. Borges, José Lourenço, Mariza Viana, Marcelo Grassman, Rossino Perez, Regina Silveira, Stênio Diniz e Volpi chegam ao Sobrado Dr. José Lourenço.

A ideia é trazer ao visitante obras pouco conhecidas destes 13 grandes nomes das artes visuais brasileiras, com trabalhos de grande beleza e significado. As gravuras possuem como inspiração o Brasil, a sua natureza, o seu povo e os seus problemas. Cada quadro apresenta-se em sua multiplicidade e beleza de formas e técnicas, incluindo xilogravura, água-forte e serigrafia

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Programação

Governo do Ceará realiza primeira edição do projeto “Arte na Praça”

card1Uma programação diversificada com contação de histórias, teatro, show de palhaços e de mágicos. A primeira edição do “Arte na Praça” acontece neste sábado (1) na Praça Luíza Távora, em Fortaleza, e vai animar as famílias que visitarem o espaço a partir das 16h30. A ação é promovida pelo Governo do Estado em parceria com o Serviço Social do Comércio Ceará (Sesc-CE) e a C. Rolim Engenharia.

O “Arte na Praça” é uma iniciativa articulada pela primeira-dama do Estado, Onélia Maria Leite de Santana, como evento parceiro do Programa para o Desenvolvimento Infantil – Mais Infância Ceará, que transformará praças em ambientes propícios para o desenvolvimento social de crianças de 0 a 14 anos, contribuindo, através de brincadeiras e atividades culturais, com a formação cognitiva e educacional.

“A meta é promover o desenvolvimento infantil e, brincando, as crianças estão se desenvolvendo. Com o Arte na Praça vamos dar oportunidade de lazer e cultura. Queremos estimular as famílias para que levem as crianças para brincar no espaço ao ar livre”, pontuou a primeira-dama.

Segundo o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-CE), que engloba o Sesc, Luiz Gastão Bittencourt, o evento tem o intuito de dar opção de lazer para os pequenos no espaço público, onde toda a família possa participar. “A expectativa é que essa ação inicial abra portas para vários projetos de uma parceria com o Governo do Estado, não só na praça, mas em várias outras áreas de atuação do Sistema Fecomércio”, destacou.

Já a diretora comercial e de marketing da C. Rolim Engenharia, Ticiana Rolim, ressaltou que a empresa tem a preocupação de proporcionar para a sociedade e para os funcionários ações de bem estar, lazer, atividades esportivas, saúde, meio ambiente e cultura. “O Arte na Praça é mais uma ação que faz parte do projeto Ser do Bem. A ideia é aproveitar a Praça Luíza Távora, que é super rica, com movimento de crianças, e levar a cultura para essas crianças”, citou.

SERVIÇO:

Governo do Estado promove “Arte na Praça” para crianças

Data: sábado, 1º de agosto
Horário: 16h30

Local: Praça Luíza Távora, em Fortaleza

da assessoria

Programação

Cineteatro São Luiz tem programação especial no fim das férias

O clássico Casablanca, de 1942, é  uma das principais atrações do equipamento.
O clássico Casablanca, de 1942, é uma das principais atrações do equipamento.

O Cineteatro São Luiz preparou uma programação especial neste fim de férias com clássicos do cinema, blockbusters e filmes infantis. A partir das 12h30 desta sexta-feira, a sessão “Café com Curtas” exibe “Memórias do Edifício São Pedro”, de Rebeca Prado, e “Raimundo dos Queijos”, de Victor Furtado. Do cearense Leonardo Mouramateus, o Cinema do Ceará, apresenta às 15h, o “Lagoa Remix” e logo após, em  primeira temporada de exibição no São Luiz,  “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” (2015), do norte-americano Colin Trevorrow (classificação indicativa: 12 anos).

Às 18h, na sessão “Nossos Clássicos”, o São Luiz traz o “Bem me quer”, filme de Levi Magalhães, de 2014. E, dando sequência será apresentado o clássico “Casablanca”, de 1942, dirigido por Michael Curtiz (classificação Indicativa: 12 anos), com os eternos astros Humphrey Bogart e Ingrid Bergman.

No sábado, 1/8, a programação da sessão matinês começa às 11h, com um dos filmes de animação mais concorridos pelo público infanto-juvenil, os“Minions”, de Chris Renaud (EUA, 2015, classificação livre, dublado). No turno da tarde, também no sábado, às 15h tem nova sessão com “Lagoa Remix”, do cearense Leonardo Mouramateus, e de “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” (2015), do norte-americano Colin Trevorrow (classificação indicativa: 12 anos).

Já à noite, às 18h, a sessão “Nossos Clássicos”, traz nova oportunidade para os amantes do cinema assistirem a “Bem me quer”, filme de Levi Magalhães, de 2014, e ao clássico “Casablanca”.

No domingo, 2/8, segue a mesma programação, com as sessões de 15h e 18h. Às 15h com ““Lagoa Remix”, do cearense Leonardo Mouramateus, e “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” (2015). Às 18h, com “Bem me quer”, filme de Levi Magalhães, de 2014, e o clássico “Casablanca”.

Caiu na rede · Programação

Maestrick interpreta músicas de disco clássico do Queen

Banda se apresenta nesta sexta-feira,em São Paulo. FOTO: DIVULGAÇÃO
Banda se apresenta nesta sexta-feira,em São Paulo. FOTO: DIVULGAÇÃO

Em março de 1974, o Queen lançava o seu segundo álbum, denominado Queen II, com uma sonoridade superior ao anterior, Queen, com músicas que seriam a base para grandes clássicos, como The March Of the Black Queen, que tem estrutura semelhante à operística Bohemian Rhapsody; e Seven Seas Of Rhye, primeiro single de sucesso da banda. Eis que mais de quatro décadas depois, o  Maestrick, banda de  metal progressivo do Interior de São Paulo aceitou o desafio do Sesc para tocar na íntegra todas as músicas do disco.

A informação pegou fãs da banda de Freddie Mercury e companhia de surpresa, e todos estão ansiosos para acompanhar as versões que o Maestrick preparou para a noite desta sexta-feira (31), uma vez que há canções que nunca foram executadas ao vivo, nem mesmo pelos integrantes do Queen.  Ogre Battle, por exemplo, um dos primeiros heavy metal da banda, e um dos mais pesados já escrito por Mercury, é  de uma execução ímpar ao vivo, tanto que o grupo a utilizou em diversos shows até o fim dos anos 1970.

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A ideia para interpretar um disco do Queen na íntegra partiu do Sesc Rio Preto, em São Paulo, que no mês de julho promoveu um projeto chamado Rock Conceitual, que escolhe algumas bandas para executar discos clássicos. “Para nossa felicidade, o Sesc escolheu o Maestrick pela identidade que temos com a música deles e por termos executado em alguns shows o cover de “Bohemian Rhapsody”. Na banda somos todos fãs, mas eu, em especial, tenho tudo deles e coincidentemente o “Queen II” é meu disco preferido”, disse o vocalista Fábio Caldeira. O disco também é o favorito de Brian May.

O Maestrick, que tem influência clara da banda britânica, segundo Caldeira, procura sempre fazer o trabalho de forma espontânea, analisando cada nota, cada palavra, cada arranjo, sem se preocupar em ficar dentro da mesma estética sempre. “A discografia do Queen fala por si só nesse quesito. E claro, as apresentações ao vivo, onde sempre temos a ideia de levar o melhor possível, não importa para onde formos. Nosso show tem começo, meio e fim. Como uma peça teatral, uma ópera rock”, explica.

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A banda entende muito bem a responsabilidade de interpretar o disco

Parece um tanto perigoso para um banda atual interpretar os sons desse disco, que é tido como um verdadeiro embrião do que viria a ser o Queen nos anos seguintes. Mas para Fábio Caldeira, buscando entender o contexto, as ideias e o conceito por trás do disco, com seus arranjos e músicas, você acaba conseguindo conquistar os fãs e um  novo público.

“O Maestrick entendeu a missão, e por isso, com respeito e muito estudo, as coisas estão indo muito bem”. O grupo está trabalhando em um novo disco, mas algumas propostas de shows surgiram, e a banda está estudando a possibilidade de fazer uma pequena tour em setembro. Vai depender do feedback dado pelo show de logo mais.

Sobre o Maestrick

O Maestrick é uma banda de músicas próprias, que tem nove anos de existência. Ele trabalha na linha do Heavy Metal/Rock Progressivo, anexando sempre outros estilos, desde música regional até world music em geral. Eles trabalham com um conceito por trás dos trabalhos, e as músicas normalmente são trilhas sonoras de histórias.

O primeiro titulo da banda, intitulado “Unpuzzle!”, saiu em dezembro de 2011 no Brasil e depois foi lançado  mundialmente através de uma gravadora da Alemanha. “No momento estamos finalizando a pré-produção do nosso segundo disco, que temos a intenção de lançar no ano que vem e então partir para uma turnê”, explicou o vocalista.

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Queen II (1974)

Procession” (Instrumental)
“Father to Son”
“White Queen (As It Began)”
“Some Day One Day”
“The Loser in the End”
“Ogre Battle”
“The Fairy Feller’s Master-Stroke”
“Nevermore”
“The March of the Black Queen”
“Funny How Love Is”
“Seven Seas of Rhye”

Lançamentos · Música

Artur Menezes lança “Drive Me” em Fortaleza

O guitarrista se apresenta no Dragão do Mar nesta sexta-feira. FOTO: ANA LU GROSSO

Artur Menezes, o antigo “menino prodígio do blues” e agora o “homem virtuoso do blues”, já se consolidou na cena local como um dos principais artistas da nova safra da música cearense, e prepara para amanhã um show de lançamento de seu mais novo disco “Drive Me”, com uma pegada mais madura e diversificada. Tem uma coisa que encanta os fãs do artista de cara. Além de ser um excepcional guitarrista e vocalista, Menezes é uma simpatia só, e falou para o blog sobre o álbum que vai ser lançado em um showzaço no Dragão do Mar.

Para melhorar o contato com seus admiradores, Menezes deve aprimorar seu site oficial na internet, e sempre que pode está respondendo às pessoas nas redes sócias. Essa interação tem possibilitado uma aproximação maior com o artista, que vem há 12 anos tocando não somente em casas de shows do Ceará, mas de outros estados e até fora do País.

Morando há cinco anos em São Paulo, ele acredita que  cena cearense do blues, até por ser menor, é mais unida. A associação Casa do Blues, que ele ajudou a conceber, tem ajudado e muito a consolidar esse espaço no Estado. Diferente de outros artistas que demoram até anos para concluir um trabalho, Drive Me foi feito em poucos dias e traz um pouco de rock, country, funk, soul, dentre outros sons. Segue a entrevista.

 

O que as pessoas podem desse novo disco?

AM – Um disco mais maduro. Maturidade que veio com a idade mesmo e com a estrada. Estou com 30 anos, acho que essa denominação que me deram já está ultrapassada (menino prodígio do Blues). As composições mais trabalhadas, melhor execução no canto e na guitarra e um cuidado maior na produção e gravação.

Que influências estão aí contidas? Aliás, quem tem te influenciado desde o início da carreira?

AM – Minhas influências são muitas. Então quando componho meu blues ele sempre tem uma pitada de outros estilos que curto (rock, country, funk, soul etc). De influências não exatamente para esse disco, mas minhas mesmo posso citar Stevie Ray Vaughan, Jimi Hendrix, Eric Gales, BB King, Albert King, James Brown, Luiz Gonzaga, Matt Schofield, Buddy Guy e muitos outros.

O mercado cearense entende e consome bem este tipo de som que você faz?

AM – Estou morando em São Paulo há cinco anos, então não estou acompanhando de perto a cena blues no Ceará. Mas sei que tem muita coisa boa acontecendo com as bandas da associação Casa do Blues. Em SP, por ser muito grande, a cena é um pouco menos unida. São muitas cidades e muitos artistas. Não dá pra reunir todo mundo. Mas circulo bastante na capital e em cidades do interior e em festivais.

Você conheceu o blues através do rock. Você tem acompanhado a cena roqueira do Ceará? Muita coisa nova, experimental e boa tem surgido. O que está faltando para que os produtores percebam isso e invistam nesse som?

AM – Não venho acompanhando, mas sei que tem uma galera massa. O que noto é que muitas bandas sempre esperam que as coisas aconteçam (não todas, obviamente). Talvez o que falte mesmo é o “santo de casa fazer milagre”. O público, a mídia e os produtores locais valorizarem mais os artistas locais.

 

Com o seu retorno aos estudos, no ano passado, o que mudou? O que foi aperfeiçoado?

AM – A técnica no canto e na guitarra melhoraram bastante. Estou sempre estudando, agora por conta própria – realmente não consigo durar por muito tempo em um ambiente acadêmico. (risos) Mas quanto mais sabemos, mais sabemos que nada sabemos.

Como você tem acompanhado as mudanças ocorridas na indústria fonográfica com o advento da Internet? É algo que mais fascina ou mais assusta?

AM- Ambos. Recentemente escrevi para uma revista especializada em guitarra justamente sobre esse assunto. Por um lado temos muitas facilidades que nos ajudam a economizar, mostrar a cara e ter o trabalho conhecido por mais pessoas. Por outro lado, essa facilidade faz com que tudo seja muito rápido, principalmente o consumo. Os trabalhos consistentes e de qualidade sempre conseguem sobreviver diante disso.

Aos fãs que vão assistir o seu show no Dragão, o que eles podem esperar?

AM – Opa! Nesta sexta-feira, 31/7, às 22h, convido todos para curtir o show de lançamento do meu novo disco, “Drive Me”. Vai ser um show com uma super banda e com grandes músicos. Vale a pena conferir! Um grande abraço e tudo de bom!

 

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Drive Me

Artur Menezes (2015)

Drive Me

I Have Screwed Up

Bitterness

Getting Cold

Novos Ares

More Than You Know

Nosso Shuffle

Too Soon

Cartão Postal

 

Caiu na rede · Lançamentos · Programação

Conheça os 25 maiores filmes americanos de todos os tempos

Os filmes americanos estão entre aqueles mais exportados em todo o mundo. Os Estados Unidos têm sido considerado ao longo da história uma potência no que diz respeito ao desenvolvimento do cinema, a partir de longas de entretenimento até produtos mais indepentes e de vanguarda. Em reconhecimento à influência do cinema americano, a BBC Cultura entrevistou 62 críticos de cinema em todo o mundo e listou os 100 maiores filmes americanos de todos os tempos.

Para deixar a postagem mais simplificada e menos cansativa, enumerei os 25 melhores filmes segundo a lista da BBC, e aqui vos apresento com algumas sinopses. Nos 25 mais do cinema americano, pode-se constatar que sete deles foram produzidos na década de 1970 e quatro nas décadas de 1940 e 1950. Três foram feitos na década de 1920 e 1960, e nas décadas de 1980, 1990 e anos 2000 são representados por apenas um filme cada.

Na lista temos David Lynch, Martin Scorsese, Woody Allen, Charles Chaplin e Francis Ford Coppola e Orson Welles entre as estrelas que dirigiram os maiores filmes da história. Mas afinal de contas, o que define um filme americano?

Para efeito desta pesquisa, como explica a BBC Cultura, é qualquer filme que recebeu financiamento de uma fonte norte-americana, sendo que os diretores não têm que, necessariamente, terem nascidos nos Estados Unidos. Na lista dos 100 mais, pelo menos 32 filmes foram dirigidos por cineastas nascidos em outro lugar. Cada crítico que participou da pesquisa apresentou uma lista de 10 filmes, com a sua escolha para o melhor filme que recebeu 10 ponto. O resultado está na lista a seguir.

Faça a coisa certa
25.Faça a coisa certa  (1989)

O filme conta a história de um italiano proprietário de uma pizzaria em uma zona problemática de Nova York nos anos 1980, cuja maioria dos moradores é negra.  Seu negócio atrai clientes, até ele se envolver em discussões e bate-bocas com alguns moradores do bairro, gerando um conflito inter-racial.

Se Meu Apartamento Falasse (1960)
24.Se Meu Apartamento Falasse (1960)

Querendo agradar seus chefes e, em consequência, subir na vida, um homem solteiro resolveu emprestar seu apartamento para que os executivos casados pudessem ter encontros amorosos. Mas a situação sai de controle quando ele se apaixona pela amante de um de seus chefes.

Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977)
23.Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977)

O filme conta a história de Alvy Singer (Woody Allen), um humorista judeu e divorciado que faz análise há quinze anos. Ele acaba se apaixonando por Annie Hall (Diane Keaton), uma cantora em início de carreira, e com a cabeça um pouco complicada. Em pouco tempo estão morando juntos e não demora para se iniciar um período de crises conjugais.

Ouro e Maldição (1924)
22.Ouro e Maldição (1924)

O dentista McTeague, de São Francisco, se apaixona por Trina, uma mulher de quem fez tratamento dentário. Seu melhor amigo e também rival do amor de Trina é Marcus, que permite que Mac se case com Trina, mas muda de ideia depois que a mulher ganha na loteria. Ele então aciona seus contatos no governo local, e consegue acabar com a vida de Mac, que fecha o consultório, passa a beber e a bater na mulher.

Cidade dos Sonhos (2001)
21.Cidade dos Sonhos (2001)

Uma mulher morena é atacada por um assassino profissional, mas escapa após ambos se envolverem em um acidente de carro na Avenida Mulholland em Hollywood, onde apenas a mulher sobrevive. Ela anda até Los Angeles, onde entra em um apartamento recentemente desocupado por uma mulher ruiva. Uma aspirante a atriz chamada Betty Elms chega ao apartamento e encontra a morena, que está com amnésia e não se lembra de quem é, adotando o nome “Rita” após ver o pôster de um filme estrelado por Rita Hayworth na parede. As duas decidem olhar na bolsa de Rita em busca de pistas e encontram uma grande quantia em dinheiro e uma chave azul.
Paralelamente, em uma lanchonete, um homem conta a seu amigo que teve um pesadelo em que havia um monstro nos fundos da lanchonete. Os dois decidem investigar, e a criatura aparece, deixando o homem que teve o pesadelo paralisado de medo.

Os Bons Companheiros (1990)
20.Os Bons Companheiros (1990)

Querendo fazer parte de algo significativo, Henry sai da escola e vai trabalhar para eles. Seu pai um irlandês-americano, conhecendo a verdadeira natureza da máfia, tenta impedir que Henry depois de saber da sua falta da escola, mas os bandidos ameaçam o carteiro local, com consequências terríveis que ele deveria entregar as cartas da escola para os mafiosos
. Henry é capaz de ganhar a vida por si mesmo e aprende duas lições mais importantes na vida: “Nunca traia seus amigos, e sempre mantenha a boca fechada”, o conselho é dado a ele depois de ser absolvido das acusações criminais no início de sua carreira.

Taxi Driver (1976)
19.Taxi Driver (1976)

Travis Bickle  é um jovem de 26 anos frustrado e alienado do meio-oeste dos Estados Unidos, que alega ter sido recentemente dispensado do Corpo de Fuzileiros Navais. Ele sofre de insônia e consequentemente arranja um emprego como taxista na cidade de Nova Iorque, oferecendo-se para trabalhar no turno da madrugada.
Travis passa o seu tempo livre assistindo a filmes pornográficos em cinemas imundos, dirigindo-se sem rumo pela periferia de Manhattan. Também observa Nova York de seu táxi e irrompe com violência contra o que julga ser a escória que contamina a cidade.


18.Luzes da Cidade (1931)

O enredo gira em torno do Vagabundo, novamente sem dinheiro e sem onde morar, e de uma jovem e pobre florista cega pela qual ele se apaixona. A garota o confunde com um milionário e, para não desapontá-la, o vagabundo finge ser rico. Posteriormente, ele impede um milionário bêbado de suicidar-se e, devido ao seu ato heróico, tornam-se grandes amigos, mas sempre quando o milionário fica sóbrio ele não se lembra mais do vagabundo nem do que ocorreu enquanto estava bêbado.

Em busca do ouro (1925)
17.Em busca do ouro (1925)

Neste filme, o Vagabundo vai tentar a sorte em Klondike, no Alasca, na “febre do ouro” em 1898, em busca da riqueza e felicidade. Carlitos está a procura de minas de ouro, e vai andando na procura deste. Enquanto isso Jim MacKay, mais conhecido como Big Jim está demarcando as suas terras, e consegue achar uma montanha de ouro.

Onde os homens são homens (1971)
16.Onde os homens são homens (1971)

Ao perambular pelo inóspito Velho Oeste, durante o Inverno de 1902, o jogador John McCabe chega à cidadezinha de Presbyterian Church e decide abrir um prostíbulo ali. Logo aparece Constance Miller, madame que se oferece para tocar o empreendimento, de vez que é escolada na profissão.
Os negócios vão bem, a cidade cresce, e isso acaba por atrair especuladores interessados no solo do lugar, rico em minério. Eles querem que McCabe caia fora, mas ele se recusa. Tudo, enfim, é decidido em um surreal duelo num campo coberto pela neve.

Os melhores anos de nossa vida (1946)
15.Os melhores anos de nossa vida (1946)

Após a Segunda Guerra Mundial, Fred Derry, Homer Parrish e Al Stephenson se encontram num voo em avião militar para Boone City (cidade fictícia)1 ). Fred é um condecorado capitão da Força Aérea, Homer é um marinheiro que perdeu as duas mãos após seu navio ser atacado e que foram substituídas por próteses mecânicas de duplo gancho e Al serviu na Infantaria do Exército como sargento de pelotão no Pacífico.

Nashville (1975)
14.Nashville (1975)

O filme se baseia, com um certo clima de sátira, no ambiente empresarial da música country e gospel existente em Nashville, Tennessee, combinado com uma campanha política para a presidência dos Estados Unidos.
O enredo do filme entrelaça múltiplas histórias que convergem no clímax final que ocorre no Partenon daquela cidade (uma réplica do Partenon original ateniense). Com muitos números musicais, a canção-tema do filme, “It Don’t Worry Me”, ouvida esporadicamente durante o desenrolar da história, é cantada no final.

Intriga Internacional (1959)
13.Intriga Internacional (1959)

Um inocente executivo de publicidade, Roger Thornhill, confundido com um agente chamado George Kaplan, é perseguido através dos Estados Unidos por agentes de um misteriosa organização, que acreditam que ele esteja interferindo com o roubo de um microfilme secreto.

Chinatown (1974)
12.Chinatown (1974)

Na década de 1930, em meio as guerras da água na Califórnia, J.J Gittes é um detetive de Los Angeles especializado em casos matrimoniais. É contratado por Evelyn Mulwray para investigar uma suposta traição do marido, Hollis Mulwray, engenheiro-chefe da Companhia de Água e Energia de Los Angeles.
Gittes descobre que Hollis mantem um relacionamento com uma moça, porém, é surpreendido quando a verdadeira Evelyn Mulwray aparece em seu escritório disposta a processá-lo. Em seguida, Hollis aparece morto em um reservatório e Gittes decide descobrir quem o enganou. Sua busca revela uma trama de desvio de fornecimento de água, aquisições de terras no Vale de São Fernando e o envolvimento de pessoas ligadas a Companhia de Água e Energia, e até do pai de Evelyn, Noah Cross.

Soberba (1942)
11.Soberba (1942)

A bela Isabel reina na mansão Amberson, a mais espetacular de Indianápolis. Isabel ia casar-se com Eugene, brilhante inventor, mas ele a humilhou em público um dia e ela acabou se decidindo por Wilbur Minafer. O casal tem um filho, George, arrogante, invejoso, intratável.
Após a morte de Wilbur, Eugene, agora rico fabricante de automóveis, corteja novamente Isabel, que o aceita. George, porém, deseja a mãe só para si e faz de tudo para atrapalhar o namoro. Com a ajuda da tia Fanny, ele provoca e também acaba vítima de uma série de infortúnios que se abate sobre os Ambersons.

Poderoso Chefão II (1974)
10.O Poderoso Chefão II (1974)

Na segunda parte da saga da família Corleone, que terminou em 1974, são contadas duas histórias paralelas. A primeira é a continuação de The Godfather. Agora, Michael está mais maduro e ousado no controle da família, e os Corleones tentam expandir seu império atuando na costa leste dos Estados Unidos. Paralelamente, o filme apresenta toda a infância e a mocidade de Vito Andolini, que mais tarde seria conhecido como Don Vito Corleone.
Após a máfia local matar sua família, o jovem Vito foge da sua cidade na Sicília e vai para a América. Já adulto em Little Italy, Vito luta para ganhar a vida (legal ou ilegalmente) para manter sua esposa e filhos.


9.Casablanca (1942)

Durante a Segunda Guerra Mundial, Rick Blaine (Humphrey Bogart), um americano amargo e cínico, expatriado de causas desconhecidas, administra a casa noturna mais popular em Casablanca (Marrocos), o “Café de Rick” .
Esta também é uma casa de apostas que atrai uma clientela diversificada: as pessoas da França de Vichy, os funcionários da Alemanha Nazi, refugiados, políticos e ladrões.

Psicose (1960)
8.Psicose (1960)

O enredo gira em torno do encontro entre a secretária, Marion Crane (Leigh), que após dar um desfalque em seu empregador, vai parar num decadente motel, dirigido por um perturbado rapaz, Norman Bates (Perkins), e suas consequências a partir do encontro.

Cantando na chuva (1952)
7.Cantando na chuva (1952)

Don Lockwood é uma estrela do cinema mudo popular mas com raízes como um cantor, dançarino e dublê. Don mal consegue tolerar sua insípida “noiva” Lina Lamont, apesar do estúdio, Pictures Monumental, vender um relacionamento entre eles para aumentar sua popularidade. Lina está convencida de que eles estão apaixonados, apesar do tratamento negativo que ela tem dele.

Aurora (1927)
6.Aurora (1927)

Durante as férias de verão, uma excursão vinda da cidade chega a um bucólico vilarejo situado às margens de um lago. Fazia parte dessa excursão uma mulher que, semanas após todos regressarem à cidade, permaneceu no vilarejo porque havia se tornado amante de um fazendeiro.

Rastros de ódio (1956)
5.Rastros de ódio (1956)

Em 1868, o veterano ex-oficial confederado Ethan Edwards retorna da Guerra Civil Americana e vai para o rancho de seu irmão na zona rural do Texas. Pouco tempo depois de sua chegada, os Comanches matam seu irmão e sua cunhada e raptam as duas filhas, uma delas ainda menina.

2001 – Uma odisséia no espaço (1968)
4.2001 – Uma  odisséia no espaço (1968)

O filme lida com os elementos temáticos da evolução humana, tecnologia, inteligência artificial e vida extraterrestre. É notável por seu realismo científico, efeitos visuais pioneiros, imagens ambíguas que são abertas a ponto de se aproximarem do surrealismo, som no lugar de técnicas narrativas tradicionais e o uso mínimo de diálogo.

Vertigo (1956)
3.Vertigo (1956)

Depois de um incidente num telhado, quando um policial morreu devido a acrofobia e a vertigem do detetive da Policia de San Francisco (Califórnia) John “Scottie” Ferguson, ele se aposenta. Scottie tenta superar seu medo mas sua ex-noiva Midge Wood sugere que apenas por outro choque emocional ele seria curado.

O poderoso chefão (1972)
2.O poderoso chefão (1972)

No verão de 1945, Don Vito Corleone ouve pedidos de favores durante o casamento da sua filha Connie, enquanto o seu consigliere e filho adotivo, Tom Hagen, apenas escuta. O cantor e “afilhado” do Don, Johnny Fontane, pede ajuda para estrelar um filme que vai ajudá-lo a reerguer sua carreira.
Hagen vai a Califórnia para se encontrar com o chefe do estúdio Jack Woltz com o objetivo de adquirir o papel para Fontane. Depois de recusar-se a escalar Fontane, ele desperta na manhã seguinte com a cabeça decapitada do seu valioso e estimado cavalo Khartum na cama.

Cidadão Kane (1942)
1.Cidadão Kane (1942)

O filme inicia com a  morte de Charles Foster Kane, momentos antes da qual pronuncia a palavra “Rosebud”. Após dias de sensacionalismo em cima da notícia de sua morte, o jornalista Jerry Thompson (William Alland) é enviado por seu chefe para investigar a vida de Kane, a fim de descobrir o significado de sua última palavra (Rosebud).
Entrevistando pessoas do passado de Kane, o jornalista mergulha na vida de um homem solitário, que desde a infância é obrigado a seguir a vontade alheia. Ninguém a seu redor importa-se com Kane, que busca por meio da aquisição de bens a adoração das pessoas.

Programação · Teatro

A música brega será homenageada no Cineteatro São Luiz

Lúcio Ricardo é uma das atrações do evento neste início de fim de semana. FOTO: DIVULGAÇÃO
Lúcio Ricardo é uma das atrações do evento neste início de fim de semana. FOTO: DIVULGAÇÃO

O Cineteatro São Luiz ficará mais romântico nos dias 23 e 24 de julho, quinta e sexta-feira. Trata-se da programação especial “Tributo ao Brega”, uma verdadeira homenagem à música popular romântica, que contará com a exibição do filme “Vou rifar meu coração”, dirigido por Ana Rieper, quinta-feira (23/7), às 18h30, e show com direção musical do guitarrista cearense Mimi Rocha e participação dos cantores Lúcio Ricardo, Carol Oliveira e Di Ferreira, três grandes intérpretes da cena cearense, na sexta-feira, 24/7, às 19h, no Cineteatro.

O repertório do show, que também leva o nome de “Eu vou rifar meu coração” e tem ingressos populares (R$ 10,00 inteira e R$ 5,00), em sintonia com as diretrizes da política cultural do Estado, conta com canções imortalizadas pelos principais nomes da música popular romântica, como Odair José, Agnaldo Timóteo, Evaldo Braga, Nelson Ned, Amado Batista, Wando, entre outros. Também serão interpretados clássicos de Waldick Soriano, que gravou um histórico DVD no São Luiz, com produção de Patrícia Pillar. Os ingressos para o filme (R$ 6,00 inteira e R$ 3,00 meia) e o show já estão à venda na bilheteria do São Luiz e pelo link do Ingresso Rápido: http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=42283

No show o público poderá conferir grandes artistas da cena musical cearense, prestando tributo ao brega, com releituras na voz de três dos mais destacados intérpretes da capital: Lúcio Ricardo, Carol Oliveira e Di Ferreira. Tudo sob a direção musical de Mimi Rocha, guitarrista, violonista e arranjador que vem se notabilizando pela produção de espetáculos coletivos e shows temáticos especiais, como as apresentações de aniversário de Fortaleza, no Aterro da Praia de Iracema, e os shows em tributo à música cearense das décadas de 70, 80 e 90, apresentados no Centro Dragão do Mar.

Confira a programação:

Dia 23/07, quinta-feira
18h30 ‣ Sessão Sonora: VOU RIFAR MEU CORAÇÃO (2011) – Direção: Ana Rieper. Brasil. 78 minutos. Classificação Indicativa: 12 anos.
Sinopse: Documentário que trata do imaginário romântico, erótico e afetivo brasileiro a partir da obra dos principais nomes da música popular romântica, também conhecida como brega. Letras de músicas de artistas como Odair José, Agnaldo Timóteo, Waldick Soriano, Evaldo Braga, Nelson Ned, Amado Batista e Wando, entre outros, formam verdadeiras crônicas dos dramas da vida a dois. Em Vou rifar meu coração, os temas destas músicas se relacionam com as histórias da vida amorosa de pessoas comuns, enfrentando o desafio de falar sobre a intimidade de pessoas reais, em situações reais.

Dia 24/07, sexta-feira
19h ‣ Show “Eu vou rifar meu coração – Tributo ao Brega”
Resumo: O show “Eu Vou Rifar meu Coração” é um tributo à música brega, com direção musical do guitarrista cearense Mimi Rocha e participação dos cantores Lúcio Ricardo, Carol Oliveira e Di Ferreira. O repertório do show conta com músicas dos principais nomes da música popular romântica, também conhecida como brega.

Classificação etária: Livre.
Ingressos: R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia
Os ingressos para o show estão sendo vendidos no seguinte link:
http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=42283