Deus está vivo em O Novíssimo Testamento

O filme mais deliciosamente subversivo que vi em anos. O Novíssimo Testamento é imperdível. Não recomendável para fundamentalistas de qualquer idade ou credo. “Deus existe, e Ele vive em Bruxelas” –

Deus é um senhor malvado que vive em Bruxelas. Revoltada com o pai, a filha de 10 anos de idade decide revelar para todos os seres humanos a data e a hora de suas mortes, o que gera consequências inimagináveis. Essa é só a premissa. O bom mesmo está na direção, roteiro e atuações. Já virou clássico na minha vida.

Anúncios

Círculo de Fogo deu uma Transformersada

Filme de história confusa, direção preguiçosa e elenco com o mínimo de entrosamento possível. Nada parece funcionar no longa, sequência do lançamento de 2013, na época dirigido por Guillermo Del Toro Do herói estereotipado ao vilão idem tudo vai seguindo para um besteirol sem fim. Uma mistura sem graça (e é sem qualquer graça mesmo) de Transformers e o que há de pior nas sequências de Alien. Até a “homenagem” (?) ao clássico japonês Godzilla soa falso demais.

Fazendo uma análise mais técnica, percebe a construção equivocada de algumas personagens e diálogos fracos. Algumas cenas que seriam importantes para levar dramacidade à história foram, estranhamente, deletadas ou, simplesmente, sequer foram feitas. A trilha sonora não se encaixa em momento algum com o desenrolar do longa. Ainda que pouca coisa tenha funcionado no filme, a história até funciona no 3D para quem gosta de entretenimento descompromissado. –

Sinopse:

Filho de Stacker Pentecost, responsável pelo comando da rebelião Jaeger, Jake Pendergast era um promissor piloto do programa de defesa, mas abandonou o treinamento e entrou no mundo do crime. Quando uma nova ameaça aparece, Mako Mori assume o lugar que era do pai no comando do grupo Jaeger e precisa reunir uma série de pilotos. Ela procura o irmão Jake e decide lhe oferecer uma segunda chance para ajudar no combate e provar seu valor. –

As Duas Irenes é uma delícia de filme sobre encontros e descobertas

Isso que é filme, Brasil!!! Não essas bobagens de blockbusters que as salas de cinema insistem em empurrar goela abaixo pra gente. O longa, primeiro do diretor. Fábio Meira tem todos os ingredientes para uma história cativante.
O roteiro é simples: Irene, 13 anos, de família tradicional do Interior, descobre que o pai tem outra família, e outra filha, de 13 anos, de nome…Irene.

As atrizes que dão vida às duas Irenes se apresentam muito maduras nas cenas. Cada cena é uma descoberta, com trilha sonora sertaneja e paisagens que nos lembram a época de criança quando íamos visitar a casa dos avós. Filmao que 2017 nos presenteou.

Sinopse:

Irene (Priscila Bittencourt) é a filha do meio de uma família tradicional do interior, que um dia descobre que o pai (Marco Ricca) tem uma filha fora do casamento, também chamada Irene (Isabela Torres) e da mesma idade que ela. Revoltada com a descoberta, Irene passa a se aproximar de sua meio-irmã e da mãe dela, sem revelar sua identidade. É o início de uma cumplicidade entre elas, que passa também pela descoberta da sexualidade.

 

 

O clichê do cinema da causa LGBT em “Estereos”

Qualquer filme de causa LGBT que tenha sido lançado antes ou depois de Call me by your Name ou Moonlight, precisa de, no mínimo, uma história original e diálogos mais aprofundados, além de evitar alguns vícios do gênero. E é justamente aí que Estereos peca.

É um clichêzão sem fim: os meninos que não se largavam na infância e pré-adolescência e depois de anos se reencontram. Um vivendo com uma brasileira, já prestes a se casar, e o outro homossexual assumido.

É um roteiro bem comum e o desenrolar da história, preguiçosamente dirigida por Papu Curotto, não ajuda. Acho que já passou da hora do gênero se livrar de alguns clichês e partir para ideias mais originais. Não é tão difícil.

Cineteatro São Luiz comemora 60 anos ao som de grandes clássicos do cinema

A apresentação acontece no dia 26 de março, às 18h30, com entrada gratuita
Com um concerto de temas de filmes, a Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual do Ceará – OSUECE é a atração na Sessão Sonora especial em comemoração aos 60 anos do Cineteatro São Luiz, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará. A apresentação será no 26 de março, data do aniversário do São Luiz, às 18h30, com acesso gratuitoNo repertório, temas de filmes consagrados como Indiana Jones, E.T. – O Extraterrestre, A Missão e a saga de Guerra nas Estrelas, incluindo os temas da Princesa Leia, Mestre Yoda e Darth Vader.
Como parte da comemoração do aniversário do São Luiz, antes do concerto, às 16h, acontece a exibição do filme Lumière! A aventura começa, documentário francês de 2016. Com direção de Thierry Frémaux, o filme é uma jornada pelo universo dos fundadores do cinema, os irmãos Louis e Auguste Lumière.

 

O projeto da OSUECE é uma ação tríplice de ensino, pesquisa e extensão que atua como um forte agente aglutinador de músicos de diferentes camadas sociais e alunos matriculados em cursos superiores da UECE. É sobretudo uma orquestra jovem que tem um compromisso de inclusão social e acadêmica. Abre perspectivas para a orientação e apoio àqueles estudantes de música que procuram uma oportunidade de ingressar na universidade. A Reitoria e Vice-Reitoria da UECE, as Pró-Reitorias de Assuntos Estudantis–PRAE, de Extensão–PROEX, de Pesquisa e Pós-Graduação–PROPGP têm dado importantíssimo apoio à Orquestra.

 

SERVIÇO

 

ANIVERSÁRIO DO CINETEATRO SÃO LUIZ

CINEMA:

Lumière! A aventura começa – Dia 26 de março às 16h, exibição do documentário de Thierry Frémaux (França. 2016. Duração: 1h30. Legendado). Uma jornada pelo universo dos fundadores do cinema, os irmãos Louis e Auguste Lumière. Imagens históricas e um olhar único da França e do mundo da Era Moderna através de 114 breves filmes dos irmãos franceses restaurados em 4K e montados para celebrar o legado da dupla. Classificação indicativa: 12 anos. Entrada gratuita.

CONCERTO:

Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual do Ceará (OSUECE) – Dia 26 de março, às 18h30, concerto sinfônico com temas de filmes. Classificação indicativa: Livre. Entrada gratuita.

Endereço: Cineteatro São Luiz (Rua Major Facundo, 500 – Centro, Fortaleza-CE). Informações (85) 3252-4138.

 

Joaquim, uma história do Brasil

Para além da história de Joaquim José da Silva Xavir, ou Tiradentes, o longa Joaquim é um filme revelador sobre aqueles que vieram a construir a Nação em que vivemos atualmente.

O diretor, por diversas vezes, fez questão de colocar lado a lado o homem (ou mulher) negro, o índio, o brasileiro filho de portugueses e o português. É uma pequena mostra da miscigenação que formou o Brasil, esse país cheio de contrastes, e que há mais de 500 anos busca uma identidade no mundo. Merece muito a atenção e estudo de caso.


A história do que levou Joaquim José da Silva Xavier, um dentista comum de Minas Gerais, a se tornar Tiradentes, transformando-se em um importante herói e mártir nacional que veio a liderar o levante popular conhecido como a Inconfidência Mineira.

Hayao Miyazaki está de volta! E isso é muito bom

Em 2003, quando o filme “A Viagem de Chihiro” venceu o Oscar de Melhor Animação, Hayao Miyazaki se recusou a receber o prêmio como um protesto pela participação dos Estados Unidos na Guerra do Iraque;

– “A Viagem de Chihiro” foi o primeiro filme em língua não-inglesa a vencer na categoria de Melhor Animação;

– #HayaoMiyazaki, Isao Takahata, Toshio Suzuki e Joe Hisaishi já receberam diversos convites para ocuparem cadeiras na Academia, mas sempre recusaram.

#Miyazaki prepara para Março sua Nova produção, #Kemushinoboro

Do @ghiblibrasil