Lançamentos · Literatura · Programação

Grupo Ceará em Letras promove I Jornada Ceará em Letras

O  Grupo Ceará em Letras promoverá na UFC, no dia 26 de outubro,  a I Jornada Ceará em Letras, organizada por Fernanda Diniz, Fernângela Diniz, Alexandre Vidal Marilde Alves e Weelington Rodrigues. Desde 2013, o grupo de pesquisadores se reúne para publicar anualmente uma obra com ensaios sobre obras de autores cearenses.

Em comemoração dos 5 anos do projeto, promoveremos a Jornada como forma de valorizar ainda mais a produção dos nossos escritores cearenses. Na ocasião serão apresentados, por meio de mesas-redondas, os ensaios que fazem parte do livro Percursos da Literatura do Ceará, que será lançado no dia 27/10, no Teatro José de Alencar às 18h30min.

O livro é organizado por Fernanda Diniz, Fernângela Diniz, Alexandre Vidal e Wellington Rodrigues.

Neste ano, o Grupo apresenta ao leitor o livro Percursos da Literatura no Ceará, uma edição comemorativa dos cinco anos do projeto. Composto por 19 artigos, no livro são estudados Adolfo Caminha, Airton Monte, Airton Monte, Arievaldo Viana, Artur Eduardo Benevides, Caio Porfírio Carneiro, Carlos Câmara, Eduardo Campos, Francisco Melchíades, Jards Nobre, José de Alencar, Juvenal Galeno, Oliveira Paiva, Rachel de Queiroz e Roberto Pontes.

Essa edição especial apresenta duas partes. Na primeira parte, são apresentados os estudos sobre obras de autores cearenses. Na segunda, publicamos alguns textos literários de pesquisadores do grupo, entre eles estão Mary Nascimento da Silva Leitão, Marilde Alves da Silva, Vanessa Paulino Venancio e Francisco Wellington Rodrigues Lima.

Desse modo, ao longo desses anos, o Grupo Ceará em Letras vem se destacando no âmbito da crítica literária com foco na obra de autores que, embora tenham obras de grande valor artístico, ainda não foram abordados suficientemente pela academia.

 

PROGRAMAÇÃO
8h às 8h30min – Credenciamento
8h30 às 9h – Abertura
9h às 10h – Conferência: Literatura no Ceará –
Prof. Dr. Roberto Pontes
10h às 10h30min – Merenda
10h30min às 12h

MESA 1 – CULTURA, POLÍTICA E
EDUCAÇÃO NA LITERATURA DO
CEARÁ
Lendas e Canções Populares, de Juvenal Galeno: a expressão poética do povo brasileiro Alexandre Vidal de Sousa / Fernanda Maria Diniz da Silva
“Tudo é sertão é mito e encantação”: o espaço sertanejo no poema “Cântico dos Cânticos”, de Artur Eduardo Benevides Fernângela Diniz da Silva
Da realidade à ficção: o crime passional de Dona Guidinha do Poço Avanúzia Ferreira Matias / Janicleide Vidal Maia
A História da Educação Brasileira em A Normalista
Gildênia Moura de Araújo Almeida A justiça encarnada em Roberto Pontes Mary Nascimento da Silva Leitão / Cássia Alves da Silva
14h às 17h20mim

MESA REDONDA 2 – HISTÓRIA, FICÇÃO
E CRIAÇÃO LITERÁRIA
Airton Monte: o homem e a obra sob o prisma da criação literária
Cintya Kelly Barroso Oliveira/ Francisca Solange Mendes da Rocha
As modulações tensivas do desejo em Curral de Pedras e Pássaros sem Canção, de Jards Nobre Marilde Alves da Silva
José de Alencar: ficcionista antes de tudo
Aline Leitão Moreira / Maria Bernardete Alves Feitosa
As menininhas de Rachel de Queiroz: representações do comportamento feminino em meio a modernização conservadora durante a ditadura militar (1964-1975) Lia Mirelly Távora Moita

MESA 3: CONTO, CRÔNICA E TEATRO
NA LITERATURA DO CEARÁ
Carlos Câmara e a alvorada do teatro nacional: tradição, modernidade, cultura, história e memória; o Ceará contado, recontado e cantado em A Bailarina e o Casamento da Peraldiana Francisco Wellington Rodrigues Lima
Sertão, um “meio” denso e quente para as
crianças: o sentimento infantil no conto O Pato de Lilico, de Caio Porfírio Carneiro Elayne Castro Correia
O anti-herói na literatura de cordel: uma análise do comportamento do protagonista nos cordéis artimanhas de João Grilo, de Arievaldo Viana, e as astúcias do filho de João Grilo, de Francisco Melchíades Stefanie Cavalcanti de Lima Silva
Crônica: do gênero literário tupiniquim à terra da luz Maria Lílian Martins de Abreu

Agradecimentos finais e sorteio de livros

Anúncios
Literatura · Programação

Companhia das Letras é editora com mais publicações na disputa do Prêmio Jabuti

O Prêmio Jabuti divulgou nesta terça-feira, dia 3, os finalistas de sua 59ª edição. Dentre os indicados em diversas categorias, 29 obras foram lançadas pelo Grupo Companhia das Letras, e mais oito títulos lançados originalmente pela editora estão entre os finalistas na categoria Livro Brasileiro Publicado no Exterior.

Na categoria Romance, uma dos principais da premiação, estão entre os finalistas os autores Bernardo Carvalho, Elvira Vigna, Maria Valéria Rezende, Michel Laub, Silviano Santiago, José Luiz Passos e Javier Arancibia Contreras. A cerimônia de entrega do Prêmio Jabuti 2017 será realizada no dia 30 de novembro, onde também serão revelados os vencedores do Livro do Ano em Ficção e Não Ficção.

Conheça os finalistas publicados pelo Grupo Companhia das Letras.

 

Biografia

Diários da presidência 1997-1998, de Fernando Henrique Cardoso (Companhia das Letras)

Roberto Civita: O dono da banca, de Carlos Maranhão (Companhia das Letras)

 

Capa

Os Buddenbrook, de Thomas Mann. Capista: Raul Loureiro (Companhia das Letras)

Ciência da natureza, meio ambiente e matemática

A espiral da morte, de Claudio Angelo (Companhia das Letras)

 

Ciências da saúde

Palavra de médico, de Drauzio Varella (Companhia das Letras)

 

Ciências Humanas

A nervura do real II, de Marilena Chaui (Companhia das Letras)

Trópicos utópicos, de Eduardo Giannetti (Companhia das Letras)

 

Contos e crônicas

Diário das coincidências, de João Anzanello Carrascoza (Alfagura)

O sucesso, de Adriana Lisboa (Alfaguara)

Rio em shamas, de Anderson França (Objetiva)

Trinta e poucos, de Antonio Prata (Companhia das Letras)

Economia, administração, negócios, turismo, hotelaria e lazer

Anatomia de um desastre, de Claudia Safatle, João Borges e Ribamar Oliveira (Portfolio-Penguin)

 

Histórias em Quadrinhos

Quadrinhos dos anos 10, de André Dahmer (Quadrinhos na Cia.)

 

Juvenil

Lua de vinil, de Oscar Pilagallo (Seguinte)

 

Poesia

Rol, de Armando Freitas Filho (Companhia das Letras)

 

Reportagem e documentário

O livro dos bichos, de Roberto Kaz (Companhia das Letras)

Petrobras: Uma história de orgulho e vergonha, de Roberta Paduan (Objetiva)

Turno da noite, de Aguinaldo Silva (Objetiva)

 

Romance

Como se estivéssemos em palimpsesto de putas, de Elvira Vigna (Companhia das Letras)

Machado, de Silviano Santiago (Companhia das Letras)

O marechal de costas, de José Luiz Passos (Alfaguara)

O tribunal da quinta-feira, de Michel Laub (Companhia das Letras)

Outros cantos, de Maria Valéria Rezende (Alfaguara)

Simpatia pelo demônio, de Bernardo Carvalho (Companhia das Letras)

Soy loco por ti, América, de Javier Arancibia Contreras (Companhia das Letras)

 

Teoria / Crítica literária

Mutações da literatura no século XXI, de Leyla Perrone-Moisés (Companhia das Letras)

 

Tradução

O reino, de Emmanuel Carrère, tradução de André Telles (Alfaguara)

Ouça a canção do vento / Pinball, 1973, de Haruki Murakami, tradução de Rita Kohl (Alfaguara)

Romeu e Julieta, de William Shakespeare, tradução de José Francisco Botelho (Penguin-Companhia)

 

>>> O Jabuti também premia livros brasileiros que ganharam edições em outros países. Dentre os indicados, oito títulos foram publicados originalmente pela Companhia das Letras:

Livro Brasileiro Publicado no Exterior

A Cup Of Rage, de Raduan Nassar (Penguin Random House UK)

Ancient Tilage, de Raduan Nassar (Penguin Random House UK)

Brasil: Una Biografia, de Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa M. Starling (Penguin Random House Grupo Editorial)

Broda Zalana Krwia, de Daniel Galera (Rebis)

El Vuelo de Madrugada, de Sérgio Sant’Anna (Hueders)

Mijn Duitse Broer, de Chico Buarque (De Bezige Bij)

Vég, de Fernanda Torres (Libri Kiadó)

Xangô Z Baker Street, de Jô Soares (Rebis)

Lançamentos · Programação

Galeria do Palácio da Abolição, em Fortaleza, recebe exposição de Antônio Bandeira

 

O dia que marca o cinquentenário da morte de Antônio Bandeira, um dos principais nomes das artes plásticas do Ceará e do Brasil, será de celebração na terra natal do pintor. De 6 de outubro a 6 de novembro deste ano, a Galeria do Palácio da Abolição, em Fortaleza, recebe a Exposição “Do Crepúsculo ao Noturno”, com cerca de 100 obras que perpassam várias fases da trajetória do autor, falecido em 6 de outubro de 1967, em Paris.

A abertura ocorre a partir das 19 horas desta sexta-feira (6), com presença do governador Camilo Santana. A visitação é gratuita, de segunda a sexta, das 8h às 17h, e a promoção da exibição é do Instituto Antônio Bandeira, gerido por parentes do pintor, e do Governo do Ceará.

A mostra “Do Crepúsculo ao Noturno” reúne obras de Antônio Bandeira que vieram dos Estados Unidos, da França, e do Rio de Janeiro e São Paulo. Contudo, são as peças pertencentes a colecionadores cearenses que despontam como diferencial da exposição. “Nossa ênfase é valorizar o acervo dos colecionadores particulares de Fortaleza. Aquelas obras que estão mais restritas, que não tiveram a oportunidade de serem apresentadas ao grande público”, destaca Francisco Bandeira, também artista plástico e sobrinho de Antônio Bandeira. Ele assina a curadoria da exposição, ao lado de Carlos Macedo.

Além dos óleos sobre tela, a exposição conta com desenhos, guaches, aquarelas e objetos pessoais do cearense, reunidos pelos familiares do ateliê de Bandeira, em Paris, após a morte do pintor. Bandeira não resistiu a uma parada cardíaca enquanto era submetido a uma cirurgia de garganta, na capital francesa. Ele contava apenas 45 anos e uma carreira ainda promissora.

Reconhecimento e morte prematura
Nascido em Fortaleza, em 1922, Antônio Bandeira é um dos ícones do Tachismo, uma das vertentes do Abstracionismo, que prega a desconstrução da obra, do real através do irreal – muito ligada à escola francesa de artes plásticas. Iniciou a carreira na cidade natal, ainda na década de 1940, tendo exposto no 1º Salão de Abril, em 1942. Morou no Rio de Janeiro e, por três ocasiões, em Paris, entre 1946 e 1967. Frequentou a École Nationale Supérieure des Beaux-Arts (Escola Nacional Superior de Belas Artes) e a Académie de la Grande Chaumière, no entanto, não concluiu os estudos por não querer se apegar a uma arte acadêmica. Expôs 19 mostras individuais, em mais de 50 coletivas e inúmeras póstumas.

Mesmo com o reconhecimento internacional, o sobrinho Francisco Bandeira destaca a simplicidade do artista. “Meus pais relatam que ele era muito ligado à família. Apesar de ser amigo de Carlos Drummond de Andrade, de Manuel Bandeira, de viver entre intelectuais, quando estava em Fortaleza ele era visto ajudando a tirar as jangadas do mar e tomando cachaça com caju junto com os pescadores”.

Pesquisador responsável por coletar o material em exposição, Carlos Feldman aponta que Antônio “trouxe o mundo” para as artes plásticas cearenses. “Ele usa o sol para dizer da onde ele vem. Mas a linguagem não está presa, não esta presa a uma ferramenta do Ceará, brasileira; é universal. O Bandeira traz o mundo para o Ceará”.

Curiosidades
– Antônio Bandeira foi um dos fundadores do Museu de Artes da UFC.

– O Governo do Ceará é o maior detentor da obra de Antônio Bandeira, com cerca de 1.200 peças do autor.

– O Instituto Antônio Bandeira possui o intuito de construir um museu para abrigar o acervo do pintor cearense.

– O documentário “O Fazedor de Crepúsculo”, de João Maria Siqueira, traz imagens raras de Bandeira, em 1960. Há projeto para que a produção vire um filme.

– A última exibição na Galeria do Palácio da Abolição foi a “8ª Exposição de Obras de Arte”, do projeto Amigos em Ação, em novembro do ano passado.

Serviço
Exposição “Do Crepúsculo ao Noturno”

Lançamento:

Data: 6/10/2017
Horário: 19 horas
Local: Galeria do Palácio da Abolição (Rua Silva Paulet, 400)

Visitação:

Data: 6/10/2017 a 6/11/2017
Horário: 8h às 17h, de segunda a sexta-feira
Local: Galeria do Palácio da Abolição (Rua Silva Paulet, 400)
* Visitação gratuita.

Cinema · Programação

Assembleia institui Dia do Cinema Cearense

Os deputados da Assembleia Legislativa do Ceará instituíram, em sessão deliberativa, na manhã desta quinta-feira (5), o Dia do Cinema Cearense, a ser comemorado no dia 5 de agosto.  De acordo com o autor da matéria, o deputado Heitor Férrer (PSB), a data tem por objetivo “resgatar a memória da Sétima Arte no Estado do Ceará, reverenciar as personalidades pioneiras e estimular estudiosos, pesquisadores e produtores contemporâneos da cinematografia cearense”.

Com a aprovação e publicação da proposta no Diário Oficial do Estado (DOE), a data alusiva ao Dia do Cinema Cearense passa a integrar o Calendário Oficial de Eventos do Estado do Ceará.  Na justificativa do projeto, o autor diz que o Cinema no Ceará tem longa e rica história que se inicia por volta de 1910, quando foi exibido o documentário “A Procissão dos Passos”, sendo este considerado o primeiro filme rodado no Estado.

“Daquela primeira apresentação cinematográfica aos dias atuais o cinema cearense tem observado um progresso digno de registro e louvor. Muitos foram premiados em mostras nacionais e internacionais. Produtores, diretores, atores, estudiosos e pesquisadores da Sétima Arte em nosso Estado têm merecido reconhecimento além fronteiras. A mostra cinematográfica CINE CEARÁ completa neste ano de 2017 sua 27ª edição plena de êxito, sendo louvada pelo público e crítica aqui e alhures”.

A data escolhida para homenagear o Cinema cearense se dá em face da instalação nesse dia da ACADEMIA CEARENSE DE CINEMA, idealizado pelo professor-doutor Francisco Régis Frota Araújo,e formada por um grupo de estudiosos, pesquisadores e realizadores da Arte Cinematográfica no Ceará.

 

A diretoria da ACC está assim formada:

PRESIDENTE – Francisco RÉGIS FROTA Araújo

VICE-PRESIDENTE – EDUARDO RENNÓ

1º SECRETÁRIO – MARCUS FERNANDES Oliveira

2º SECRETÁRIO – MESSIAS Rodrigues ADRIANO

1º TESOUREIRO- FERNANDO PESSOA de Andrade

2º TESOUREIRO – José Gilson Bezerra de Menezes (PLUTO)

DIRETOR DE RELAÇÕES PÚBLICAS – José WILSON BALTHAZAR

DIRETORA CULTURAL – FERNANDA Maria Romero QUINDERÉ

DIRETOR DE COMUNICAÇÃO E PUBLICAÇÕES – Francisco BARROS ALVES

 

 

Programação

Arnaldo Antunes faz show na Caixa Cultural Fortaleza

Acompanhado de dois instrumentistas, o artista revisita sua memória musical, recheada de grandes parcerias e de canções que se tornaram símbolos da MPB e do rock nacional

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 19 e 22 de outubro de 2017, o projeto A Casa é Sua, com o cantor, poeta, compositor e artista plástico Arnaldo Antunes. Na ocasião, o público terá a oportunidade de conferir um show mais intimista, acompanhado de Chico Salem (violão e guitarra) e André Lima (teclados e sanfona), como forma de explorar com liberdade uma nova sonoridade a cada música, a partir das múltiplas combinações de violões, guitarras, teclados e sanfona. Essa formação, mais concentrada, revela as canções de outro modo, evidenciando mais as letras.

O repertório passeia por músicas de toda a carreira de Arnaldo Antunes, como Não Vou Me Adaptar, O Pulso, Saiba e Muito Muito Pouco. Além disso, o artista apresenta canções escritas em parceria com Paulo Miklos (Fim do Dia), Marisa Monte e Carlinhos Brown (Consumado), Liminha (Invejoso), Alice Ruiz(Socorro), entre outros.

Exposição

Multiartista brasileiro, Arnaldo Antunes emerge sua poesia em meios técnicos diversos, trabalhando a palavra irrompida em suas dimensões verbais, sonoras e visuais. Sua produção visual será apresentada na Caixa Cultural Fortaleza a partir de 19 de outubro na exposição Palavra em Movimento, que marca três décadas de produção visual do artista. Com obras e processo criativo marcados pelo vanguardismo, a mostra propõe uma síntese dessa trajetória eclética, enfatizando a produção de Antunes no âmbito do circuito das artes visuais contemporâneas. A mostra segue até o dia 22 de dezembro, de terça-feira a sábado, das 10h às 20h, e domingo, das 12h às 19h. Entrada gratuita. Classificação: Livre.

Serviço:
Música: Arnaldo Antunes – A Casa é Sua
Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: 19 a 22 de outubro de 2017
Horários: quinta a sábado, às 20h | domingo, às 19h
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Vendas a partir do dia 18/10, das 10h às 20h, na bilheteria do local

Lançamentos · Programação

Projeto “Fenômenos – As vozes de uma geração” chega a Fortaleza

Já estão abertas as vendas para a segunda apresentação do projeto “Fenômenos – As vozes de uma geração” em Fortaleza (CE). O evento, que foi um sucesso absoluto em sua primeira edição realizada na capital em junho, acontecerá no dia 14 de novembro (terça-feira, véspera de feriado) no Espaço Jangada do Shopping Iguatemi.

A edição traz em seu line up grandes nomes do cenário do Forró com mais de 25 anos de carreira, como: Kátia Cilene (Ex-vocalista da banda Mastruz com Leite e Forró do Bom), Batista Lima (Ex- vocalista da banda Limão com Mel), Walkyria Santos (Ex vocalista das bandas “Magníficos” e “Solteirões do Forró”) e Eliane do forró.

O projeto “Fenômenos – As vozes de uma geração” traz a frente uma das vozes mais marcantes do forró, a cantora Kátia Cilene. “Este é um projeto que chegou com tudo e está se consolidando a cada nova edição, tanto que hoje ele já se assemelha ao formato dos maiores festivais existentes no País!”, comenta Leonardo Sinfrônio, idealizador do evento.

De acordo com ele, a ideia inicial era criar um movimento de artistas consagrados que passaram por bandas e solos, reunindo num único evento grandes nomes que têm história no mercado e que evoluíram com essa história. “O bacana é que este evento resgata os fãs destes grandes artistas e mostra para as novas gerações o sucesso que eles têm feito ao longo da carreira. Queremos com isso demonstrar a importância destes verdadeiros fenômenos para história e para a cultura do nosso forró, pois eles são grandes representantes do gênero, da música Nordestina e da música brasileira”, finaliza.

Serviço:

Festival “Fenômenos – As vozes de uma geração”

Data: 14 de novembro (terça-feira)

Local: Espaço Jangada do Shopping Iguatemi

Shows de: Kátia Cilene, Batista Lima, Walkyria Santos e Eliane.

Programação

Fortaleza recebe pela primeira vez o VII Simpósio Internacional de Desenvolvimento da Primeira Infância

Evento reunirá gestores e lideranças públicas, além de pesquisadores e especialistas,
para debater como políticas municipais podem contribuir para promoção do
desenvolvimento da criança até os seis anos

 

São Paulo, 28 de agosto de 2017 – No dia 7 de novembro, a cidade de Fortaleza, no Ceará, receberá pela primeira vez o Simpósio Internacional de Desenvolvimento da Primeira Infância, que chega a sua sétima ediçãocom o tema Práticas efetivas para uma política integrada”. O tema deste ano busca trazer, pelo olhar dos palestrantes e da contribuição da plateia, um debate sobre o desenho de políticas públicas em que o indivíduo vem em primeiro lugar.

 

“O objetivo do Simpósio é fomentar a discussão de como colocar as crianças e famílias no centro das políticas públicas para desenvolvimento infantil e como potencializar uma gestão integrada entre diversas secretarias”, explica o gerente de Conhecimento Aplicado da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Eduardo Marino. Os palestrantes convidados trarão suas pesquisas, experiências e visões a partir dessa proposta. Entre eles, o pediatra Daniel Becker, professor do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da UFRJ, falará sobre A criança como valor para a sociedade, enquanto Claudia Costin, diretora-presidente do Centro de Excelência e Inovação em Políticas educacionais da FGV-RJ, trará o tema Os Desafios e oportunidades na implementação da Base Nacional Comum Curricular (confira a programação completa abaixo).

 

Realizado, neste ano, em parceria com o Governo do Estado do Ceará e Prefeitura de Fortaleza, o Simpósio Internacional de Desenvolvimento da Primeira Infância, é organizado pelo Núcleo Ciência Pela Infância (NCPI) – uma iniciativa colaborativa formada pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Center on the Developing Child da Universidade de Harvard (CDC), Insper, David Rockefeller Center for Latin American Studies da Universidade de Harvard (DRCLAS), Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e Hospital Infantil Sabará. É a segunda vez que uma cidade do nordeste recebe o evento, que no ano passado foi sediado em Recife (PE).

 

O evento é destinado a gestores e lideranças públicas das áreas de educação, saúde, assistência social, planejamento, cultura e quaisquer outras que tratem de políticas para crianças na primeira infância.

 

As vagas são limitadas. As inscrições estarão disponíveis pelo sitehttp://simposio.ncpi.org, entre 1º de setembro e 11 de outubro de 2017 ou até todas as serem vagas preenchidas.

 

Prefeituras, universidades e organizações do terceiro setor de todo o país poderão se inscrever para transmitirem ao vivo todo o conteúdo do VII Simpósio Internacional de Desenvolvimento da Primeira Infância.

 

Os cadastros para a transmissão no formato de Simpósios Satélites são gratuitos e poderão ser feitos no site http://simposio.ncpi.org a partir de 14 de agosto.

 

Serviço

Data:7 de novembro de 2017

Horário: 8h às 18h

Local: Centro de Eventos do Ceará – Fortaleza – CE

Site para Inscrição: http://simposio.ncpi.org.br 

 

Programação:

 

9h15

A criança como valor para a sociedade

Palestrante: Daniel Becker, Professor na IESC/UFRJ e colaborador do UNICEF e da OMS.

 

10h

Desenhando políticas onde o indivíduo vem em primeiro lugar

Palestrante: Luciana Aguiar – especialista em negócios inclusivos e gerente de parcerias do setor privado do PNUD.

 

11h

A família e a criança no centro das políticas públicas e programas

Palestrantes: Ana Lima – diretora da Conhecimento Social e Márcia Machado – Pró-Reitora de extensão da Universidade Federal do Ceará.

 

13h30

Lançamento do Guia de Comunicação sobre a Primeira Infância

 

14h15

Desafios e oportunidades na implementação da Base Nacional Comum Curricular

Palestrantes: Claudia Costin – diretora-presidente do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (CEIPE) da FGV-Rio e ex-secretária da educação do RJ

 

16h15

Liderança para o impacto coletivo

Palestrante: a confirmar