Lançamentos · Música

Artur Menezes lança “Drive Me” em Fortaleza

O guitarrista se apresenta no Dragão do Mar nesta sexta-feira. FOTO: ANA LU GROSSO

Artur Menezes, o antigo “menino prodígio do blues” e agora o “homem virtuoso do blues”, já se consolidou na cena local como um dos principais artistas da nova safra da música cearense, e prepara para amanhã um show de lançamento de seu mais novo disco “Drive Me”, com uma pegada mais madura e diversificada. Tem uma coisa que encanta os fãs do artista de cara. Além de ser um excepcional guitarrista e vocalista, Menezes é uma simpatia só, e falou para o blog sobre o álbum que vai ser lançado em um showzaço no Dragão do Mar.

Para melhorar o contato com seus admiradores, Menezes deve aprimorar seu site oficial na internet, e sempre que pode está respondendo às pessoas nas redes sócias. Essa interação tem possibilitado uma aproximação maior com o artista, que vem há 12 anos tocando não somente em casas de shows do Ceará, mas de outros estados e até fora do País.

Morando há cinco anos em São Paulo, ele acredita que  cena cearense do blues, até por ser menor, é mais unida. A associação Casa do Blues, que ele ajudou a conceber, tem ajudado e muito a consolidar esse espaço no Estado. Diferente de outros artistas que demoram até anos para concluir um trabalho, Drive Me foi feito em poucos dias e traz um pouco de rock, country, funk, soul, dentre outros sons. Segue a entrevista.

 

O que as pessoas podem desse novo disco?

AM – Um disco mais maduro. Maturidade que veio com a idade mesmo e com a estrada. Estou com 30 anos, acho que essa denominação que me deram já está ultrapassada (menino prodígio do Blues). As composições mais trabalhadas, melhor execução no canto e na guitarra e um cuidado maior na produção e gravação.

Que influências estão aí contidas? Aliás, quem tem te influenciado desde o início da carreira?

AM – Minhas influências são muitas. Então quando componho meu blues ele sempre tem uma pitada de outros estilos que curto (rock, country, funk, soul etc). De influências não exatamente para esse disco, mas minhas mesmo posso citar Stevie Ray Vaughan, Jimi Hendrix, Eric Gales, BB King, Albert King, James Brown, Luiz Gonzaga, Matt Schofield, Buddy Guy e muitos outros.

O mercado cearense entende e consome bem este tipo de som que você faz?

AM – Estou morando em São Paulo há cinco anos, então não estou acompanhando de perto a cena blues no Ceará. Mas sei que tem muita coisa boa acontecendo com as bandas da associação Casa do Blues. Em SP, por ser muito grande, a cena é um pouco menos unida. São muitas cidades e muitos artistas. Não dá pra reunir todo mundo. Mas circulo bastante na capital e em cidades do interior e em festivais.

Você conheceu o blues através do rock. Você tem acompanhado a cena roqueira do Ceará? Muita coisa nova, experimental e boa tem surgido. O que está faltando para que os produtores percebam isso e invistam nesse som?

AM – Não venho acompanhando, mas sei que tem uma galera massa. O que noto é que muitas bandas sempre esperam que as coisas aconteçam (não todas, obviamente). Talvez o que falte mesmo é o “santo de casa fazer milagre”. O público, a mídia e os produtores locais valorizarem mais os artistas locais.

 

Com o seu retorno aos estudos, no ano passado, o que mudou? O que foi aperfeiçoado?

AM – A técnica no canto e na guitarra melhoraram bastante. Estou sempre estudando, agora por conta própria – realmente não consigo durar por muito tempo em um ambiente acadêmico. (risos) Mas quanto mais sabemos, mais sabemos que nada sabemos.

Como você tem acompanhado as mudanças ocorridas na indústria fonográfica com o advento da Internet? É algo que mais fascina ou mais assusta?

AM- Ambos. Recentemente escrevi para uma revista especializada em guitarra justamente sobre esse assunto. Por um lado temos muitas facilidades que nos ajudam a economizar, mostrar a cara e ter o trabalho conhecido por mais pessoas. Por outro lado, essa facilidade faz com que tudo seja muito rápido, principalmente o consumo. Os trabalhos consistentes e de qualidade sempre conseguem sobreviver diante disso.

Aos fãs que vão assistir o seu show no Dragão, o que eles podem esperar?

AM – Opa! Nesta sexta-feira, 31/7, às 22h, convido todos para curtir o show de lançamento do meu novo disco, “Drive Me”. Vai ser um show com uma super banda e com grandes músicos. Vale a pena conferir! Um grande abraço e tudo de bom!

 

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Drive Me

Artur Menezes (2015)

Drive Me

I Have Screwed Up

Bitterness

Getting Cold

Novos Ares

More Than You Know

Nosso Shuffle

Too Soon

Cartão Postal

 

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Caiu na rede · Lançamentos · Música

Forro in the Dark lança quinto disco de inéditas

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Ouvi o som feito pelos caras do Forro in the Dark por volta de 2012, e desde então tenho acompanhado o pouco que chega até nós através da internet e redes sociais. Como já tinha adiantado aqui no blog, os caras estavam trabalhando em dois discos novos, e eu já dei uma conferida em um deles, o Forrozinho, ainda sem previsão de lançamento.

Mais uma vez misturando baião, folk e country com guitarra e timbres eletrônicos, o grupo vez ou outra nos faz lembrar o rei do baião, Luiz Gonzaga, mas até Fela Kuti é homenageado em um dos sons. É aguardar para ver. Quando eles liberarem os áudios, disponibilizo aqui para vocês.

>>O sertão é do tamanho do mundo: a história do Forro in the Dark

segue o tracklist

1 Uluwati
2 Novato
3 Forro Zinho
4 Life Is Only Real Then When I Am
5 Shaolin Bossa
6 Sunset Surfer
7 Zavebe
8 Ode To Delphi
9 Number 2
10 Annabel
11 The Quiet Surf

Lançamentos · Música

O sertão é do tamanho do mundo: a história do Forro in the Dark

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O que acontece quando quatro estudantes de música resolvem comemorar a festa de aniversário de um dos membros do grupo tocando forró?  Talvez nada, não é mesmo?  Mas se a performance não for no Brasil, e sim nos Estados Unidos,  e mais precisamente no East Village, em Nova Iorque, em uma casa de shows Nublu?  E se David Byrne (ex-Talking Head) passasse pelo local, e de cara se apaixonasse pelo som genuinamente nordestino feito por aqueles jovens? Pois bem, as chances de isso acontecer podem ser mínimas, mas isso foi possível,  e lá por meados de 2002, sem qualquer pretensão nascia o Forro in the Dark, grupo brasileiro de world muic radicado nos Estados Unidos,  que já tem na bagagem algumas turnês pela Europa e América do Norte,  quatro álbuns lançados (mais dois em fase final de produção) e algumas parcerias com artistas internacionais. Mas um sonho em mente ainda não foi realizado: tocar no nordeste brasileiro durante as festas juninas.

O Diário do Nordeste conversou com um dos líderes do Forro in the Dark, o catarinense Mauro Refosco, que dentre outras coisas feitas na vida vida, vem atuando como músico de apoio do Red Hot Chilli Peppers e é membro do super grupo liderado por Thom Yorke, do Radiohead, o Atoms for Peace, formada também por Flea (Red Hot Chili Peppers), Joey Waronker (Beck) e Nigel Godrich.

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Formada em 2002, o Forro in the Dark faz uma combinação do forró, que é o estilo predominante, com algumas pegadas de rock, folk, jazz, country, dentre outros. A música que o grupo faz, genuinamente brasileira, tem tido uma certa aceitação por algumas pessoas lá fora, pois eles  sabem utilizar o tom ideal para agradar aos ouvidos mais apurados. Enquanto que no Brasil, o forró vem passando ao longo dos anos por um processo de mutação em seu formato original, e talvez nem seja mais visto como forró genuíno por muitos estudiosos no assunto, lá nos Estados Unidos, os rapazes do Forró in the Dark buscam nas origens do forró a batida perfeita para encantar o público internacional.

A história da banda teve inicio quando Mauro convidou alguns amigos para tocarem um jam no estilo forró no Nublu, uma casa noturna em East Village, lá em  Nova York.  Com o sucesso das festas feitas por eles no local, o grupo começou a tocar semanalmente, e as apresentações chamaram a atenção de David Byrne,  que, inclusive,  contribuiu com eles no álbum de estreia,  o Bonfires of São João. Ele chegou a interpretar uma versão em inglês do clássico de Luiz Gonzaga, Asa Branca . No fim de março passado, o Forro, tocou em um festival em homenagem a  Byrne e os Talking Heads, no Carnegie Hall, a convite do próprio artista escocês.

No ano de 2007, eles fizeram turnê pelos Estados Unidos, Canadá e Europa para promover o primeiro álbum, e gravaram a canção City Of Immigrants, do disco do Steve Earle, Washington Square,  foi vencedor do Grammy no ano seguinte.

O segundo álbum deles é intitulado Light a Candle, e dentre os convidados para tocar no disco estão Sabina Sciubba, do Brazilian Girls, e Jesse Harris. O álbum traz também cover de canções brasileiras de forró como Saudades de Manezinho Araujo, de Téo Azevedo, e Forró de Dois Amigos, de Edmilson do Pífano. Em 2009, o Mauro foi anunciado como parte da banda Atoms for Peace, fundada por Thom Yorke e formada também por Flea (Red Hot Chili Peppers), Joey Waronker (Beck) e Nigel Godrich. Ele também é músico de apoio do Red Hot.

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Os quatro discos da banda foram todos lançados nos EUA e Europa,  e o grupo agora está em processo de conclusão de mais dois álbuns, um com músicas de um compositor de Nova York chamado John Zorn.  O trabalho vai contar também com a participação do cantor e compositor Marcos  Valle, tocando um Fender Rhodes e cantando também.

O Forro também está trabalhando em um disco produzido por Alexandre Kassin, que já produziu discos para Los Hermanos, Adriana Calcanhoto, Vanessa da Mata e até Erasmo Carlos. O álbum foi gravado no Rio de Janeiro e Nova York, de dezembro de 2013 a dezembro de 2014, mas ainda está sem previsão para lançamento.

Atualmente os integrantes são o Jorge Continentino que canta, toca pífano e percussão; Guilherme Monteiro, toca guitarra e canta;  e Mauro Refosco, tocando zabumba e cantando.  Em entrevista ao  Diário do Nordeste, Refosco afirmou que fora do Brasil não se pode viver só de tocar forró, assim como acontece em alguns lugares do Brasil, principalmente, no Nordeste. No entanto, ele reconhece que cada vez mais o público vem demonstrando interesse pelo gênero. “É uma plateia crescente”, afirmou.

Sobre a “sacanagem” e, muitas vezes, músicas que são vistas como desrespeitosas para com as mulheres, Mauro tem uma resposta um tanto diferente para o tema. Segundo ele, sacanagem faz parte da tradição do forró. “As letras de duplo sentido podem ser vistas em músicas de Gonzagão, Jackson do Pandeiro, Genival Lacerda. É uma coisa do estilo. Acho que existe uma linha na qual às vezes o pessoal passa do limite do jocoso e cai no apelativo”, defendeu.

Ao público, o difusor do forró em terras de Tio Sam manda um recado. Na verdade, é mais um sonho da banda, o de tocar no Nordeste durante uma festa de São João. “Um dos nossos sonhos como banda é poder fazer uma tour pelo nordeste nos festivais de São João, que pela magnitude das festas deve ser considerado um dos maiores festivais de música do nosso planeta”.

texto escrito originalmente para o jornal Diário do Nordeste

Caiu na rede

Live Action de Shingeki no Kyojin estreia dia 1º de agosto no Japão

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Maior fenômeno no Japão em 2013, o anime Shingeki no Kyojin vai virar filme live action e já tem estreia marcada para o dia 1º de agosto na terra do sol nascente. A animação ocorre num mundo onde a população humana vive dentro de cidades cercadas por enormes muros construídos como defesa para o súbito aparecimento dos Titãs, criaturas humanoides gigantescas que devoram humanos sem motivo aparente.

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O foco inicial é Eren Yaeger, sua irmã adotiva, Mikasa Ackerman, e seu amigo de infância, Armin Arlert, que se tornam militares para combater os Titãs após terem sua cidade destruída e a mãe de Eren ser morta. O filme deve sofrer algumas alterações, como a inclusão de novos vilões e caracteres de personagens. Nada que desagrade aos otakus de plantão, ou não.

A segunda temporada do anime foi anunciada em novembro do ano passado e está prevista para ser lançada em 2016. Vale a pena conferir a primeira.

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Elenco:

Eren: Haruma Miura;
Mikasa: Kiko Mizuhara;
Armin: Kanata Hongo;
Hanji/Hange: Satomi Ishihara;
Sasha: Nanami Sakuraba;
Jean: Takahiro Miura;
Shikishima: Hiroki Hasegawa;
Hiana: Ayame Misaki;
Souda: Pierre Taki;
Kubal: Jun Kunimura;
Fukushi: Shu Watanabe;
Sannagi: Satoru Matsuo;
Lil: Rina Takeda.

Segue um aperitivo  do longa

 

 

Caiu na rede · Música

Além do Rock In Rio, Queen fará shows em São Paulo e Porto Alegre

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O guitarrista Brian May, em sua página na Internet anunciou que a turnê do Queen na America do Sul será estendida, e além de Brasil, por enquanto, a banda fará show na Argentina,  no GEBA – Club de Gimnasia y Esgrima de Buenos Aires, no dia 25 de setembro. Além do Rock In Rio, a lendária banda de rock n’ roll também passará pelo Ibirapuera, em São Paulo, no dia 16 de setembro, e no Gigantinho Arena, em Porto Alegre, no dia 17.

Agora é torcer para que outras datas sejam confirmadas, não só no Brasil, mas em outros países sul-americanos que fizeram twitaço para que pudessem ter o direito a presenciarem o trabalho de Roger Taylor e Brian May, juntamente com Adam Lambert. O nome da turnê pela América do Sul será  “Don’t Stop Them Now – Queen + Adam Lambert”. Essa é a segunda vez que os remanescentes do grupo voltam ao Brasil, depois da morte de Freddie Mercury, em 1991.

A primeira vez que Roger e Brian vieram ao Brasil em nova formação foi em 2008, acompanhados de Paul Rodgers no vocal. O Queen, em sua formação original, veio ao País no primeiro Rock In Rio, em 1985, e em 1981, ainda durante a ditadura militar.

“Estamos de volta! Rock no Brasil! Mal posso esperar! Vejo vocês lá, pessoal !! “, anunciou o guitarrista do Queen, Brian May. O baterista rainha Roger Taylor disse: “Como é grande  voltar para à América do Sul para balançá-la ainda mais do que antes.” E o vocalista Adam Lambert acrescentou: “Estou tão animado para me juntar à rainha para essas datas. Este será um retorno triunfante para eles, e minha primeira vez na América do Sul!”

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O forró estilo exportação do Forro In the Dark

Forro In the Dark em sua formação original. FOTO: DIVULGAÇÃO
Forro In the Dark em sua formação original. FOTO: DIVULGAÇÃO

Infelizmente, essa é a primeira vez que você ouve falar de Forro in the Dark, uma banda de wolrd music formada por brasileiros que tocam forró genuíno para plateias do outro lado do globo. Mas felizmente, essa não será a última vez, acredito eu. Formada em 2002, a banda é radicada nos Estados Unidos, e faz uma combinação do forró, como estilo principal, com algumas pitadas de rock, folk, jazz, country, dentre outros. O sonho deles? Tocar em uma festa de São João no Nordeste brasileiro.

Eu conversei com o Mauro Refosco, um dos idealizadores do grupo, que falou um pouquinho para o blog sobre a ideia de criar um grupo de forró tipo exportação, e as dificuldades que eles têm tido para tocar o um som genuinamente brasileiro lá fora, devido essa tal peculiaridade (a entrevista postarei em um segundo momento). O Forro In the Dark teve iniciou quando o Mauro convidou alguns amigos para tocarem um jam no estilo forró no Nublu, uma casa noturna em East Village, lá em  Nova Iorque.

Com o sucesso da festa, eles começaram a tocar no local semanalmente, e as apresentações chamaram a atenção de David Byrne,  que contribuiu para a banda no álbum de estreia deles,  o Bonfires of São João . Segunda-feira passada (23 de março), os caras do Forro in The Dark tocaram em um festival em homenagem ao  Byrne e os Talking Heads, no Carnegie Hall.

No ano de 2007, eles fizeram turnê pelos Estados Unidos, Canadá e Europa para promover o primeiro álbum, e gravaram a canção City Of Immigrants, do disco do Steve Earle, Washington Square, que foi vencedor do Grammy.

O segundo álbum deles é  intitulado Light a Candle, e dentre os convidados para tocar no disco estão Sabina Sciubba, do Brazilian Girls, e Jesse Harris. O álbum traz também cover de canções brasileiras de forró como Saudades de Manezinho Araujo, de Téo Azevedo, e Forró de Dois Amigos, de Edmilson do Pífano. Em 2009, o Mauro foi anunciado como parte da banda Atoms for Peace, fundada por Thom Yorke e formada também por Flea (Red Hot Chili Peppers), Joey Waronker (Beck) e Nigel Godrich. Ele também é músico de apoio do Red Hot.

1260316740_coverO Mauro mandou um recado para os leitores do blog: “Procurem saber e escutar um pouco mais da nossa musica. Atualmente a informação é muito fácil de ser obtida através da internet, redes sociais. Um dos nossos sonhos como banda é poder fazer uma tour pelo nordeste nos festivais de São João, que pela magnitude das festas deve ser considerado um dos maiores festivais de música do nosso planeta”.

Asa Branca com David Byrne

 

Silence is Golden com Sabina Sciubba

 

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Muse toca no Arena Palmeiras no dia 24 de outubro, diz site

Deu no Popload. O Muse vai mesmo tocar no Brasil e já tem data e local: No Arena Palmeiras (Allianz Parque), no dia 24 de outurbo, um sábado. “Isso nos faz crer que, por ser ousadamente em uma arena no Brasil, o show vai mesmo no projeto 360º, nos moldes do que o U2 fez por aqui, concerto visto por todos os ângulos do estádio/arena/parque etc. O Muse, desta vez, vem grandão”, informa o site.

O grupo lança o disco novo “Drones” no começo de junho, e, recentemente, disponibilizou o vídeo da música Psycho, que já teve mais de 5 milhões de visualizações em apenas cindo dias.

Na América do Sul, além de São Paulo e Rio, no desenho da turnê que tivemos acesso o Muse tocará na Colômbia (Bogotá), Argentina (Buenos Aires) e Chile (Santiago). Parece que a tour latina começa na Argentina, dia 17/10. Não há data sobre o show que será realizado no Rio de Janeiro.

do Popload