Programação

Broadway Brasil realiza terceira edição na Caixa Cultural, em Fortaleza

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 17 a 23 de abril de 2017, a terceira edição do projeto Broadway Brasil – O show não pode parar. Cerca de 60 pessoas foram selecionadas para participarem de oficinas e masterclasses coordenadas por alguns dos melhores profissionais de teatro musical da atualidade, além de terem a oportunidade de se apresentarem no Cabaret Show.

Com as primeiras edições realizadas em 2013 e 2016, o projeto é dedicado aos atores e cantores de todo o Brasil que queiram aprimorar seus conhecimentos, neste momento em que o País se consolida como o terceiro maior produtor de teatro musical no mundo. O grande desafio é que os participantes selecionados consigam montar, em apenas cinco dias, os números musicais que irão compor o espetáculo musical Cabaret Show, a ser realizado nos últimos dias da programação.

“Buscamos incentivar o crescimento profissional de diversos artistas e, assim, estarem aptos para adentrar no gênero de musicais”, afirma Allan Deberton, produtor executivo. “Queremos continuar o desenvolvimento de talentos locais e nacionais proporcionando de forma gratuita capacitação com profissionais de ponta do entretenimento nacional e internacional”, completa André Gress, diretor artístico do projeto.

Durante uma semana, os participantes terão acesso a seis masterclasses, um bate-papo, oficinas de montagem e três apresentações do espetáculo Cabaret Show. As masterclassses e o bate-papo são abertos ao público para participação como ouvintes, com lotação a depender da capacidade do espaço.

Uma das grandes e importantes marcas da realização do evento é a parceria junto à organização americana Broadway Dreams Foundation (BDF), que traz toda sua expertise em treinamento de jovens artistas e repetindo o trabalho realizado na edição de 2016. “Nosso Estado tem um catálogo substancial de literatura ou produção acadêmica. A crise tem afetado o mercado editorial brasileiro, e no Ceará não tem sido diferente”, ressaltou o secretário.Bro

Programação

Mona Gadelha e Casaverde revivem Massafeira Livre no TJA

A cantora Mona Gadelha se apresenta neste  domingo no foyer do Theatro José de Alencar receber, a partir das 17h, com o compositor e  pianista Francisco Casaverde. Uma excelente oportunidade de relembrar a Massafeira Livre, pois eles prometem cantar clássicos de uma época, além de músicas recentes de suas carreiras.

Parceiros musicais e amigos desde a realização do evento ocorrido em 1979, os dois trarão ao show interpretações em voz e piano, de composições próprias e de outros artistas cearenses, principalmente, da turma que ficou conhecida como O Pessoal do Ceará.

Francisco Casaverde é parceiro de Fausto Nilo, Petrúcio Maia e Belchio. Ele já foi gravado por grandes artisats da Música Popular Brasiliera (MPB), como Fagner, Simone e também Belchior.  Já Mona Gadelha é conhecida desde o fim dos anos 1970 na cena musical cearense, e faz parte de uma geração de ótimas safras do Estado. Uma apresentação imperdível.

 

Programação

Governo do Ceará realiza primeira edição do projeto “Arte na Praça”

card1Uma programação diversificada com contação de histórias, teatro, show de palhaços e de mágicos. A primeira edição do “Arte na Praça” acontece neste sábado (1) na Praça Luíza Távora, em Fortaleza, e vai animar as famílias que visitarem o espaço a partir das 16h30. A ação é promovida pelo Governo do Estado em parceria com o Serviço Social do Comércio Ceará (Sesc-CE) e a C. Rolim Engenharia.

O “Arte na Praça” é uma iniciativa articulada pela primeira-dama do Estado, Onélia Maria Leite de Santana, como evento parceiro do Programa para o Desenvolvimento Infantil – Mais Infância Ceará, que transformará praças em ambientes propícios para o desenvolvimento social de crianças de 0 a 14 anos, contribuindo, através de brincadeiras e atividades culturais, com a formação cognitiva e educacional.

“A meta é promover o desenvolvimento infantil e, brincando, as crianças estão se desenvolvendo. Com o Arte na Praça vamos dar oportunidade de lazer e cultura. Queremos estimular as famílias para que levem as crianças para brincar no espaço ao ar livre”, pontuou a primeira-dama.

Segundo o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Ceará (Fecomércio-CE), que engloba o Sesc, Luiz Gastão Bittencourt, o evento tem o intuito de dar opção de lazer para os pequenos no espaço público, onde toda a família possa participar. “A expectativa é que essa ação inicial abra portas para vários projetos de uma parceria com o Governo do Estado, não só na praça, mas em várias outras áreas de atuação do Sistema Fecomércio”, destacou.

Já a diretora comercial e de marketing da C. Rolim Engenharia, Ticiana Rolim, ressaltou que a empresa tem a preocupação de proporcionar para a sociedade e para os funcionários ações de bem estar, lazer, atividades esportivas, saúde, meio ambiente e cultura. “O Arte na Praça é mais uma ação que faz parte do projeto Ser do Bem. A ideia é aproveitar a Praça Luíza Távora, que é super rica, com movimento de crianças, e levar a cultura para essas crianças”, citou.

SERVIÇO:

Governo do Estado promove “Arte na Praça” para crianças

Data: sábado, 1º de agosto
Horário: 16h30

Local: Praça Luíza Távora, em Fortaleza

da assessoria

Programação · Teatro

A música brega será homenageada no Cineteatro São Luiz

Lúcio Ricardo é uma das atrações do evento neste início de fim de semana. FOTO: DIVULGAÇÃO
Lúcio Ricardo é uma das atrações do evento neste início de fim de semana. FOTO: DIVULGAÇÃO

O Cineteatro São Luiz ficará mais romântico nos dias 23 e 24 de julho, quinta e sexta-feira. Trata-se da programação especial “Tributo ao Brega”, uma verdadeira homenagem à música popular romântica, que contará com a exibição do filme “Vou rifar meu coração”, dirigido por Ana Rieper, quinta-feira (23/7), às 18h30, e show com direção musical do guitarrista cearense Mimi Rocha e participação dos cantores Lúcio Ricardo, Carol Oliveira e Di Ferreira, três grandes intérpretes da cena cearense, na sexta-feira, 24/7, às 19h, no Cineteatro.

O repertório do show, que também leva o nome de “Eu vou rifar meu coração” e tem ingressos populares (R$ 10,00 inteira e R$ 5,00), em sintonia com as diretrizes da política cultural do Estado, conta com canções imortalizadas pelos principais nomes da música popular romântica, como Odair José, Agnaldo Timóteo, Evaldo Braga, Nelson Ned, Amado Batista, Wando, entre outros. Também serão interpretados clássicos de Waldick Soriano, que gravou um histórico DVD no São Luiz, com produção de Patrícia Pillar. Os ingressos para o filme (R$ 6,00 inteira e R$ 3,00 meia) e o show já estão à venda na bilheteria do São Luiz e pelo link do Ingresso Rápido: http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=42283

No show o público poderá conferir grandes artistas da cena musical cearense, prestando tributo ao brega, com releituras na voz de três dos mais destacados intérpretes da capital: Lúcio Ricardo, Carol Oliveira e Di Ferreira. Tudo sob a direção musical de Mimi Rocha, guitarrista, violonista e arranjador que vem se notabilizando pela produção de espetáculos coletivos e shows temáticos especiais, como as apresentações de aniversário de Fortaleza, no Aterro da Praia de Iracema, e os shows em tributo à música cearense das décadas de 70, 80 e 90, apresentados no Centro Dragão do Mar.

Confira a programação:

Dia 23/07, quinta-feira
18h30 ‣ Sessão Sonora: VOU RIFAR MEU CORAÇÃO (2011) – Direção: Ana Rieper. Brasil. 78 minutos. Classificação Indicativa: 12 anos.
Sinopse: Documentário que trata do imaginário romântico, erótico e afetivo brasileiro a partir da obra dos principais nomes da música popular romântica, também conhecida como brega. Letras de músicas de artistas como Odair José, Agnaldo Timóteo, Waldick Soriano, Evaldo Braga, Nelson Ned, Amado Batista e Wando, entre outros, formam verdadeiras crônicas dos dramas da vida a dois. Em Vou rifar meu coração, os temas destas músicas se relacionam com as histórias da vida amorosa de pessoas comuns, enfrentando o desafio de falar sobre a intimidade de pessoas reais, em situações reais.

Dia 24/07, sexta-feira
19h ‣ Show “Eu vou rifar meu coração – Tributo ao Brega”
Resumo: O show “Eu Vou Rifar meu Coração” é um tributo à música brega, com direção musical do guitarrista cearense Mimi Rocha e participação dos cantores Lúcio Ricardo, Carol Oliveira e Di Ferreira. O repertório do show conta com músicas dos principais nomes da música popular romântica, também conhecida como brega.

Classificação etária: Livre.
Ingressos: R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia
Os ingressos para o show estão sendo vendidos no seguinte link:
http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=42283

Lançamentos · Programação · Teatro

Help!, dos Beatles, recebe homenagem no Cineteatro São Luiz

Beatles, em 1965
Beatles, em 1965

Uma grande homenagem, para marcar os 50 anos de um dos discos mais populares e melódicos e do primeiro filme colorido dos Beatles. O Cineteatro São Luiz promove neste domingo, 26/7, a partir das 14h, uma programação especial de atividades celebrando “Help!”, o filme lançado em 1965 juntamente do disco de mesmo nome, trazendo composições de John Lennon, Paul McCartney e George Harrison, ainda no espírito roqueiro, jovem e romântico marcante na primeira metade da carreira do grupo inglês que conquistou o mundo e se tornou um dos maiores ícones do século XX.

A “beatlemania” também chegou com grande impacto à Fortaleza dos anos 60, em que o São Luiz, Inaugurado em 1958, já era uma das grandes referências da cidade. Agora, o Cineteatro São Luiz, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, presta homenagem e reconta essa história, destacando a continuidade da influência da obra dos Beatles para a cultura pop e para as gerações contemporâneas, que fazem da capital cearense referência nacional da “cena beatle”, com diversas bandas cover, programas de rádio, eventos constantes e outros artistas e espetáculos que trabalham releituras da obra de John, Paul, George e Ringo.

A programação especial, que demonstra a versatilidade do novo Cineteatro São Luiz, acontece no domingo, 26/7, a partir das 14h, com uma exposição de memorabilia com peças cedidas por colecionadores cearenses da obra dos Beatles, que acompanharam a efervescência em torno do quarteto na Fortaleza da década de 60. Às 15h o filme “Help!”, dirigido por Richard Lester, volta a ganhar a tela do São Luiz. Às 16h30 tem um bate-papo com os colecionadores e “fãs de época” Márcia Carneiro, Francisco Parente e Fábio Parente, participantes do programa “Frequência Beatles”, da Rádio Universitária FM, além do apresentador, jornalista Nelson Augusto.

Às 17h a banda Rubber Soul, mais antiga banda cover dos Beatles em atividade em Fortaleza, apresentará um show especial, com a íntegra do repertório do disco “Help!”. Da intensidade roqueira da faixa-título aos contracantos de “You´re going to lose that girl”, da introspecção de “You´ve got to hide your love away” e “It´s only love” ao country de “I´ve just seen a face”, passando pelo romantismo de “I need you” e “You like me too much”, chegando à vibração de “Dizzy miss lizzy” e ao eterno clássico “Yesterday”.

Às 17h30, fechando a maratona, a Orquestra Filarmônica do Ceará apresenta um concerto especialmente dedicado à obra dos Beatles, se juntando à banda Rubber Soul para apresentar, sob a regência do maestro Gladson Carvalho, músicas de todas as fases da carreira do grupo britânico. A orquestra reedita espetáculo que lotou, por três vezes, o anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em concertos intensamente aplaudidos.

O filme Help! foi lançado em 1965. FOTO: DIVULGAÇÃO
O filme Help! foi lançado em 1965. FOTO: DIVULGAÇÃO

Ingressos já estão à venda
Com ingresso único, o público poderá participar de todas as atividades da programação “Help! – 50 anos”, no Cineateatro São Luiz, no domingo, 26/7, a partir das 14h. Os ingressos custam R$ 10,00 (meia a R$ 5,00) e já estão disponíveis na bilheteria do Cineteatro e no site http://www.ingressorapido.com.br. O Cineteatro conta com 1.050 lugares.

Lançamentos · Música · Programação

Gram faz show em Fortaleza; confira entrevista com membros da banda

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O Gram retorna com novo trabalho, Outro Seu

O Gram foi aquela banda meteórica, surgida no início dos anos 2000, e que prometia entrar para a história da Música Popular Brasileira (MPB) com um disco de estreia recheado de bons hits. Quem não lembra de “Você pode ir na janela” e o clipe do pobre gatinho traído? Aquilo era de partir o coração, e a banda funcionou bem até o segundo disco de estúdio, Seu Minuto, Meu Segundo, quando logo em seguida, a banda acabou.

Mas, para felicidade geral de seus fãs, o grupo retomou as atividades no ano passado, com novo vocalista e um disco de inéditas, Outro Seu e uma grande gravadora que apostou no retorno deles. Muitos, de início, torceram o nariz, criticaram a escolha do menino Ferraz, mas aos poucos, o público foi percebendo que ainda havia gás para continuar seguindo em frente, e apostaram nessa nova formação. E é esse Gram que estará no dia 21 de agosto realizando uma primeira apresentação da nova formação em Fortaleza, no Let’s Go Rock Bar. O Ferraz e o Marco Loschiavo me concederam entrevista falando um pouco da história da banda e prometendo um mega show com músicas para saudosistas e novos admiradores.

Na época em que foi lançado, o clipe de Você Pode Ir na Janela viralizou..
Na época em que foi lançado, o clipe de Você Pode Ir na Janela viralizou..

 

O que essa nova formação traz de diferente daquele grupo de dez anos atrás?

Marco: Principalmente o vocalista, e em termos de arranjos, no nosso disco com o Ferraz, pesamos a mão mais para o lado denso do rock. O setlist fica dividido entre coisas novas e as antigas, que continuam com seus arranjos originais.

 

O GRAM foi a banda que surgiu em um momento em que todos necessitavam de uma válvula de escape para tudo o que estava sendo tocado por aí. De repente tudo desmoronou e banda se desfez. Agora, quase uma década depois do último álbum,  é mais difícil se situar no meio musical?

Marco: Depende muito do que o artista procura e, no meu caso a banda serve como diversão e prazer. Em termos de mercado, na minha ótica não mudou muita coisa. O principal motivo da banda ter parado no passado foi a falta de shows e o nível de amadorismo no cenário underground. Nós somos e sempre fomos do underground, as pessoas têm uma ideia errada de que por algum momento fomos do mainstream. Podemos dizer que em dado momento fomos “cult” mas nunca populares. Tivemos ajuda muito grande da MTV que gostava do nosso trabalho, mas em termos de “viver disso” sempre foi osso.

 

Dizem que o rock está tendo que brigar com sertanejo e forró por espaço, e estaria perdendo feio a quebra de braço. O momento é de inovar ou manter a coerência do som e a veia roqueira?

Ferraz: Cara, se ficarmos pensando com quem temos que brigar, acho que por principio já começamos errado. Em minha opinião, os músicos têm que pensar com quem eles querem se juntar para criar coisas boas. O momento é sempre de dizer a verdade e fazer o que você sabe de melhor, seja isso o estilo musical que for. No caso do Gram expressamos isso através do nosso disco “Outro Seu”. Assim como você mencionou anteriormente, isso foi a nossa válvula de escape para tudo, e o resultado foi um disco mais pesado do que o habitual, intenso e visceral.

Marco: O formato em termos de palco é parecido e a turma que ia aos shows do tipo Capital Inicial e Skank se identificam com as duplas. Uma vez batendo um papo com o Marcos Maynard ele me disse claramente que o sertanejo tomou a boca do rock, e para os empresários das grandes bandas de Rock isso é um problema. Para nós do underground, acredito que não influencia. Sim o rock perde essa quebra de braço.

 

Ferraz é o menino da turma? Cheio de gás e vontade, percebe-se nas apresentações ao vivo. O que ele trouxe de novo e bom para o som do Gram?

Ferraz: Acho que nós quatro somos meninos na essência. Apesar da diferença de idade a gente se dá muito bem e a convivência acaba sendo uma grande aventura entre amigos. Eu sou de outra geração do que eles e isso naturalmente acaba trazendo muitas coisas novas. O mundo se apresentou para mim de maneira diferente do que para eles, e isso muda bastante coisa. Apesar de parecer bastante difícil conciliar tudo isso num convívio de banda, conseguimos canalizar isso pra o bem do nosso trabalho, aproveitando o que cada um tem de melhor a oferecer.

 

O timbre de voz do vocal é muito diferente daquele que os fãs conheciam, isso tem sido uma dificuldade ou as pessoas têm recebido numa boa?

Ferraz: No começo sofri bastante com críticas. Muitas pessoas me julgaram simplesmente porque eu era eu, e não o antigo vocalista. Com o tempo as pessoas começaram a de fato escutar minha voz e sucessivamente a mudar de opinião. A cada show que fazemos as pessoas vem falar comigo e dizem coisas muito bacanas. Isso me faz muito feliz e confirma que estávamos no caminho certo desde o começo. Não teria sentido eu assumir o vocal da banda e ficar imitando outra pessoa. Talvez a aceitação inicial tivesse sido maior, porém a longo prazo seria um tiro no pé.

 

O que os fãs do Ceará e Nordeste podem esperar desse show que vai ser realizado agora em agosto?

Ferraz: Temos uma grande ligação com o Nordeste de forma geral. Toda vez que tocamos ai é uma comoção e saímos muito felizes das apresentações. As pessoas podem esperar o que sempre se espera do Gram: muita emoção, entrega no palco e uma pitada de nostalgia. Aguardamos ansiosamente por vocês! Grande beijo

Marco: Um lugar sempre especial e cheio de pessoas que admiram a boa música. Quem aparecer no show vai conferir uma banda entregue e cheia de emoção.

Gram voltou com Ferraz no vocal em 2014
Gram voltou com Ferraz no vocal em 2014

O quê?
Gram em Fortaleza
Bandas de abertura:
Caike Falcão
 Sulamericana
Quando?
Dia 21 de agosto (sexta-feira) as 21h
Onde?
Let’s Go Rock Bar
Rua Almirante Jaceguai, Dragão do Mar

Quanto?
Pista R$30,00 (1º Lote)
Camarote R$50,00 (1º Lote)
CENSURA: 16 ANOS
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Teatro

Confira a programação da terceira semana do Palco Giratório em Fortaleza

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O espetáculo “Decanos”, da Cia Experimentus (CE), é apresentado dia 20/4, às 20h, no Teatro Sesc Iracema. Trata-se de um processo em desenvolvimento que resvala na potência dos corpos que se articulam, explorando além da técnica, suas fragilidades e inquietudes.

Na terça-feira (21) é a vez do Grupo Kambatta Dance Company (USA) apresentar a montagem “Medo e Vulnerabilidade / (In) Comuns”, no Teatro Sesc Iracema, às 19h. O trabalho tem como ideal a criação de uma dança colaborativa, funcionando como uma espécie de inventário do corpo em uma instigante relação de intercâmbio.

Ainda no dia 21, a peça “Plural”, da Cia de Teatro Nu Escuro (GO), apresenta a história de Maria, uma menina cheia de memórias e recordações, que são contadas ao longo do espetáculo. A apresentação acontece no Teatro Sesc Emiliano Queiroz, às 20h.
Na quarta-feira (22), às 18h, o Teatro Carlos Câmara recebe gratuitamente o espetáculo “O Descotidiano”, da Cia do Relativo (SP). Em cena, um ser solitário e excêntrico busca, através da desconstrução de seu cotidiano, uma nova motivação para sorrir. Dentro de sua casa, ele dá novos significados aos seus objetos, criando situações cômicas e surreais.

Também no dia 22/4, a montagem “Diga que você está de acordo! Máquina Fatzer”, do Teatro Máquina (CE), é apresentada no Teatro Sesc Emiliano Queiroz, às 20h. A história, que se passa na I Guerra Mundial, traz quatro soldados alemães desertores que se vêem confinados na casa de um deles para tomar uma difícil decisão. A peça tem o objetivo de explorar a guerra como situação motriz para improvisar e descobrir como a linguagem e o tempo do teatro podem expressar os extremos da espera e da violência.

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Já no dia 23/4, às 20h, o Teatro Sesc Iracema recebe o espetáculo “Boi de Piranha”, da Cia Boi de Piranha de Artes (RO). A montagem perpassa por dados históricos e afetos relacionados à construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré “Ferrovia do Diabo” e a Batalha da Borracha no norte do Brasil.

No dia 24/4, às 16h, “O Lançador de Foguetes”, do Grupo de Teatro de Pernas pro ar (RS), é apresentado gratuitamente na Praça do Ferreira. O espetáculo traz um personagem instigante que está à procura do lugar ideal. Ele desloca-se com destreza pela rua, através de seu triciclo recheado de elementos cênicos.

Também no dia 24, a montagem “Divino”, do Núcleo Atmosfera – NUA (MA), é apresentada gratuitamente no Teatro Sesc Iracema, às 19h. “Divino” desencadeia um processo híbrido e incorpora a cultura popular maranhense a um baú de linguagens artísticas, gerando uma proposta contemporânea.

No mesmo dia haverá também uma palestra sobre teatro de grupo no Brasil, com o jornalista e ator Danilo Castro (CE). O encontro, aberto ao público, acontece às 20h, no Teatro Sesc Iracema. Danilo irá conversar sobre o seu livro-reportagem, “Do teatro que temos ao teatro que queremos” e pretende socializar as diferentes formas de compreensão sobre o conceito de teatro de grupo e lançar questionamentos sobre mercado cultural.

No dia 25/4, às 20h, o espetáculo de dança “Nowhereland, agora estamos aqui”, do grupo Movasse Coletivo de Criação em Dança (MG), é apresentado no Teatro Sesc Iracema. O grupo se inspirou na obra cinematográfica de Tim Burton para a criação coreográfica da peça. As obras do diretor são marcadas por uma recriação fantástica do real, sempre com um tom de comédia, resvalado em toques de humor macabro.

Já no dia 26/4, o Grupo Bandeira das Artes (CE) apresenta a peça “Miralu e a luneta encantada”. A menina Miralu segue em busca de realizar o seu maior desejo. O que ela não sabia era que nem tudo é o que parece, mas que tudo pode estar ao alcance do coração. A montagem propõe uma viagem emocionante pelo campo fértil da imaginação das crianças, resgatando um mundo de singelas brincadeiras e de interação entre todas elas, sem qualquer distinção. A apresentação acontece às 17h, no Teatro Sesc Emiliano Queiroz.

Ainda no dia 26, o espetáculo de dança “Playlist”, do grupo Movasse Coletivo de Criação em Dança (MG), é apresentado no Teatro Sesc Iracema, às 19h. Trata-se de uma improvisação interativa em Dança Playlist. Há oito temas pré-definidos que intitulam oito Playlists a serem escolhidas pela plateia. Além disso, o público determina como a apresentação começa e termina, escolhendo a composição cênica dos bailarinos.

Confira a programação da 3ª semana do Festival de Artes Cênicas Palco Giratório:

– Dia 20
20h – Decanos – Cia Experimentus (CE)

– Dia 21
19h – Medo e Vulnerabilidade / (In) Comuns – Kambatta Dance Company (USA)
20h – Plural – Cia de Teatro Nu Escuro (GO)

– Dia 22
18h – O Descotidiano – Cia do Relativo (SP)
20h – Diga que você está de acordo! Máquina Fatzer – Teatro Máquina (CE)

– Dia 23
20h – Boi de Piranha – Cia Boi de Piranha de Artes (RO)

– Dia 24
16h – O Lançador de Foguetes – Grupo de Teatro de Pernas pro ar (RS)
19h – Divino – Núcleo Atmosfera – NUA (MA)
20h – Roda de conversa sobre teatro de grupo no Brasil – Danilo Castro (CE)

– Dia 25
20h – Nowhereland, agora estamos aqui – Movasse Coletivo de Criação em Dança (MG)

– Dia 26
17h – Miralu e a luneta encantada – Grupo Bandeira das Artes (CE)
19h – Playlist – Movasse Coletivo de Criação em Dança (MG)

informações do Sesc