Caiu na rede

66% dos brasileiros acessam redes sociais para ler conteúdo jornalístico

Tem piada? Sim. Fofoca? Muita. Discussões sem fim? Opa! Porém, também tem bastante jornalismo, informações de qualidade, conteúdo que atrai um público interessado em saber mais sobre política, esportes, cultura e fatos da sua região. A leitura de notícias nas redes sociais cresce no mundo todo, principalmente aqui no Brasil. Jornais e revistas tradicionais no mercado impresso não podem perder esta oportunidade de se aproximar ainda mais de seus fãs e consumidores.

TUDO NA PALMA DA MÃO

Um estudo da Kantar IBOPE Media mostra que as pessoas usam o Facebook, em média, 14 vezes por dia. Se estiver num lugar público, olhe ao seu redor. Quantas pessoas estão mexendo no smartphone? A maioria, tenha certeza, está no aplicativo da empresa criada por Mark Zuckerberg.

O Brasil tem 99 milhões de usuários ativos no Facebook. No mundo, todo dia, 890 milhões de pessoas entram na rede social pelo menos uma vez.

E o Twitter? A rede do passarinho azul não passa vergonha, não. São 500 milhões de textos curtos publicados a cada 24 horas.

É por isso que a leitura de notícias nas redes sociais só aumenta: porque é lá que as pessoas estão. É simples, é matemático. Empresas editoriais que ainda não perceberam a força deste mercado precisam correr. Cada dia sem movimentar seus consumidores nas redes é um dia abrindo espaço para que os concorrentes atraiam esses leitores.

SISTEMA EDITORIAL INTELIGENTE

Existe uma plataforma editorial que facilita muito a rotina de jornais, revistas e demais empresas de conteúdo. É o ELITE CS, desenvolvido pela Mundiware. O sistema permite que o jornalista prepare a notícia para o site e a versão impressa da publicação, e ao mesmo tempo a compartilhe nas redes sociais. A grande facilidade é que o profissional não precisa entrar em cada rede social para escrever e preparar a postagem. Basta um clique, um enter, e o ELITE CS faz o resto.

Conversamos com Emmanuel Ferreira, sócio-diretor da Mundiware, que explicou alguns detalhes sobre este sistema: “o redator pode determinar a publicação em todas as redes sociais ou escolher as mais adequadas de acordo com o conteúdo. Notícias de empreendedorismo e economia, por exemplo, podem ir somente para o LinkedIn, enquanto a crítica de um filme vai para Facebook e Twitter. E quando as fotos são ótimas, a preferência é colocar no Pinterest”.

Fizemos um teste no Elite CS e percebemos, inclusive, que é possível optar que a notícia vá para o Facebook com uma imagem e para o LinkedIn com outra. E o sistema ajusta as dimensões da foto para cada rede social automaticamente.

QUEM USA?

Para atender a demanda por leitura de notícias nas redes sociais, alguns clientes da Mundiware já estão usando esta solução.

É o caso do Diário de Notícias, de São Paulo, que fornece conteúdo exclusivo para seus mais de dois mil seguidores no Facebook. Outro usuário do Elite CS é o portal aRede, do Paraná, que já conta com quase 100 mil leitores nas redes sociais. No Rio de Janeiro, o jornal O São Gonçalo investe fortemente no digital, e compartilha notícias para 180 mil pessoas no Facebook e 10.500 no Twitter.

Cada um deles tem milhares de curtidas, compartilhamentos, comentários e visualizações. O fornecimento de conteúdo acaba aproximando empresa e clientes, criando novos canais de relacionamento, aumentando o valor da marca e propiciando uma exploração comercial de todo este ativo conquistado na internet.

O BRASILEIRO E AS NOTÍCIAS

Quem diz que brasileiro é mal informado não conhece os dados do relatório Reuters Institute News Digital 2017, que acaba de ser publicado. Ele mostra que 66% dos brasileiros usam as redes sociais para ler notícias. Aliás, 60% confiam no que é publicado nelas. E o consumo de jornalismo atravessa a rotina do brasileiro do momento em que ele acorda até a hora de dormir:

– 32% dos brasileiros leem notícias no smartphone enquanto estão no banheiro;

– 42% consomem notícias no celular enquanto vão e voltam do trabalho, em ônibus, trens e metrôs;

– 46% dão uma última olhada nas redes sociais já na cama, antes de dormir, para checar as últimas informações.

E aqui vai, talvez, a informação mais importante para você que dirige uma empresa editorial, Brasil afora: a soma da visualização do conteúdo publicado por empresas regionais de comunicação só perde para os posts das quatro maiores redes de TV – Globo, SBT, Record e Band – mas ganha de jornais de alcance nacional, como Folha de São Paulo e Estado de São Paulo.

O que isso quer dizer? Simples: o brasileiro quer saber o que acontece ao seu redor. É como dizia o escritor russo Leon Tolstói, autor de Anna Karenina: “fale de sua aldeia e estará falando do mundo”.

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Caiu na rede

Você pergunta, o Zuckerberg responde

Sem título

O todo poderoso dono da rede social Facebook, Marck Zuckerberg, surpreendeu a todos, mais uma vez,  na noite desta terça-feira (14), e disse que iria responder a qualquer pergunta que fosse feita pelos internautas seguidores de seu perfil. “Nas próximas horas estarei respondendo as suas perguntas aqui no Facebook sobre o que estiver em sua mente. Acho que seria importante que as pessoas possam participar disso. Deixe suas perguntas nos comentários abaixo e vou tentar responder nas próximas horas”, disse o CEO do Face.

Na primeira meia hora foram milhares de compartilhamentos e perguntas feitas até por artistas consagrados, como Shakira e por outros magnatas das redes sociais. Acadêmicos também resolveram a rara oportunidade para tirar algumas dúvidas com Zuckerberg, e teve até quem tirasse uma ondinha perguntando, por exemplo, qual era a cor de um vestido na foto. O presidente da Virgin, Richard Branson, perguntou a ele sobre os maiores benefícios de se integrar os um terço da população do globo na Internet.

Sem título

“Quando falamos sobre a conexão do mundo, a maioria das pessoas falam sobre os claros benefícios para todos aqueles que tenham acesso à Internet e não têm hoje. Esses benefícios são muitos: o acesso à educação, informações de saúde, postos de trabalho e assim por diante. Muitas pessoas estimam que para cada bilhão de pessoas que se conectam, vamos tirar mais de 100 milhões de pessoas da pobreza. Mas uma coisa que nós muitas vezes ignoramos nesta discussão é a forma como todos que já estão conectados vão se beneficiar de ter todos online.

Pense sobre como muitos empresários brilhantes que estão lá fora que têm grandes idéias e vontade de mudar o mundo, mas só falta ferramentas básicas para fazê-lo hoje.  Uma vez que se conectar, poderemos ter 3 vezes mais boas idéias e novos serviços incríveis construídos que vai beneficiar a todos ao redor do mundo”. Essa foi a resposta.

Já Shakira, questionou sobre as melhores ferramentas de ensino na Internet para comunidades carentes e necessitadas desse tipo de ferramenta. “Estou muito animado sobre o aprendizado personalizado – dando a todos a capacidade de usar a tecnologia para aprender o que eles estão mais interessados e em seu próprio ritmo. Há algumas escolas experimentando com diferentes modelos personalizados de aprendizagem e obtendo grandes resultados. Eu estou apoiando algumas dessas escolas através da minha filantropia pessoal e o Facebook também está ajudando a construir software de código aberto para alimentar algumas dessas ferramentas”, disse Mark. Teve até quem pediu emprego a ele, e ele, claro respondeu. 

Mark prometeu repetir a dose em breve: Sem título

 

Caiu na rede

WikiArt, o museu das artes plásticas na Internet

Sem título

Já imaginou entrar em um museu de artes plásticas e lá se deparar com obras de artistas consagrados no mundo todo e de todas as épocas, assim como de desconhecidos e contemporâneos dos lugares mais longínquos do globo? Pois acredite, isso já é possível graças ao site de compartilhamento de artes plásticas WikiArt, “A Enciclopédia Visual da Arte”,  no endereço http://www.wikiart.org.

O projeto tem como objetivo criar um ambiente para compartilhamento online do mais completo acervo de belas artes da grande rede, e com isso fazer com que a arte clássica passe a ser um pouco mais acessível e compreensível para o grande público, assim como fornecer uma nova forma de interação entre artistas contemporâneos e o público alvo. Segundo dizem os próprios criadores no endereço eletrônico, futuramente eles pretendem cobrir toda a história da arte, desde obras rupestres pintadas nas cavernas até os novos talentos da atualidade.

The Birth and Triumph of Venus, 1740

O projeto, sem fins lucrativos, nasceu na Ucrânia em 2012 e já possui, segundo eles, mais de 75 mil pinturas compartilhadas. A proposta já se espalhou por diversos países, tendo, inclusive, uma versão em português, e claro, artistas brasileiros fazem parte do hall de grandes artistas que lá têm suas obras expostas.

Sistema de divulgação  WikiArt baseia-se no princípio da wiki, ou seja, livre de compartilhamento e edição  do conteúdo do site por qualquer pessoa que queira participar do projeto. A qualidade e confiabilidade das informações são assegurada pela moderação consistente de todas as atualizações.

O site apresenta tanto obras de arte de domínio público e as obras que estão protegidos por copyright, ou seja, direitos autorais. De acordo com os idealizadores do portal, as obras de grande importância histórica são distribuídas para visualização porque:

estão sendo usadas somente para fins informativos e educativos;

– estão  facilmente disponíveis na internet;

– são  cópias de  resolução das obras de arte originais e não são adequados para uso comercial.

“Se você é detentor dos direitos autorais da obra de arte usado para WikiArt.org e não concorda que a sua utilização no site está em conformidade com o princípio de uso justo, por favor, entre em contato conosco por e-mail”, sugerem seus idealizadores.

Flowers for Jennifer

Além do site, há atualizações constantes nas redes sociais do wikiArt,  através do twitter e facebook

O WikiArt.org permite ainda a cópia ilimitada, distribuição e exibição de imagens de obras de arte de domínio público exclusivamente, e para isso eles utilizam o prazo direitos reservados baseado  na morte dos autores de acordo com a Lei de Direitos Autorais dos EUA, que é de 70 anos. Em outros países, a duração do prazo de direitos de autor pode ser diferente.

“Obras protegidas por direitos de autor devem ser utilizados apenas para a contemplação. São proibidas imagens desse tipo de obras de arte para cópia, impressão, ou qualquer tipo de reprodução e comunicação com público desde que essas atividades podem ser consideradas violação de direitos autorais”.

Para encontrar a obra de seu artista preferido é muito fácil. É só clicar em Artista e buscar o autor das obras por ordem alfabética, movimento artístico, escola ou grupo, gênero, nacionalidade, século ou popular. Já nos ícones de Obras de Arte você tem a opção de procurar por estilo, gênero, técnica, popular ou obra de arte aleatória.

Existem lá obras de quase 90 países, e como eu disse, do Brasil também. Tem material de Beatriz Milhazes, Anita Malfatti, Romero Brito, Tarsila do Amaral, Ernesto Neto, Emiliano Di Cavalcanti, dentre outros. Fica a dica.