Literatura

AL comemora Dia da Literatura Cearense com homenagens

A Assembleia Legislativa realiza, nesta quinta-feira (16/11), às 18h, no Plenário 13 de Maio, sessão solene para comemorar o Dia da Literatura Cearense, celebrado em 17 de novembro. Durante o evento, serão homenageadas personalidades que se destacaram nas letras de nosso Estado.

Segundo o deputado Heitor Férrer (PSB), requerente da solenidade, com subscrição da deputada Augusta Brito (PCdoB), o Dia da Literatura Cearense é uma homenagem à data de nascimento da escritora Rachel de Queiroz, 17 de novembro de 1910.

Ao todo, serão homenageadas 20 personalidades cearenses, entre elas o ex-governador Gonzaga Mota; o ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Ubiratan Aguiar; a desembargadora aposentada Gizela Nunes da Costa; o poeta Geraldo Amâncio e o escritor Eduardo Pragmácio Filho. Haverá homenagem também ao Projeto Biblioterapia, da Associação dos Servidores da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Assalce).

do portal da AL/CE

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Literatura

Livro de Laurentino Gomes sobre a escravidão no Brasil será lançado em 2019

O jornalista e escritor Laurentino Gomes (1808, 1822, 1889) está trabalhando naquele que vem a ser o seu maior desafio desde que iniciou sua empreitada na literatura, em especial na produção de livros de história. Gomes está, neste momento, em incursão pela África, e deve retornar ao Brasil em janeiro do ano que vem para enfim começar a escrever sobre a escravidão do Brasil, que durou mais de 300 anos.

O Brasil foi a última nação do globo a abolir a escravatura no mundo e foram séculos e séculos desse sofrimento para milhões e milhões de pessoas. Para realizar seu trabalho, o escritor empreendeu diversas viagens pelo Brasil, América do Norte e África, com o intuito de buscar histórias além-mar que contem um pouco desse período tão triste da nossa história, mas tão necessário de ser contado.

Laurentino Gomes iniciará o processo de escrita em 2018, e conforme informou ao nosso blog, lançará o livro no ano seguinte, em 2019. Diante dos fatos recentes ocorridos no Brasil, como  as mudanças na chefia da fiscalização e na definição do trabalho escravo pelo Governo de Michel Temer, é certo que muita história será contada.

Quem é Laurentino Gomes? 

Laurentino formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná, possui pós-graduação em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo e fez cursos tanto na Universidade de Cambridge como na Universidade de Vanderbilt. Tornou-se famoso como escritor graças à sua autoria do best-seller 1808 – Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil.

Em 7 de setembro de 2010, faz na Bolsa Oficial de Café em Santos o lançamento nacional da obra 1822. Ao fim de março de 2012, a Globo Livros anunciou a assinatura de contrato para o lançamento do  livro de Laurentino 1889.

Em maio de 2015, anunciou uma nova trilogia, que abordará a escravidão no Brasil. O primeiro dos três livros deverá ser lançado em 2019, e o último, em 2022. (Estamos no aguardo).

Literatura

Agenda: Lima Barreto, Kéfera e Raphael Montes em Fortaleza

Raphael Montes, revelação da literatura de suspense, estará na Cultura, no sábado

Lançamento de Lima Barreto: triste visionário
Durante esta semana, Lilia Moritz Schwarcz realiza diversos eventos de lançamento da biografia Lima Barreto: Triste visionário pelo Nordeste. Saiba mais:

Fortaleza
Quarta-feira, 11 de outubro, às 9h15
Local: Teatro Celina Queiroz da UNIFOR – Av. Washington Soares, 1321 – Fortaleza, CE

Turnê Querido dane-se no Nordeste
Kéfera Buchmann autografa seu novo livro, Querido dane-se, pelo Nordeste. Confira as datas e locais:

Fortaleza
Terça-feira, 10 de outubro, às 17h
Local: Saraiva do Shopping Iguatemi Fortaleza – Av. Washington Soares, 85 – Fortaleza, CE

Vida e Obra com Raphael Montes
Sábado, 14 de outubro, às 17h
Raphael Montes, autor de Suicidas e Jantar secreto, fala sobre sua obra no projeto Vida e Obra.
Local: Livraria Cultura do Shopping Varanda Mall – Av. Dom Luís, 1010 – Fortaleza, CE

Literatura · Programação

Companhia das Letras é editora com mais publicações na disputa do Prêmio Jabuti

O Prêmio Jabuti divulgou nesta terça-feira, dia 3, os finalistas de sua 59ª edição. Dentre os indicados em diversas categorias, 29 obras foram lançadas pelo Grupo Companhia das Letras, e mais oito títulos lançados originalmente pela editora estão entre os finalistas na categoria Livro Brasileiro Publicado no Exterior.

Na categoria Romance, uma dos principais da premiação, estão entre os finalistas os autores Bernardo Carvalho, Elvira Vigna, Maria Valéria Rezende, Michel Laub, Silviano Santiago, José Luiz Passos e Javier Arancibia Contreras. A cerimônia de entrega do Prêmio Jabuti 2017 será realizada no dia 30 de novembro, onde também serão revelados os vencedores do Livro do Ano em Ficção e Não Ficção.

Conheça os finalistas publicados pelo Grupo Companhia das Letras.

 

Biografia

Diários da presidência 1997-1998, de Fernando Henrique Cardoso (Companhia das Letras)

Roberto Civita: O dono da banca, de Carlos Maranhão (Companhia das Letras)

 

Capa

Os Buddenbrook, de Thomas Mann. Capista: Raul Loureiro (Companhia das Letras)

Ciência da natureza, meio ambiente e matemática

A espiral da morte, de Claudio Angelo (Companhia das Letras)

 

Ciências da saúde

Palavra de médico, de Drauzio Varella (Companhia das Letras)

 

Ciências Humanas

A nervura do real II, de Marilena Chaui (Companhia das Letras)

Trópicos utópicos, de Eduardo Giannetti (Companhia das Letras)

 

Contos e crônicas

Diário das coincidências, de João Anzanello Carrascoza (Alfagura)

O sucesso, de Adriana Lisboa (Alfaguara)

Rio em shamas, de Anderson França (Objetiva)

Trinta e poucos, de Antonio Prata (Companhia das Letras)

Economia, administração, negócios, turismo, hotelaria e lazer

Anatomia de um desastre, de Claudia Safatle, João Borges e Ribamar Oliveira (Portfolio-Penguin)

 

Histórias em Quadrinhos

Quadrinhos dos anos 10, de André Dahmer (Quadrinhos na Cia.)

 

Juvenil

Lua de vinil, de Oscar Pilagallo (Seguinte)

 

Poesia

Rol, de Armando Freitas Filho (Companhia das Letras)

 

Reportagem e documentário

O livro dos bichos, de Roberto Kaz (Companhia das Letras)

Petrobras: Uma história de orgulho e vergonha, de Roberta Paduan (Objetiva)

Turno da noite, de Aguinaldo Silva (Objetiva)

 

Romance

Como se estivéssemos em palimpsesto de putas, de Elvira Vigna (Companhia das Letras)

Machado, de Silviano Santiago (Companhia das Letras)

O marechal de costas, de José Luiz Passos (Alfaguara)

O tribunal da quinta-feira, de Michel Laub (Companhia das Letras)

Outros cantos, de Maria Valéria Rezende (Alfaguara)

Simpatia pelo demônio, de Bernardo Carvalho (Companhia das Letras)

Soy loco por ti, América, de Javier Arancibia Contreras (Companhia das Letras)

 

Teoria / Crítica literária

Mutações da literatura no século XXI, de Leyla Perrone-Moisés (Companhia das Letras)

 

Tradução

O reino, de Emmanuel Carrère, tradução de André Telles (Alfaguara)

Ouça a canção do vento / Pinball, 1973, de Haruki Murakami, tradução de Rita Kohl (Alfaguara)

Romeu e Julieta, de William Shakespeare, tradução de José Francisco Botelho (Penguin-Companhia)

 

>>> O Jabuti também premia livros brasileiros que ganharam edições em outros países. Dentre os indicados, oito títulos foram publicados originalmente pela Companhia das Letras:

Livro Brasileiro Publicado no Exterior

A Cup Of Rage, de Raduan Nassar (Penguin Random House UK)

Ancient Tilage, de Raduan Nassar (Penguin Random House UK)

Brasil: Una Biografia, de Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa M. Starling (Penguin Random House Grupo Editorial)

Broda Zalana Krwia, de Daniel Galera (Rebis)

El Vuelo de Madrugada, de Sérgio Sant’Anna (Hueders)

Mijn Duitse Broer, de Chico Buarque (De Bezige Bij)

Vég, de Fernanda Torres (Libri Kiadó)

Xangô Z Baker Street, de Jô Soares (Rebis)

Literatura

Intrínseca tem três livros na disputa pelo Jabuti pela primeira vez

O Jabuti, principal premiação literária do país, divulgou os finalistas das 29 categorias deste ano. Pela primeira vez, a Intrínseca tem três livros na disputa. A obra Enquanto houver champanhe, há esperança: Uma biografia de Zózimo Barrozo do Amaral, do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, concorre na categoria biografia.

Como matar a borboleta-azul: Uma crônica da era Dilma, da economista e professora Monica de Bolle, foi selecionado na categoria economia, administração, negócios, turismo, hotelaria e lazer e Pó de lua nas noites em claro, segundo livro de , concorre entre os melhores de 2017 na categoria ilustração.

A cerimônia que revelará os vencedores do Jabuti 2017 acontecerá em 30 de novembro, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo. Confira a lista completa dos indicados no site do Prêmio Jabuti.

Literatura

Kazuo Ishiguro é o Nobel de Literatura 2017

O escritor e roteirista Kazuo Ishiguro, de 62 anos, ganhou o Prêmio Nobel de Literatura 2017. A escolha foi anunciada nesta quinta-feira (5) em um evento em Estocolmo, na Suécia.

Nascido em Nagasaki, no Japão, em 1954, ele se mudou para a Inglaterra aos cinco anos de idade. O autor, que escreve em inglês, publicou livros como “Os vestígios do dia” (1989), que ganhou o Man Booker Prize, e a ficção científica “Não me abandone jamais” (2005), ambos adaptados ao cinema.
No Brasil, sua obra é editada pela Companhia das Letras, que já lançou também o volume de contos “Noturnos” (2009) e “Quando éramos órfãos” e “O gigante enterrado” (2015), romance mais recente de Ishiguro.

O comitê do Nobel destacou que o escritor retrata em seus livros temas como “memória, passagem do tempo e desilusão pessoal”. O comunicado também lembrou que o filme “Vestígios do dia” (1993) foi estrelado pelo ator Anthony Hopkins.

O escritor também escreveu o roteiro do filme “A condessa branca” (2005), estrelado por Ralph Fiennes e Natasha Richardson.
Os livros de Ishiguro foram traduzidos em 28 línguas. Em 1995, ele recebeu a Ordem do Império Britânico por seus serviços prestados à literatura. Ele mora em Londres com a mulher e a filha.

 

do G1

Literatura

44% da população brasileira não lê e 30% nunca comprou um livro, aponta pesquisa Retratos da Leitura

Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil anuncia resultados de sua 4.ª edição em seminário em São Paulo; livro com análise será publicado na Bienal do Livro de São Paulo

Há um pouco mais de leitores no Brasil. Se em 2011 eles representavam 50% da população, em 2015 eles são 56%. Mas ainda é pouco. O índice de leitura, apesar de ligeira melhora, indica que o brasileiro lê apenas 4,96 livros por ano – desses, 0,94 são indicados pela escola e 2,88 lidos por vontade própria.

Do total de livros lidos, 2,43 foram terminados e 2,53 lidos em partes. A média anterior era de 4 livros lidos por ano. Os dados foram revelados na tarde desta quarta-feira, 18, e integram a quarta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil.

Realizada pelo Ibope por encomenda do Instituto Pró-Livro, entidade mantida pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros), a pesquisa ouviu 5.012 pessoas, alfabetizadas ou não, mesma amostra da pesquisa passada. Isso representa, segundo o Ibope, 93% da população brasileira.

Para a pesquisa, é leitor quem leu, inteiro ou em partes, pelo menos 1 livro nos últimos 3 meses. Já o não leitor é aquele que declarou não ter lido nenhum livro nos últimos 3 meses, mesmo que tenha lido nos últimos 12 meses.

do Cultura Estadão