Literatura · Programação

AL celebra 2ª Semana do Livro e da Biblioteca em outubro

A Assembleia Legislativa promove, de 24 a 26 de outubro, a 2ª edição da Semana do Livro e da Biblioteca, que será sediada no Salão de Estudos da Biblioteca César Cals de Oliveira, situada no prédio José Euclides Ferreira Gomes (anexo II da Casa).
Aberto ao público, o evento, que ocorre em alusão à Semana Nacional do Livro e da Biblioteca, vai contar com rodas de discussão, biblioterapias e apresentações de projetos, entre outros momentos voltados para o universo literário.

De acordo com a chefe de seção da Biblioteca, Daniele Sousa, a Semana tem como objetivo incentivar a leitura, difundir o livro e divulgar o papel da biblioteca como instrumento facilitador do acesso à informação.

O equipamento da AL, conforme observa a servidora, “guarda a memória do parlamento cearense e o seu rico acervo histórico merece e precisa ser divulgado e visitado por todos os cidadãos”.

Ainda segundo Daniele Sousa, a Semana Nacional do Livro e da Biblioteca é um evento comemorativo instituído pelo Decreto nº 84.631, de 1980. “A data original para as comemorações em todas as bibliotecas do País é de 23 a 29 de outubro, e nós, da Biblioteca César Cals de Oliveira, temos a satisfação de oferecer aos servidores da Casa e à comunidade algumas atividades literárias para festejarmos a data”, explica.

Durante os três dias do evento, a programação será das mais movimentadas. Na terça-feira (24/10), a partir das 15h, acontece a inauguração da Estante Associação dos Servidores da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Assalce): Projeto Ler Cuidando do Ser com Biblioterapia. Às 16h, será a vez de uma roda de biblioterapia com a participação da mediadora Jacqueline Assunção e da jornalista Rosanni Guerra.

Na quarta (25/10), a partir das 15h30, ocorre uma discussão literária com o professor Fernando Soares abordando o tema “Felicidade como Fim das Ações Humanas” e tendo como objeto a obra “Ética a Nicômaco”, de Aristóteles.

Já a quinta-feira (26/10) será preenchida com uma apresentação do projeto Clube de Leitura, idealizado pelo professor e servidor da AL Rômulo Nântua. Ele vai abordar e discutir com a plateia o romance “Como Água para Chocolate”, de Laura Esquivel.

Serviço

2ª Semana do Livro e da Biblioteca

Data: de 24 a 26 de outubro de 2017

Local: Edifício José Euclides Ferreira Gomes, anexo II da Assembleia Legislativa (4º andar)

Mais informações: 3277 2696/3277 2692

da portal AL 

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Literatura

Livro de Laurentino Gomes sobre a escravidão no Brasil será lançado em 2019

O jornalista e escritor Laurentino Gomes (1808, 1822, 1889) está trabalhando naquele que vem a ser o seu maior desafio desde que iniciou sua empreitada na literatura, em especial na produção de livros de história. Gomes está, neste momento, em incursão pela África, e deve retornar ao Brasil em janeiro do ano que vem para enfim começar a escrever sobre a escravidão do Brasil, que durou mais de 300 anos.

O Brasil foi a última nação do globo a abolir a escravatura no mundo e foram séculos e séculos desse sofrimento para milhões e milhões de pessoas. Para realizar seu trabalho, o escritor empreendeu diversas viagens pelo Brasil, América do Norte e África, com o intuito de buscar histórias além-mar que contem um pouco desse período tão triste da nossa história, mas tão necessário de ser contado.

Laurentino Gomes iniciará o processo de escrita em 2018, e conforme informou ao nosso blog, lançará o livro no ano seguinte, em 2019. Diante dos fatos recentes ocorridos no Brasil, como  as mudanças na chefia da fiscalização e na definição do trabalho escravo pelo Governo de Michel Temer, é certo que muita história será contada.

Quem é Laurentino Gomes? 

Laurentino formou-se em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná, possui pós-graduação em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo e fez cursos tanto na Universidade de Cambridge como na Universidade de Vanderbilt. Tornou-se famoso como escritor graças à sua autoria do best-seller 1808 – Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil.

Em 7 de setembro de 2010, faz na Bolsa Oficial de Café em Santos o lançamento nacional da obra 1822. Ao fim de março de 2012, a Globo Livros anunciou a assinatura de contrato para o lançamento do  livro de Laurentino 1889.

Em maio de 2015, anunciou uma nova trilogia, que abordará a escravidão no Brasil. O primeiro dos três livros deverá ser lançado em 2019, e o último, em 2022. (Estamos no aguardo).

Lançamentos · Literatura

BestSeller lança autobiografia de Justin Trudeau

Em 2016, Donald Trump foi eleito presidente dos Estados Unidos com um discurso extremamente conservador em relação aos mais diversos assuntos – entre eles imigração, política externa e saúde das mulheres. Cerca de um ano antes, Justin Trudeau havia liderado o Partido Liberal do Canadá numa vitória histórica, garantindo importante maioria parlamentar e tornando-se o primeiro-ministro do país.

Embora sejam contemporâneos e governem países vizinhos, os dois são constantemente citados em posições antagônicas, já que o canadense tem chamado a atenção do mundo por sua abordagem política liberal e altamente progressista. A ideia de que uma das maiores forças do Canadá é sua diversidade é um dos pilares do seu discurso, e permeia todo o texto de “Tudo aquilo que nos une”, autobiografia de Trudeau, que a BestSeller coloca nas livrarias em outubro.

Quando Justin Trudeau nasceu, seu pai, Pierre Trudeau, era o primeiro-ministro do Canadá. Um dos mais admirados líderes políticos da história do país, Pierre foi uma influência determinante na vida de Justin. Ele começa o relato narrando as aventuras ao ar livre com o pai e os dois irmãos, os altos e baixos da infância na residência oficial, suas viagens pelo mundo ao lado de Pierre e alguns engraçados encontros infantis com nomes importantes da política na época, como o presidente americano Ronald Reagan e a Princesa Diana.

Mas, apesar de não negar sua influência, o líder canadense faz questão de apontar suas diferenças – que ficaram claras pela primeira vez, ele conta, ao ser reprovado em uma matéria na escola, onde o pai também havia estudado e sido um aluno exemplar. O jeito rígido de lidar com as pessoas e a intelectualidade um tanto conservadora não foram hereditárias: ao contrário de seu pai, Justin diz gostar de estabelecer conexões pessoais, nas ruas. E é famoso também por gostar de cultura pop – ele causou comoção na internet ao aparecer vestindo uma blusa de “O guia do mochileiro das galáxias”, por exemplo.

Justin Trudeau não foge de momentos difíceis, e fala no livro sobre a separação dos pais, que foi prato cheio para os jornais à época, quando ele ainda era criança. O político conta como a luta da mãe contra o transtorno bipolar moldou sua relação com os filhos, e destaca ainda as divergências irreconciliáveis de personalidade entre os pais, cuja diferença de idade era de 30 anos.

Outra passagem emocionante é a morte de Michel, seu irmão mais novo, aos 23 anos. Ele desapareceu após uma avalanche enquanto esquiava, e a perda foi especialmente difícil para o pai, que acabou falecendo dois anos depois.

Em ordem cronológica, o premier canadense fala ainda da adolescência, com suas divertidas “tentativas de desenvolver uma identidade social”, a “acne terrível”, e o mau jeito com as meninas; conta sobre seu período na faculdade e a “breve fase de farra”; e narra como foi afetado por uma viagem de um ano pelo mundo feita em meio à faculdade. Trudeau relata ainda suas experiências como professor em escolas e instrutor de snowboard, seu amor pelo boxe e o começo de sua família, ao conhecer a hoje esposa, Sophie.

A entrada para a política, que sempre pareceu inevitável, acabou vindo mais tarde. Relutante em seguir os passos do pai, foi só em 2006 que ele decidiu participar mais de perto: quando os liberais perderam a eleição em janeiro, Trudeau sentiu que poderia oferecer algo à renovação do partido. Começou fazendo pesquisas, elaborando relatórios e, no ano seguinte, decidiu disputar um cargo no parlamento pelo distrito de Papineau, em Montreal. Desacreditado pelo próprio partido, por comentaristas e jornalistas, investiu numa campanha de “corpo a corpo”, conhecendo os eleitores nas ruas. A estratégia deu certo e, a partir daí, sua subida foi constante.

No relato, ele faz uma autocrítica importante da atuação do Partido Liberal que, em 2011, sofreu uma grande derrota. “O principal motivo foi o Partido Liberal ter perdido o contato com os canadenses, e nós estávamos ocupados demais com brigas internas para perceber. Acabamos pagando caro pelo erro”, escreve. Em suas campanhas seguintes, para a liderança do partido e, por fim, para o cargo de primeiro-ministro, Trudeau investiu em ouvir os jovens, abraçar as minorias e usar a internet com inteligência – algo muito parecido com o que Barack Obama havia feito nos EUA anos antes.

O livro ajuda a entender por que Trudeau é personagem habitual de reportagens que destacam suas opiniões progressistas sobre a legalização do aborto e da maconha, por exemplo, ou sua decisão de abrir as portas do país para mais de 40 mil refugiados em meio à crise no Oriente Médio e na Europa. Seu gabinete, um grupo heterogêneo formado por homens e mulheres das mais distintas ascendências e etnias, também chamou atenção na época de sua posse. Ao ser perguntado por que havia escolhido um grupo tão diverso, ele respondeu apenas: “Porque estamos em 2015.”.

O livro traz ainda um encarte com dezenas de fotos, oficiais e pessoais, que ilustram desde a infância de Trudeau até sua relação com os filhos e suas campanhas políticas; além de um apêndice que reproduz cinco de seus principais discursos.

 

TUDO AQUILO QUE NOS UNE

(Common ground)

 

JUSTIN TRUDEAU

 

Páginas: 238

Preço: R$ 44,90

Tradução: Patricia Azeredo

Editora: BestSeller | Grupo Editorial Record

 

Literatura

Kazuo Ishiguro é o Nobel de Literatura 2017

O escritor e roteirista Kazuo Ishiguro, de 62 anos, ganhou o Prêmio Nobel de Literatura 2017. A escolha foi anunciada nesta quinta-feira (5) em um evento em Estocolmo, na Suécia.

Nascido em Nagasaki, no Japão, em 1954, ele se mudou para a Inglaterra aos cinco anos de idade. O autor, que escreve em inglês, publicou livros como “Os vestígios do dia” (1989), que ganhou o Man Booker Prize, e a ficção científica “Não me abandone jamais” (2005), ambos adaptados ao cinema.
No Brasil, sua obra é editada pela Companhia das Letras, que já lançou também o volume de contos “Noturnos” (2009) e “Quando éramos órfãos” e “O gigante enterrado” (2015), romance mais recente de Ishiguro.

O comitê do Nobel destacou que o escritor retrata em seus livros temas como “memória, passagem do tempo e desilusão pessoal”. O comunicado também lembrou que o filme “Vestígios do dia” (1993) foi estrelado pelo ator Anthony Hopkins.

O escritor também escreveu o roteiro do filme “A condessa branca” (2005), estrelado por Ralph Fiennes e Natasha Richardson.
Os livros de Ishiguro foram traduzidos em 28 línguas. Em 1995, ele recebeu a Ordem do Império Britânico por seus serviços prestados à literatura. Ele mora em Londres com a mulher e a filha.

 

do G1

Literatura

Rocco lança Os Romanov – o Fim da Dinastia

Autor de Catarina, a Grande narra os momentos finais da família imperial russa e os desdobramentos do massacre que pôs fim a uma era

 

Às vésperas do centenário da Revolução Russa, em 7 de novembro, efeméride que vem sendo lembrada e debatida ao longo de todo este ano de 2017, a Roccomanda para as livrarias, em outubro, Os Romanov – O fim da dinastia, que se debruça sobre os momentos finais da família imperial russa. Escrito à maneira de uma história de detetives por Robert K. Massie, historiador e ganhador do Prêmio Pulitzer de literatura, autor dos sucessos Catarina, a Grande, e Nicolau e Alexandra, o livro recria o sinistro massacre que pôs fim à vida do último czar e de seus familiares e relata em detalhes as dissimilações de Lênin e de seus comparsas e as tentativas para descobrir a verdade na Rússia pós-comunista, especialmente após a exumação, em 1991, de nove esqueletos de uma cova rasa na Sibéria, próximo ao porão onde os 11 membros da família Romanov foram assassinados 73 anos antes.

Além de reconstituir os últimos momentos do czar e de sua família com riqueza de detalhes, precisão histórica e narrativa envolvente, o livro mostra o papel fundamental de cientistas, investigadores forenses, políticos e outras figuras importantes, entre russos, europeus e americanos, na descoberta da verdade por trás da morte dos Romanov, e responde a uma série de perguntas que cercam esse evento trágico e memorável. Para marcar o lançamento, a editora promove um debate com os historiadores Marcelo Fernandes e Daniel Aarão Reis e o editor Pedro Vasquez, no dia 31 de outubro, às 19h, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, no Rio de Janeiro.

Completam o catálogo da Rocco relacionado à Revolução Russa, além do lançamento de Os Romanov – O fim da dinastia, as premiadas biografias Catarina, a Grande e Nicolau e Alexandra, também do autor Robert K. Massie; e o aclamado O ruído do tempo, uma biografia romanceada do compositor russo Dmitri Shostakovitch, um dos grandes nomes da música do século XX, que viveu assombrado pela opressora engrenagem do poder soviético.

 

Lançamento OS ROMANOV – O FIM DA DINASTIA

Bate-papo com Marcelo Fernandes, Daniel Aarão Reis e Pedro Vasquez

31 de outubro, 19h, Livraria da Travessa Shopping Leblon

 

Serviço:

Título: Os Romanov – O fim da dinastia

Autor: Robert K. Massie

Tradução: Ângela Lobo de Andrade

Páginas: 280

Preço: R$ 39,90

Lançamentos

Livro do escritor Lira Neto vai virar série da Netflix

Lira Neto informou que os detalhes sobre produção, roteiro e direção ainda estão em negociação com a Netflix

A mais recente publicação do escritor e jornalista Lira Neto, Uma História do Samba, vai virar série produzida pela Netflix. De acordo com o cearense, os direitos autorias da publicação já foram negociados com a provedora de filmes e séries e, muito em breve, o seriado deve ser lançado.

Ele informou ao blog que os detalhes sobre roteiro, direção e produção ainda estão sendo acertados. Também não está fechado o formato do seriado, se através de ficção biográfica ou documentário. Lira destacou ainda que não se sabe se a produção vai aguardar o lançamento dos três volumes para poder produzir a série ou se o fará em consonância com os lançamentos literários.

O próximo volume da trilogia sobre o Samba, que trata da era de ouro do estilo, será lançado no próximo ano, provavelmente, no período que antecede o Carnaval. Já o terceiro volume, ainda sem título, fica para 2019.

No livro, o escritor cearense busca traçar o percurso completo do ritmo, um dos sinônimos da cultura brasileira. Em virtude da riqueza e da amplitude do material compilado, recheado de documentos inéditos e registros fotográficos, o projeto será desdobrado em três volumes. Neste primeiro, Lira leva o leitor das origens do samba até o desfile inicial das escolas de samba no Rio.

O samba carioca nasceu no início do século XX a partir da gradativa adaptação do samba rural do Recôncavo baiano ao ambiente urbano da então capital federal. Descendente das batidas afro-brasileiras, mas igualmente devedor da polca dançante, o gênero encontrou terreno fértil nos festejos do Carnaval de rua.

Nas décadas de 1920 e 1930, com o aprimoramento do mercado fonográfico e da radiodifusão, consolidou seu duradouro sucesso popular, simbolizado pelo surgimento das primeiras estrelas do gênero e pela fundação das escolas de samba.

Nota

Li o primeiro volume de um sopro só, em uma viagem recente que fiz à Argentina. Como o voo tinha escalas tanto na ida quanto na volta, aproveitei todo o tempo para me deliciar com essa narrativa impecável sobre a história do samba. Ao ler o livro ficava imaginando a possibilidade daquela história ser cinematografada, o que deve acontecer muito em breve, graças ao olhar atento da Netflix para ótimas produções. Estamos na torcida!

Literatura

Maior evento cultural do Estado, Bienal do Livro do Ceará acontece de 14 a 23 de abril

Maior evento cultural do Estado, a XII Bienal Internacional do Livro do Ceará acontece de 14 a 23 de abril, e tem como tema “Cada Pessoa, um Livro;  o Mundo, a Biblioteca”. O evento deve reunir os principais nomes da produção literária do País, além de nomes de outros países, durante todos os dias no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza.

“A ideia é trabalhar com o conceito de acervo humano e planetário, mostrando a pessoa como livro, como uma história”, segundo informou o secretário de Cultura,  Fabiano dos Santos Piúba. O evento tem como curador geral o escritor cearense Lira Neto, que a partir do tema principal desenvolveu toda uma programação adulta, juvenil e infantil.

“Esse é o maior evento cultural voltado para a democratização do acesso ao livro, mas também para fomentar a cadeia do livro”, afirmou o gestor da pasta. Ele destacou que no Brasil como um todo o índice de leitura ainda é muito baixo, estando o País distante de países da Europa, mas próximo de outras nações da América Latina, como Colômbia, Venezuela e Bolívia. Argentina e Chile seguem com os melhores indicadores.

No entanto, o gestor da Cultura ressaltou que com as políticas públicas adotadas ao longo dos últimos anos pelos governos de Cid Gomes e agora de Camilo Santana, o nível de leitura do estudante cearense tem melhorado como mostram os resultados do Ideb. “O Ceará tem sido referência na Educação Básica em função da continuidade do PAIC (Programa de Alfabetização na Idade Certa), que não teve ruptura”, ressaltou.

Os números recentes mostram que das 100 escolas melhores avaliadas no Ideb, 77 são do Ceará, inclusive, as 15 primeiras. “A Bienal do Livro é uma vitrine para isso, para compartilhar e difundir para a sociedade cearense a importância da leitura, de chamar atenção da cidade, do Estado para algo que está se passando no Centro de Eventos”, destacou.

A produção cearense, segundo ele, tem evoluído desde o início da década de 2000, mas também sofreu com a crise econômica pela qual o País passa. No Ceará, sobretudo, a partir de 2002/2003 começaram a surgir diversas pequenas editoras, que hoje, inclusive, compõem a Câmara Cearense do Livro.

Eles iniciaram a publicar o escritor cearense, e a partir daí, um leque de editores e escritores foram se destacando no cenário local. O secretário destacou que o surgimento das editoras é importante para a cadeia produtiva e criativa da literatura no Ceará.  “Nosso Estado tem um catálogo substancial de literatura ou produção acadêmica. A crise tem afetado o mercado editorial brasileiro, e no Ceará não tem sido diferente”, ressaltou o secretário.

Acompanhe AQUI a programação completa da Bienal.