Caiu na rede · Música

Quem foi o maior frontman da história do rock? Veja a lista e descubra

Quem foi o maior frontman de todos os tempos? Vez por outra sai uma lista com esse questionamento, e quase sempre os mesmos nomes estão lá no topo. E isso já tem um bom tempo que é assim. A Giwise, uma revista online de música do Reino Unido, resolveu  fazer a sua listinha, e eis que as mesmas figurinhas carimbadas aprecem entre os primeiros, mas outros nomes que surgiram nos últimos anos, como o líder do Muse Matt Bellamy, e Julian Casablancas, do The Strokes, despontam como as novidades, e quem sabe, em uma avaliação futura possam figurar entre os maiorais. Isso  o tempo e o trabalho deles quem vai dizer.

A lista da Gigwise elegeu os 100 maiores frontmen de todos os tempos, e eu, até mesmo para não cansar vocês, republico os 50 mais. Ser o cara que vai animar o público, dar a cara a tapa não é nada fácil, até porque ele é o primeiro nome que os críticos de plantão vão apontar na hora do erro. O frontman é aquele cara que canaliza as músicas no palco, um verdadeiro porta-voz junto aos fãs. É quem vai fazer com que a banda entre para a história da música. Eis aqui os 50 mais segundo a publicação britânica. Você concorda ou discorda? Quem devera estar entre os 50 mais em sua opinião?

Os 50  maiores frontmen de todos os tempos

50.Bruce Dickson, Iron Maiden

49.Brian Mlko, Placebo

48.Corey Taylor, Slipknot

47.Samuel T. Herring Future Islands

46.Samuel T. Hering

45.Ian Brown, Stone ORses

44.Bono, U2

43.Josh Homme, Queens Of the Stone Age

42.Mike Patton, Faith No More

41.Damon Albarn, Blur/Gorilaz

Damon Albarn, Blur_Gorilaz

40.Tyler The Creator, Odd Future

39.Pete Doherty, The Libertines

38.Joey Ramone, The Ramones

37.James Murphy, LCD SOundsystem

36.Alex Turner, Arctic Monkeys

35.Davve Grohl, Foo Fighters

34.Julian Casablancas, The Strokes

33.Bryan Ferry, Roxy Music

32.Robert Smith, The Cure

31.Nick cave, The Bad Seeds

Nick cave, The Bad Seeds

30.Henry Rolons, Black Flag

29.Axl Rose, Gnns n’ roses

28.Steven Tyler, Aerosmith

27.Ozzy Osbourne, Black Sabbath

26.Dave Gahan, Depeche Mode

25.John Lydon, Sex Pistols

24.Richard Ashcroft, The Verve

23.Brandon Flowers, The Killers

22.Tohm Yorke, Radiohead

21.Paul Weller, The Jam

Paul Weller, The Jam

20.Chuck D, Public Enemy

19.Zack de la Rocha, Rage Against the Machine

18.Jarvis Cocker, Pulp

17.Marc Bolan T. Rex

16.Roger Daltrey, The Who

15.Keith Flint, The Prodigy

14.David Byrne, The Talking Heads

13.Jack WHite, The White Stripes

12.Lou Reed,Velvet Underground

11.Morrissey, The Smiths

The Smiths

10.Matt Bellamy, Muse

9.Fela Kuti, Africa 70

8.Liam Gallagher, Oasis

7.Iggy Pop, The Stooges

6.Jim Morrison, The Doors

5.Mick Jagger, Rolling Stones

4.Kurt Cobain, Nirvana

3.Robert Plant, Led Zeppelin

2.Joe Summer, The Clash

1.Freddie Mercury, Queen

Freddie Mercury, QUEEN

Música

“Hoje é dia de rock, bebê”

Na imagem, George Michael, Bob Geldof, Bono Vox, Paul McCartney, Freddie Mercury e David Bowie. FOTO: DIVULGAÇÃO

Há exatos 30 anos, depois de ver uma reportagem sobre a fome na Etiópia, o então músico Bob Geldof reunia os amigos, naquele que seria o maior encontro entre as estrelas de rock de todos os tempos. Nascia o Live Aid, e nos mais tarde, no Brasil, o Dia Mundial do Rock. Passadas três décadas da realização do evento, muita coisa aconteceu. O Rock morreu, renasceu, morreu de novo e a gente segue curtindo este estilo que mudou para sempre a forma de se ouvir música.

Naquele 13 de julho de 1985, milhares de pessoas acompanharam os shows de Paul McCartney, Led Zeppelin, U2, Queen, Elton John, Phil Collins, Sting, David Gilmour, Dire Straits, Joan Baez, The Beach Boys, David Bowie, Mick Jagger, Madonna, Neil Young, Duran Duran, INX, Bob Dylan e outros tantos. As apresentações aconteceram simultaneamente no estádio Wembley, em Londres; no JFK Stadium, na Filadélfia; além de Melbourne, Austrália; e em Tokio, no Japão.

O Live Aid serviu ainda de trampolim para algumas bandas, como U2, e para dar fôlego a outras, como o Queen, que não vinha de uma fase boa. O grupo, liderado por Freddie Mercury, realizou aquele que foi escolhida mais tarde como a melhor performance ao vivo de todos os tempos. Já o U2, depois do evento, se estabilizou como um dos principais grupos do globo em shows ao vivo.

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O show em JFK apresentou reuniões dos integrantes do Crosby, Stills, Nash & Young e também do Led Zeppelin. Estima-se que após o primeiro Live Aid, em 1985, os organizadores tenham arrecado cerca de 150 milhões de libras ou 740 milhões de reais hoje.

Então, sendo só no Brasil ou não, hoje é dia de comemorar e colocar o som bem alto para ouvir o bom e velho rock n’ roll. E a frase tosca que dá título a esta postagem, como todos já sabem, foi dita pela Christane Torloni, bebaça durante um dos Rock In Rio realizados no Rio de Janeiro. O evento, esse ano, também completa 30 anos. Mas aí já é outra história.

 

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Paul McCartney se une a Brian May contra caça às raposas

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O beatle Paul MacCartney se uniu ao guitarrista do Queen, Brian May na luta contra o retorno da caça às raposas, que deve ser votada no Reino Unido nos próximos dias. Ativistas e defensores dos direitos dos animais declararam guerra à possibilidade de se retomar a caça às raposas com cães, aberta com a promessa de campanha do partido de colocar em votação o fim da proibição em vigor há dez anos.

Paul McCartney falou  ao The Gardian sobre uma iminente alteração do Governo britânico que poderá abrir a porta para a caça às raposas na Inglaterra e no País de Gales. Em um comunicado, Paul, que é ativista de longa data dos direitos dos animais  chamou o “esporte” de “cruel e desnecessário” e ameaçou que, passando o projeto de lei, o partido conservador  “perderia o apoio de pessoas comuns e amantes dos animais como eu.”

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“O povo da Grã-Bretanha estão por trás deste governo  em muitas coisas, mas a grande maioria de nós será contra eles, se a caça for reintroduzida”, disse McCartney. Em 2004, o governo britânico impôs restrições mais rígidas sobre a caça à raposa, que foi praticada legalmente como esporte por quase cinco séculos até  a legislação aprovada. No entanto, o atual primeiro-ministro David Cameron revelou em março que aguardava revogar a proibição, desde que a caça às raposas fossem feitas de forma “adequadas” e feito “com eficiência”.

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Brian May é outro que vem lutando contra a caça a animas ocorrida no Reino Unido, e vem buscando apoio contra uma possível revogação de Lei contra o retorno da prática. Ele também é contrário a caça a texugos, que ainda é praticada por lá.  O guitarrista participa de programas de TV e eventos sociais, onde tece duras críticas ao Governo conservador de David Cameron.

“Não há qualquer justificativa para a caça de raposas em razão do controle de raposas”, disse May, recentemente, em um programa de TV. “Isso é tudo sobre as pessoas lá fora tentando pegar raposas para se divertir. Eles gostam de causar dor e é isso que Cameron está endossando”, atacou.

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Kanye West e a pior versão de Bohemian Rhapsody

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Kanye Omari West, segundo a Wikipedia é cantor, rapper, estilista e produtor musical. É casado com Kimberly Kardashian West, uma socialite, empresária, modelo, produtora, estilista, apresentadora e atriz americana, também segundo a Wikipedia. Pois bem, o rapaz esteve no Glastonbury Festival neste fim de semana, e na sua apresentação decidiu (tentar) cantar um clássico do Queen, Bohemian Rhapsody. Mas, ao que tudo indica, o negócio não ficou tão bom assim.
Com ajuda do público e de um playback, onde a voz de Freddie Mercury cantava a música por ele ao fundo, Kanye West pareceu não segurar a música, ou por desconhecimento da letra ou por falta de alcance vocal. Ele até tentou, foi bonito o casal se beijando durante a música, mas não colou. Possívelmente a pior versão de Bohemian Rhapsody que já vi. E olha que vi muita desde que conheci a banda.

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Brian May escolheu o lugar para descansar depois de morto

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Além de guitarrista do Queen, Brian May é um dos cientistas mais badalados do momento. FOTO:DIVULGAÇÃO

 

Brian May,  astrofísico e guitarrista do Queen, revelou ao Telegraph o local que espera ser enterrado após sua morte, o lugar para seu descanso final. May, autor da canção Who Wants to Live Forever (Quem quer viver para sempre?), disse ao jornal que seu desejo é ser colocado para descansar na ilha de Tenerife, no arquipelago das Ilhas Canárias, território espanhol.

“Ali é um local que chama o meu espírito”, disse.  “É uma sensação de estar perto do céu lá em cima no parque nacional e é um lugar que é muito espiritual para mim – é provavelmente o lugar onde eu gostaria que minhas cinzas fossem espalhadas”, acrescentou.

May revelou o local para que suas cinzas sejam jogadas durante a promoção do terceiro Festival Starmus, que reúne os astronautas, astrônomos e fãs do espaço. O evento é cheio  de apresentações sobre a astrofísica e festas, e será  realizado em Tenerife no próximo ano. O artista e físico completa 68 anos em julho e não é apenas considerado um dos maiores guitarristas de todos os tempos, mas também um cientista altamente respeitado.

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Para o artista, a ilha é um dos melhores lugares do mundo para descansar.

 

Ele visitou Tenerife pela primeira vez em 1970 para trabalhar no Observatório Delteide como parte de seus estudos de doutorado. Desde então, ele visitou o local muitas vezes  para férias em família e trabalho. “Os pontos de vista do cosmos lá em cima [Observatorio del Teide] são surpreendentes”, disse ele. “Você tem uma bela vista para a Via Láctea e a luz zodiacal.”

Tenerife ocupa um lugar especial no coração de Brian May

“Eu também vi o gegenschein [um brilho fraco ou mancha no céu à noite associado com a luz zodiacal] lá, que é algo que poucos astrônomos já viram.  A atmosfera acima de Tenerife é muito transparente e lá também é bom devido a pouca poluição luminosa, por isso é um lugar maravilhoso para olhar para as estrelas”, acrescentou.

O que resta na lista de May?

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Brian May e Hawking, em evento no ano passado. FOTO: DIVULGAÇÃO

 

“Uma das minhas ambições é caminhar até o Monte Teide. Eu fiz isso uma vez quando eu era um estudante e eu adoraria ser capaz de andar de novo. Eu tive um monte de problemas com meus joelhos nos últimos anos, mas já está restaurado, então seria ótimo para poder fazê-lo”, acrescentou.

Se o desejo de May se concretizar, Tenerife pode se tornar um local de peregrinação para os fãs do Queen, diferente do que aconteceu com Freddie Mercury. As cinzas do lendáro vocalista da banda foram espalhadas em um lugar nunca divulgado por banda ou por seus familiares.

Brian May também escreveu a canção 39’, que conta a história de um astronauta que viaja através do espaço só para voltar à Terra 100 anos mais tarde e encontrar-se uma vítima do paradoxo relógio de Einstein, segundo a qual ele envelheceu apenas um ano, mas todos os seus entes queridos estão mortos. Ele também manifesta interesse em viajar pelo espaço.

“Eu adoraria sentar-se na Estação Espacial Internacional com tranquilidade e olhar para a Terra a partir do espaço. Que música que eu iria tocar? Eles dizem que não há atmosfera. Eu suponho que teria que ser 39 ou I Want It All (Eu quero isso tudo). Mas eu não sei se isso vai acontecer, porque eu estou ficando um pouco velho para isso agora “,  disse.

O tema para Starmus Festival do próximo ano é “Beyond the Horizon – Uma Homenagem a Stephen Hawking”. Brian May e Hawking participarão do evento em 2016. Outros oradores do festival serão  o astronauta Chris Hadfield, mais conhecido por sua interpretação de Space Oddity de David Bowie, realizada a bordo da Estação Espacial Internacional, e Lorde Martin Rees, astrônomo real.

O festiva culminará com a Starmus Party Teide, com um show especial com Brian May e Rick Wakeman. Os dois fecharam o evento em 2014.   O  Starmus acontecerá em Tenerife de 27 Junho a 2 de julho de 2016. Para obter mais informações e reservar, consulte: starmus.com.

do telegraph

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Há 23 anos, maiores do rock homenageavam vida e obra de Freddie Mercury

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Há exatos 23 anos no Estádio Wembley, em Londres, os maiores artistas de rock da época realizaram aquele que foi um dos maiores shows em homenagem a um artista já realizado. No dia 20 de abril de 1992, Brian May, John Deacon e Roger Taylor se uniram a grandes nomes do rock n’ roll, que, durante todo um dia, cantaram os hinos da lendária banda Queen.

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O objetivo do show foi celebrar a vida, os sonhos e o trabalho de Freddie Mercury, e . todos os lucros do evento foram revertidos para o Mercury Phoenix Trust, entidade criada logo após a morte do vocalista, em 1991. A instituição trabalha cuidando de pessoas que sofrem os efeitos da AIDS. A apresentação foi transmitida pela TV para mais de 76 países do mundo. No Estádio de Wembley 72.000 pessoas acompanharam ao vivo o show.

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Participaram do evento os seguintes artistas: Tony Iommi, Anne Lenox, David Bowie, Axl Rose, Elton John, Extreme, Zuchero, Lisa Stanfield, George Michael, Metallica, Seal, Roger Daltrey, Lisa Mineli, Elizabeth Taylor, Robert Plant, Paul Young, Joe Elliot, Bob Geldof, Def Leppard. Slash, Ian Hunter e U2 (direto de Sacramento).

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Além do Rock In Rio, Queen fará shows em São Paulo e Porto Alegre

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O guitarrista Brian May, em sua página na Internet anunciou que a turnê do Queen na America do Sul será estendida, e além de Brasil, por enquanto, a banda fará show na Argentina,  no GEBA – Club de Gimnasia y Esgrima de Buenos Aires, no dia 25 de setembro. Além do Rock In Rio, a lendária banda de rock n’ roll também passará pelo Ibirapuera, em São Paulo, no dia 16 de setembro, e no Gigantinho Arena, em Porto Alegre, no dia 17.

Agora é torcer para que outras datas sejam confirmadas, não só no Brasil, mas em outros países sul-americanos que fizeram twitaço para que pudessem ter o direito a presenciarem o trabalho de Roger Taylor e Brian May, juntamente com Adam Lambert. O nome da turnê pela América do Sul será  “Don’t Stop Them Now – Queen + Adam Lambert”. Essa é a segunda vez que os remanescentes do grupo voltam ao Brasil, depois da morte de Freddie Mercury, em 1991.

A primeira vez que Roger e Brian vieram ao Brasil em nova formação foi em 2008, acompanhados de Paul Rodgers no vocal. O Queen, em sua formação original, veio ao País no primeiro Rock In Rio, em 1985, e em 1981, ainda durante a ditadura militar.

“Estamos de volta! Rock no Brasil! Mal posso esperar! Vejo vocês lá, pessoal !! “, anunciou o guitarrista do Queen, Brian May. O baterista rainha Roger Taylor disse: “Como é grande  voltar para à América do Sul para balançá-la ainda mais do que antes.” E o vocalista Adam Lambert acrescentou: “Estou tão animado para me juntar à rainha para essas datas. Este será um retorno triunfante para eles, e minha primeira vez na América do Sul!”