Caiu na rede · Programação

Dicas de uma stalker para você se dar bem nos shows que vêm por aí

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Marília Ramos com Math Bellamy. Para ela um dia inesquecível. FOTO: FACEBOOK

 

Marilia Ramos ficou muito feliz ao saber que o Muse vai voltar ao Brasil em outubro próximo. Não apenas porque vai sorrir e cantar ao som de Math Bellamy e companhia, mas porque terá a oportunidade de poder, mais uma vez, tocar e abraçar. A jovem é aquilo que se pode dizer de uma stalker profissional, e no currículo de autógrafos, selfies e toques já se encontrou com os caras do Keane, Muse, Panic! At The Disco e o mais recente, James Blunt.

Eu conversei com ela para saber quais os truques para ser um bom seguidor e conseguir um momento ao lado do ídolo. Papel e caneta na mão porque as dicas, apesar de simples devem ser seguidas à risca para não ocasionar constrangimentos e até uma antipatia por parte do artista.

Como foi que você fez para chegar em todos esses caras? Tem algum mecanismo especial ou é ficar no pé deles direto?
– James,Keane e Muse consegui na segunda vez que os vi. O Panic! At The Disco é que foi de primeira.

Tom Chaplin (Keane) também não escapou das garras da moça. FOTO: FACEBOOK
Tom Chaplin (Keane) também não escapou das garras da moça. FOTO: FACEBOOK

Mas como é o esquema?
– Bom, a base de tudo é a sorte mesmo. É como uma loteria. (risos) A primeira coisa que fazemos é pesquisar em que hotel eles vão ficar. Em alguns casos descobrimos o voo de chegada e de ida também. Na maior parte é tudo dedução ,sabe? Vemos qual foi o local que ficaram da última vez e tal. Não é nem preciso seguir os caras pra todo lado ou algo assim. Geralmente eu vou com certeza de onde estão.

E acerta sempre?
– Sim, acaba que sempre acertamos. E também a prática, né?

E tem toda uma turma que faz isso?
– Quando vi James pela primeira vez, eu ainda consegui falar com ele no final do show, isso lá em Porto Alegre, mas não rolou foto, embora eu tenha conseguido autógrafo. Mas eu não tinha prática de stalker, por isso nem fui atrás da foto em aeroporto ou hotel. Tem muita gente quer isso.

E quem vai ser a próxima vítima?
– Eu queria que fosse o Ed Sheeran. Mas o show do James me quebrou, então vai ficar pra próxima. Os próximos da lista são Matt,Dom e Chris. Três marmanjos que tocam numa banda chamada Muse.

Teve um chameguinho com James Blunt também. FOTO: FACEBOOK
Teve um chameguinho com James Blunt também. FOTO: FACEBOOK

Isso em outubro?
– Espero que sim

E quais suas dicas para quem quer stalkear também?
– Tem o lance do comportamento nessas abordagens, sabe?

Não pode se descabelar, gritar, dar uma de louca?
– Isso!

E como tem q ser?
– Tipo, no dia antes do Lollapalooza, uma galera foi no (Hotel) Fasano, e estavam fazendo um mega barulho pelo o que eu soube. Até cantaram! O Muse não desceu, nem na janela eles apareceram. Não pode haver gritos ,histeria essas coisas porque quem não gosta disso, principalmente, são os seguranças. Eles ficam p… da vida. Temem pela segurança dos artistas.
Então… Fiquei sabendo por uma amiga que eles iriam embora 22h do dia 6 de abril (de 2014). Daí fui com outra amiga que me levou pro Fasano porque eu não sei andar em São Paulo.
Chegamos lá umas 13h mais ou menos. Nem sinal deles. Já tinham uns fãs, uns dez. Ficamos lá de plantão. Alguns outros fãs chegaram e erámos uns 13 agora. As 15h, o Chris saiu. Pela frente do hotel com um amigo da banda que eu não sei quem é. Enfim, como estávamos todos entretidos conversando, não vimos, mas uma fã da Argentina sim. Então, corremos atrás dele.
Mas nem todos foram porque ficaram na dúvida. Acharam ele muito diferente e tal. Só tinham umas seis pessoas quando corremos. Todos calmos, tranquilos, Chris atendeu de boa, e deixamos que ele fosse pra padaria. Voltamos para a calçada que ficava de frente para o hotel. O Chris voltou lá pelas 16h, de novo pela frente do hotel, e nos atendeu de novo. Ele estava adorando conversar com a gente. Gostou da nossa educação, com certeza, e eu dei graças a Deus pelo bom comportamento da galera.
Umas 17h:30 uma van veio pegar Tom Kirk e Morgan Nicholls. Ainda falei com eles, mas não rolou foto. Eles estavam com pressa. Acho que foram na frente pra fazer o check in dos outros. As 18h duas vans chegaram. Todos na expectativa, muita tensão. Eu estava pálida. A minha amiga que avisou que eles iam embora 22h,foi lá pra me ajudar. Achávamos que eles iriam entrar na van,e nem falar com a gente.
As 19hs,o tour manager saiu, ficou na calçada do hotel,fez uma contagem de quantas pessoas tinham e voltou pra dentro. Dez minutos depois, um cara brasileiro da staff veio com a boa notícia : Façam uma fila organizada, calmamente, sem desespero, porque Dominic e Matthew vão atender um por um. Nunca, nem em meus sonhos mais loucos, eu teria imagino algo assim acontecendo.

O que é Stalker?
Stalker é uma palavra inglesa que significa “perseguidor”. É aplicada a alguém que segue de forma insistente e obsessiva uma outra pessoa que, em muitos casos, é uma celebridade.

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Lançamentos · Música

Manassés inicia nova temporada de shows

Manassés - Foto Alta Resolução

Um dos mais renomados músicos de todo o Brasil, o multiiinstrumentista cearense Manassés inicia nesta quarta-feira, 29/4, uma nova temporada de shows, começando em Sobral, no tradicional Theatro São João, com entrada franca.

O universal pelo regional. Poucos artistas conseguiram assimilar e praticar este lema quanto Manassés de Souza, violonista, violeiro, guitarrista, compositor, arranjador e produtor musical cearense que está lançando seu 13º disco, o CD “Mana Mano”. Aplaudido pelo público cearense, nacional e internacional, aclamado entre os colegas instrumentistas e intérpretes, Manassés, autor de clássicos como “Briga de foice”, “Menino de rua” e “Palavra de amor”, apresenta o disco em uma temporada de shows que inclui apresentações no Ceará e na Paraíba. A estreia é nesta quarta-feira, 29/4, em Sobral, às 20h, no tradicional Teatro São João (Praça São João, 156, Centro), com entrada franca. A apresentação tem produção da Modo Maior e apoio exclusivo da Prefeitura Municipal de Sobral.

A temporada inclui ainda apresentações em Fortaleza, nos dias 6 e 23 de maio, no Centro Cultural Banco do Nordeste, e em Sousa-PB (dia 20/5) e Juazeiro do Norte (dia 21/5), também nas unidades do CCBN em cada cidade, sempre às 19h. A produção também é da Modo Maior, de Olímpio Rocha, letrista e parceiro de Manassés, e conta com patrocínio exclusivo do Banco do Nordeste, por meio da Lei Rouanet, viabilizando a circulação do show e a realização de uma temporada capaz de descentralizar o acesso ao trabalho do grande violonista cearense.

Embora “Mana Mano”, o disco que dá nome ao novo show, tenha sido gravado exclusivamente por Manassés, somando em cada canção camadas musicais em violões de nylon e aço e no violão de 12 cordas responsável pelo timbre imediatamente associado ao músico natural de Maranguape, o show trará o artista na companhia de outros grandes nomes atuantes na cena instrumental cearense. Cristiano Pinho (guitarra e rabeca), Miqueias dos Santos (contrabaixo), Jorge Levi (acordeom), Jones Cabó (percussão) e Adriano Azevedo (baterista). Uma formação mais enxuta e com nomes diferentes daqueles com que Manassés se acostumou a dividir o palco, ao longo dos últimos anos.
Manassés - 2
“É um show novo, que traz quatro músicas do novo CD, algumas outras mais antigas e algumas releituras escolhidas entre músicas internacionais que o público gosta, ajudam a gerar uma comunicação, ali no meio do show. Quando eles reconhecem a música, chega o olho brilha” comenta Manassés.

“Fiquei muito satisfeito com esse disco. A princípio ia fazer um disco solo, só com um instrumento, mas acabei resolvendo colocar vários violões, fazendo overdubs, até pra depois poder chamar mais músicos pra fazer o show. Gostei muito do resultado, logo de cara, o que não costuma acontecer”, revela, descontraidamente, sobre o álbum que inclui releituras de “Lamento sertanejo”, em tributo a Dominguinhos, e “Légua tirana”, em tributo a Luiz Gonzaga e ao cearense Humberto Teixeira, cujo centenário é comemorado em 2015.

De “Mana Mano”, o público poderá apreciar temas como “Retirantes” (composta sob a lembrança das levas de migrantes singrando o sertão e aportando nas cidades, em tempos de seca e precisão) e “A terceira ponte”, escrita em homenagem a Brasília, para onde o próprio Manassés migrou, há quatro anos, mantendo-se então em uma ponte entre a capital federal e Fortaleza, com visitas regulares a Paris, cidade que também mereceu duas composições.

Ontem e hoje

Temas mais conhecidos do público que acompanha a trajetória de Manassés também farão parte do show, em que, além do CD, será lançado o livro de partituras intitulado “A Música Universal de Manassés”. “Menino de rua”, “Passeio de ônibus” e “Nanasalturas” pertencem a esta safra inspirada e definitiva, que marcou de modo perene o nome de Manassés entre os grandes instrumentistas e autores, dono daquilo que todo grande artista almeja e persegue: uma sotaque próprio, uma estética definida, uma assinatura.

O reconhecimento amealhado ao longo de uma carreira que remonta aos anos 70, quando após tocar guitarra em bailes embarcou com Rodger Rogério, Téti e Édson Távora rumo ao sul de sorte e estrada a seduzir, hoje oferece a Manassés a tranquilidade para acrescentar outras possibilidades – mais descontraídas e abrangentes – a seu fazer musical.

Das longas temporadas compartilhadas na década de 80 com o cantor e compositor Raimundo Fagner, cujo grupo voltou a integrar há três anos, aos inúmeros discos produzidos quando do retorno a Fortaleza nos anos 90 (incluindo trilhas para cinema e balés da Edisca), tempos do estúdio Olho D´água e do “boom” de CDs de músicos independentes cearenses, na esteira da lei estadual de incentivo à cultura. Caminhos ao longo dos quais dividiu estúdios e palcos com nomes como Luiz Gonzaga, Roberto Carlos, Nara Leão, Mercedes Sosa, Pablo Milanez, Gal Costa, Chico Buarque, Zé Ramalho, Elba Ramalho, Moraes Moreira, Dominguinhos, Geraldo Azevedo e Raul Seixas, entre tantos outros.

Em todo esse tempo, Manassés construiu uma obra de grande apuro e repercussão e consolidou sua assinatura artística, no timbre das 12 cordas, em temas instigantes e imagéticos, plenos de referências tanto à música nordestina quanto a sons do mundo. Reflexos de suas passagens por outros países da América Latina, pela Europa e até mesmo pela então União Soviética, estações de uma trajetória que fez de Manassés um dos instrumentistas brasileiros de maior reconhecimento nacional.

Repertório diversificado

Hoje, essa sensação de “dever cumprido” Manassés se sente à vontade para acrescentar a suas próprias composições algumas releituras que o público reconhecerá do rádio. “Time after time”, pérola pop do repertório de Cindy Lauper, “Fragile”, lírico folk de Sting, e “Wish you were here”, de David Gilmour e Roger Waters, um dos grandes sucessos do Pink Floyd levam Manassés e banda por outras sonoridades. Todas ganham releituras diferenciadas, incluindo novos arranjos e espaço para a improvisação.

Viola, guitarra e rabeca

A convivência com Cristiano Pinho, sedimentada na banda de Raimundo Fagner, é outro diferencial da nova temporada de shows de Manassés, que une sua viola à guitarra e à rabeca de Cristiano. “Essa ideia de tocar com o Cris surgiu quando a gente fez uma temporada na Caixa Cultural, com a Téti e o Rodger. Temos novos projetos para fazer juntos, e esta temporada do ‘Mana Mano’ é o primeiro”, aponta Manassés. “Gosto demais de tocar com o Cris, porque ele só dá nota certa, não dá uma nota a mais. É espetacular”. A nova temporada promete.

da assessoria

Caiu na rede · Música

Além do Rock In Rio, Queen fará shows em São Paulo e Porto Alegre

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O guitarrista Brian May, em sua página na Internet anunciou que a turnê do Queen na America do Sul será estendida, e além de Brasil, por enquanto, a banda fará show na Argentina,  no GEBA – Club de Gimnasia y Esgrima de Buenos Aires, no dia 25 de setembro. Além do Rock In Rio, a lendária banda de rock n’ roll também passará pelo Ibirapuera, em São Paulo, no dia 16 de setembro, e no Gigantinho Arena, em Porto Alegre, no dia 17.

Agora é torcer para que outras datas sejam confirmadas, não só no Brasil, mas em outros países sul-americanos que fizeram twitaço para que pudessem ter o direito a presenciarem o trabalho de Roger Taylor e Brian May, juntamente com Adam Lambert. O nome da turnê pela América do Sul será  “Don’t Stop Them Now – Queen + Adam Lambert”. Essa é a segunda vez que os remanescentes do grupo voltam ao Brasil, depois da morte de Freddie Mercury, em 1991.

A primeira vez que Roger e Brian vieram ao Brasil em nova formação foi em 2008, acompanhados de Paul Rodgers no vocal. O Queen, em sua formação original, veio ao País no primeiro Rock In Rio, em 1985, e em 1981, ainda durante a ditadura militar.

“Estamos de volta! Rock no Brasil! Mal posso esperar! Vejo vocês lá, pessoal !! “, anunciou o guitarrista do Queen, Brian May. O baterista rainha Roger Taylor disse: “Como é grande  voltar para à América do Sul para balançá-la ainda mais do que antes.” E o vocalista Adam Lambert acrescentou: “Estou tão animado para me juntar à rainha para essas datas. Este será um retorno triunfante para eles, e minha primeira vez na América do Sul!”

Lançamentos

Muse lança primeiro single oficial de novo disco

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Na segunda-feira passada, o Muse disponibilizou no Youtube, o lyric vide de Dead Inside, single oficial do novo disco da banda Drones. Com uma pegada meio anos 1980, a música lembra muito Madnesse, que foi música de trabalho do antecessor The 2nd Law. Em dois dias, a canção teve mais de um milhão de visualizações no Youtube.

Muse lança Psycho, música do novo disco, Drones

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