Cinema · Lançamentos

It: A Coisa é sobre superar medos e vencer desafios

Existe um mal muito cruel, uma coisa, que se alimenta do medo das pessoas. Ela prefere as crianças, pois essas são as mais vulneráveis. Mas como não ter medo diante o mundo trágico que nos cerca? It: A Coisa é um filme de terror/aventura, mas nos permite alguns reflexões para além do entretenimento.

O que faremos com os graves problemas que a vida nos apresenta? O pai abusador, a mãe super protetora, o outro frustrado que quer que o filho seja o exemplo que ele nunca foi ou aquele que acha que ensina mais com maus-tratos do que com diálogo.

Esses são apenas alguns dos personagens responsáveis pelos mais variados sentimentos r ações das crianças apresentadas no filme, baseado na obra de Stephen King (1986). Enquanto alguns jovens partem para a delinquência juvenil e são julgados pelo o que se tornaram, outros preferem superar seus medos e enfrentar esse mal que se alimenta de cada um.

O filme conta a história de sete pré-adolescentes membros do “Clube dos Perdedores”, que além de enfrentarem um cotidiano de perseguições na escola, têm que enfrentar pais totalmente desestruturados. Para completar o mal está solto e crianças começam a desaparecer.

Tem gente que descobriu a política depois de 2014, assim como pessoas que vão achar tudo muito Stranger Things. Mas o ovo veio primeiro que a galinha, pelo menos três décadas antes.

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Cinema

A Cura tem muita informação e um tanto de confusão

A fotografia é o ponto alto filme. Imagens belíssimas por sinal, que não salvam a produção de um fracasso retumbante.

Depois de sair da sessão de  A Cura, novo filme do diretor  Gore Verbinski, você fica com algumas impressões, nem todas boas. Uma delas, talvez das principais, é a demora para conclusão de todo o suspense na tentativa errada de se criar um clássico de thriller psicológico.

São quase duas horas e meia de enrolação, referências, homenagens e quem sabe até plágio para chegar ao desfecho nem lá tão surpreendente. O filme cansa muito e, pelo menos na sala em que estava, com mais quatro pessoas (sim, na estreia e somente três casas na sessão) não teve muita animação.

Uma mistura de Drácula com Hitler,  com O Iluminado e outras homenagens (?) a Kubrick. São  tantas referências que te deixam muito entediado e não apresentam nada de novo  ou instigante para o estilo. Basicamente conta a história do mocinho (nem tão moço assim) que vai em busca de um dos acionistas de uma grande empresa que foi se aventurar em um spa nos Alpes Suíços.

Chegando lá coisas estranhas começam a acontecer, pessoas a desaparecer e o mocinho a enlouquecer (?). Nada de novo abaixo do sol. Depois de mais de duas horas acompanhando a coisa toda a impressão que tive foi de que se fosse uma série, dessas que todo adolescente (ou não) aplaude na Netflix, talvez seria uma das melhores produções.

É sério, tem coisas que funcionam muito bem como série, mas fossem para a telona, sei não. E vice-versa, claro. Ah, a fotografia é o ponto alto filme. Imagens belíssimas por sinal, que não salvam a produção de um fracasso retumbante.

 

2/5

 

 

 

 

Lançamentos

Box resgata clássicos da literatura de terror

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Exemplos máximos da melhor literatura de terror, Drácula, Frankenstein e O médico e o monstro serviram de inspiração a uma legião de autores e até hoje atraem leitores por todo o mundo. As obras de Bram Stoker, Mary Shelley e Robert Louis Stevenson estão no box Mestres do Terror, que será lançado este mês pela Editora Nova Fronteira. Escritas no século XIX, suas tramas envolvem os leitores numa teia costurada por medo e sombria atração, fazendo muitas séries atuais parecerem historinhas de ninar.

Em Frankenstein, um jovem cria um ser cruel e perturbado, mas o abandona. A criatura, então, passa a buscar vingança de seu criador. JáDrácula traz um grupo de homens corajosos que inicia uma aventura a fim de matar o mais terrível vampiro do mundo. A história de O médico e o monstro conta como um conhecido médico desenvolve uma poção que lhe permite libertar seu lado mais obscuro.

Com tradução da premiada escritora e tradutora Adriana Lisboa, essas três obras-primas são lançadas juntas, numa reunião do que há de mais aterrorizante e espetacular da literatura.

 

Sobre os autores

Drácula
Abraham “Bram” Stoker nasceu em 1847, na Irlanda. Era amigo de Henry Irving, com quem trabalhou na administração do Lyceum Theatre de Londres. Escreveu diversos livros além de Drácula (1897) e se dedicou também a adaptações para o teatro. Bram Stoker faleceu em Londres, em 20 de abril de 1912.

Frankenstein
Mary Shelley (1797-1851) nasceu em Londres. Filha do filósofo William Godwin e da escritora Mary Wollstonecraft, e casada com o poeta Percy Bysshe Shelley, ela sempre esteve ligada à literatura. Além de Frankenstein (1818), escrito a partir de uma brincadeira proposta por Iorde Byron, a autora escreveu também Valperga (1823), O último homem (1826), Lodove (1835) e Falkner (1837).

O médico e o monstro
Robert Louis Stevenson nasceu na Escócia, em 1850. Começou seus estudos em engenharia, tendo em seguida mudado para o curso de direito. Logo, no entanto, ele saberia que se dedicaria à escrita. Além de O médico e o monstro, publicado originalmente em 1886, Stevenson escreveu A ilha do tesouro, As aventuras de David Balfour e outras obras que figuram entre romance, poesia, ensaio, peça e conto. Stevenson morreu em 1894.

Box Mestres do Terror

Disponível também em eBook

Box com os três títulos: R$ 89,90
ISBN: 978.85.209.2174-6
Formato: 15,5 x 23 cm
Editora: Nova Fronteira

Título:  Drácula
Autor: Bram Stoker
Páginas: 448

Título:  Frankenstein
Autor: Mary Shelley
Páginas: 240

Título:  O médico e o monstro
Autor: Robert Louis Stevenson
Páginas: 80